• Atualmente, pessoas que têm 30 e poucos anos estão apresentando um pensamento recorrente: "Na minha idade, meus pais já tinham um bom emprego, filhos e casa própria.” Enquanto calculam qual cartão de crédito é melhor para pagar a balada. Provavelmente você ainda não tem boa parte do que gostaria de ter, e que seus pais já tinham na sua idade. O que você conquistou?  Seu Facebook e Instagram estão cheios de fotos da sua última viagem para seus 1.000 amigos curtirem? Seu guarda-roupa quase não fecha mais as portas? Você está chegando na ultima fase do seu novo jogo do videogame? Vai começar o terceiro curso técnico porque ainda não sabe do que gosta? Viajou pelo mundo para encontrar a felicidade, mas ainda não tem renda própria? Os tempos são outros e as prioridades também. A vida está mais longa enquanto tudo passa mais rápido. Casar virou meta dos 30 e tantos anos, se aposentar só depois dos 70. É natural que a segurança financeira tenha ficado para um pouco mais tarde. Mas, mesmo que esteja vivendo as maiores aventuras, e curtindo a vida adoidado, já dá para traçar planos de longo prazo e eliminar alguns maus hábitos financeiros. Entenda que se seus pais tem uma boa condição financeira, é por mérito deles. Você precisa ganhar seu próprio dinheiro e não se tornar um peso para eles. A obrigação dos pais é cuidar de filhos apenas enquanto eles são crianças e adolescentes. Então, na fase em que os filhos começam a falar que querem ser independentes e fazer o que quiser da vida, os pais devem ensiná-los a ir para o mundo e ganhar a vida. Ser dono da própria vida é também se sustentar. Se você já é adulto e ainda depende financeiramente de seus pais, você não é adulto, é apenas um adolescente que envelheceu. Então aprenda a ser dono da própria vida!!!! 1. Adequar seu estilo de vida ao seu salário Gastar seu suado salário em compras que lhe dão prazer não é pecado. O problema é quando o que sobra na conta não é suficiente para pagar todas as despesas. Se todo mês é um sufoco para equilibrar as finanças, é porque você está fazendo algo errado. Você já pensou em qual estilo de vida você tem ou qual você quer? No que você prefere investir seu dinheiro? Viagens, cursos, baladas, bebidas, festas, roupas, sapatos e maquiagem? Você economiza para o futuro? Não existem respostas certas ou erradas, mas ser consciente delas, facilita na hora de decidir qual emprego será melhor para você. Quanto você precisa ganhar para bancar seus desejos ou para viver do jeito que quer? Para você vale a pena trabalhar mais e ganhar igualmente ou prefere um emprego com jornada reduzida e horas de lazer garantidas, porém com uma renda menor? Ou ainda trabalhar 14 horas por dia por um bom salário? 2. Assumir um compromisso financeiro sem a ajuda da família Morar na casa dos pais é algo comum nesse período

  • O que faz uma pessoa competente, esforçada, inteligente, não ser próspera? Não ter sucesso no trabalho e não ter um bom rendimento? Quando isso acontece, é natural que as pessoas sintam-se frustradas e injustiçadas, procuram um culpado, alguma explicação. O que geralmente acontece nesses casos, é que pessoas assim não tem uma base sólida, ou seja, dentro delas não há estrutura emocional. Não adianta a parte racional e intelectual estar ótima, pois isso é apenas uma pequena parte. Não podemos negar a existência do inconsciente e que é essa parte de nós que sustenta nossa vida e nos faz tomar as decisões que tomamos. Nossa vida é regida pelas nossas crenças e emoções, se elas forem negativas não adianta saber tudo sobre um determinado assunto e achar que isso basta, você simplesmente não terá o resultado desejado. Se você tem crenças limitantes e emoções negativas você provavelmente está se autossabotando e acredito que não está perto de onde gostaria de estar. O cérebro é uma máquina, como um computador, se você colocar muitas coisas negativas ele entenderá que você quer ter uma vida negativa e fará de tudo para que assim seja. Se você tiver crenças limitantes, acreditar que não pode isso ou aquilo, que não é capaz, você realmente não será, pois está programando seu cérebro para tomar decisões que façam isso acontecer. Preste atenção como você se posiciona no mundo, com as pessoas, com os acontecimentos. Quais são seus pensamentos recorrentes? Qual é a primeira coisa que você pensa quando algum de seus planos não da certo? Se você não conseguir perceber o que está fazendo de errado, não se apavore e nem desista, não é o tipo de coisa que se percebe com facilidade, exige autoconhecimento, amadurecimento e humildade. Se você não costuma cuidar do seu lado emocional, não se preocupa em ter autoconhecimento, se não se aceita e não se assume como de fato é. Se está com problemas de autoestima, provavelmente você está caindo ou cairá em alguma armadilha que está preparando. Como resolver??? Primeiro é preciso desenvolver o autoconhecimento, se conhecer melhor, saber seus pontos fortes e suas debilidades. Conhecer todas as suas emoções negativas e o que as trás a tona. Saber identificar todas as suas crenças e pensamentos limitantes. Depois que você identifica-las facilmente, você poderá começar a combatê-las. O que são crenças limitantes? O que você pensa sobre o dinheiro? Que não nasce em árvore? Que é difícil de ganhá-lo? Que precisa trabalhar muito e se esforçar muito para ganhar dinheiro? Você acha difícil ficar rico? Impossível ficar milionário? Você acha dinheiro algo sujo? Acredita que apenas pessoas desonestas e exploradoras enriquecem? Quando você tem qualquer um desses pensamentos como verdade, isso é uma crença limitante. Ao pensar nessas coisas automaticamente você diz ao seu inconsciente que isso é verdade e então você se coloca em papel de vítima e programa seu cérebro para a autossabotagem, você faz escolhas sem perceber que vão fazer tudo o que você acredita ser real,

  • Quem nunca se manteve em um relacionamento falido só por falta de coragem de terminar? De enfrentar o mundo, de assumir para as pessoas que não deu certo, de assumir para você mesma que fracassou. Quem nunca ensaiou um término e na hora de falar não conseguiu. Se deu mil desculpas para continuar. Se agarrou a motivos banais para não por um ponto final. Uma pessoa que não te inspira, não te ajuda, não te respeita, não te valoriza... é uma pessoa que não te ama! E porque estar ao lado de alguém que não te ama? Se você está em um relacionamento que você diz que é complicado, complicado está sua autoestima. Você tem o poder de escolher o que quer para a sua vida. Não deixe que o medo ou o orgulho decidam por você. Homens quando estão a fim de você eles dão um jeito de estar junto a você o máximo de tempo que conseguirem. Se não é assim é por que ele não está tão a fim de você. Mulheres quando estão a fim de você vão cuidar de você, se preocupar com você e querer te dar muito carinho. Se não é assim é por que ela não está tão a fim de você. Não há nada de complicado em relacionamentos. O que complica é a falta de coragem, falta de amor próprio, falta de confiança em si mesmo, falta de atitude, o medo, a vergonha, as crenças que você tem sobre relacionamentos... Inspire-se: Rugir Eu mordia minha língua e prendia minha respiração Tinha medo de virar o barco e fazer uma bagunça Então eu sentava quieta, concordava educadamente Acho que esqueci que eu tinha uma escolha Deixei você me empurrar até o limite Não me levantava para nada, então eu caía por tudo Você me derrubou, mas me levantei Já tirando a poeira Você ouve minha voz, você ouve aquele barulho Como um raio, vou fazer o seu chão tremer Você me derrubou, mas me levantei Prepare-se, porque já cansei Eu vejo tudo, eu vejo agora Eu tenho o olho do tigre, de uma lutadora dançando no fogo Porque sou uma campeã e você vai me ouvir rugir Mais alto, mais alto do que um leão Porque sou uma campeã e você vai me ouvir rugir Oh oh oh oh oh oh Você vai me ouvir rugir Agora flutuo como uma borboleta Pico como uma abelha, ganhei minhas medalhas Comecei do zero, para me tornar minha própria heroína Você me derrubou, mas me levantei Já tirando a poeira Você ouve minha voz, você ouve aquele barulho Como um raio, vou fazer o seu chão tremer Você me derrubou, mas me levantei Prepare-se, porque já cansei Eu vejo tudo, eu vejo agora Eu tenho o olho do tigre, de uma lutadora dançando no fogo Porque sou uma campeã e você vai me ouvir rugir Mais alto, mais alto do que um leão Porque sou uma campeã e você vai me ouvir rugir Oh oh oh

  • O que você tem feito por você? E pelos outros? O que pensarão de você quando você morrer? Foi uma pessoa que ajudou várias pessoas ou foi uma pessoa que teve que ser ajudada? Como você gostaria de ser lembrada? Cada dia da sua vida é uma oportunidade de fazer algo que realmente valha a pena. Você já ganhou a vida, porque acha que o mundo te deve alguma coisa? Que Deus não foi justo com você ou que as pessoas não foram boas o suficiente, te prejudicaram de alguma forma e que agora devem te ajudar. Porque esperar do outro algo que deve partir de você? Saiba que tudo aquilo que te acontece foi porque de alguma forma você permitiu que acontecesse. Havia um momento em que você poderia ter dito não. Ou no momento em que apareceu alguma oportunidade você não percebeu ou não teve forças para agarra-la. Enquanto sentir pena de si mesmo sua vida não será como você sonha. As oportunidades aparecem, mas é da sua responsabilidade se esforçar para pega-las. E se estiver deprimido e ocupado de mais se lamentando pelas suas derrotas, não vai perceber pequenos milagres que acontecem todos os dias. Muitos exemplos estão por aí, várias pessoas que nos inspiram, que tiveram força para lutar e venceram...   Eu estive aqui Quero deixar minhas pegadas nas areias do tempo Saber que havia algo lá E algo que deixei para trás Quando eu deixar este mundo, não deixarei arrependimentos Deixarei algo para ser lembrado, e eles não se esquecerão Eu estive aqui Eu vivi, eu amei Eu estive aqui Eu fiz, eu tenho feito Tudo que sempre quis E foi mais do que eu esperava que fosse Deixarei minha marca para que todos saibam que Eu estive aqui Quero dizer que vivo cada dia, até morrer Eu sei que representei algo na vida de alguém Os corações que toquei serão as provas que deixarei Que eu fiz a diferença, esse mundo verá que Eu estive aqui Eu vivi, eu amei Eu estive aqui Eu fiz, eu tenho feito Tudo que sempre quis E foi mais do que eu esperava que fosse Deixarei minha marca para que todos saibam que Eu estive aqui Eu vivi, eu amei Eu estive aqui Eu fiz, eu tenho feito Tudo que sempre quis E foi mais do que eu esperava que fosse Deixarei minha marca para que todos saibam que Eu estive aqui Só quero que saibam Que dei tudo de mim Fiz meu melhor Trouxe alegria a alguém Deixei este mundo um pouco melhor Apenas porque Eu estive aqui Eu estive aqui Eu vivi, eu amei Eu estive aqui Eu fiz, eu tenho feito Tudo que sempre quis E foi mais do que eu esperava que fosse Deixarei minha marca para que todos saibam que Eu estive aqui Eu estive aqui Eu vivi, eu amei Eu estive aqui Eu fiz, eu tenho feito Eu estive aqui Eu estive aqui Eu vivi, eu amei Eu estive aqui Eu fiz, eu

  • Ele ocupa a maior parte do cérebro e controla quase tudo o que fazemos. Mas a ciência já sabe como domá-lo e usar os poderes dele para várias coisas, de guardar senhas a fazer espionagem militar. Conheça as novas descobertas sobre o inconsciente - e veja como elas confirmam a principal teoria de Freud. Quando tinha pouco mais de cinquenta anos, o médico africano T.N. sofreu dois derrames cerebrais devastadores. Eles destruíram totalmente seu córtex visual, a região do cérebro que nos permite enxergar. T.N. ficou completa e irremediavelmente cego. Mas, ainda no hospital, um grupo de cientistas ingleses decidiu recrutá-lo para um estudo estranho. Colocaram um laptop na frente de T.N. e pediram a ele que identificasse qual figura aparecia na tela, que poderia ser um círculo ou um quadrado. O homem identificou corretamente 50% das figuras - o que é de se esperar num cego, pois esse índice de acerto é o mesmo que se consegue fazendo escolhas aleatoriamente. T.N. estava apenas chutando. Mas aí, num segundo teste, os pesquisadores trocaram as imagens exibidas no laptop. Agora, aparecia uma sequência de rostos, alguns amigáveis e outros hostis. T.N. deveria dizer se cada face era amiga ou inimiga. Para perplexidade geral, ele identificou corretamente dois terços dos rostos. Sorte? Os cientistas repetiram o teste, mas o índice de acerto se mantinha. T.N. estava tendo alguma reação aos rostos. Ele dizia que não estava vendo nada - e, clinicamente, de fato era impossível que enxergasse. Como explicar isso, então? Um fenômeno sobrenatural? Não. Ser capaz de ler expressões faciais é uma habilidade extremamente importante. Para o homem das cavernas, saber se um indivíduo era amistoso ou hostil poderia significar a diferença entre a vida e a morte. E era preciso fazer isso no ato; não dava tempo de conversar e analisar racionalmente a pessoa para saber se ela era boazinha ou não. Por isso, ao longo da evolução, uma região cerebral se especializou em julgar rostos. Ela se chama área fusiforme e é um pedaço fininho e comprido da parte de baixo do cérebro. Quando você vê uma pessoa pela primeira vez, sua área fusiforme analisa o rosto dela. O processo dura frações de segundo e é inconsciente, ou seja, você não percebe que está acontecendo. Sabe aquela primeira impressão instantânea, que parece puro instinto e sempre temos ao conhecer alguém? É um julgamento feito pela área fusiforme. No cérebro de T.N., esse pedaço estava intacto. O córtex dele não conseguia processar as imagens enviadas pelos olhos, mas a área fusiforme sim. É por isso que, mesmo estando cego, T.N. ainda conseguia ver rostos. Seu cérebro consciente não enxergava mais nada. Mas o inconsciente dele ainda conseguia ver - e, mais do que ver, julgar os rostos das pessoas. Há diversos casos como o de T.N., tantos que a ciência até criou um termo para designá-los: blindsight, ou visão cega. Todos seguem o mesmo padrão. Conscientemente, a pessoa está cega - mas partes do cérebro dela ainda conseguem enxergar. A

  • Na maior parte do tempo estamos tomando decisões. Ficamos entre o que satisfaz nossas preferências e o que satisfaz nossas necessidades. A percepção dessas duas, às vezes, se camuflam, se confundem e estão diretamente ligadas ao conceito de felicidade e alegria. Quando optamos por satisfazer apenas nossos desejos, que muita vezes são supérfluos temos a sensação que isso trará felicidade, um celular novo, roupas novas, carro novo. Podemos viver sem essas coisas que desejamos, mas temos a nítida sensação de que a ausência disso tornará os dias mais tristes. Estamos em busca do que pode trazer sensações prazerosas, mesmo que a um preço alto, seja financeiro ou sacrifícios emocionais. Não raro, encontramos quem trabalha de mais para juntar dinheiro e bens materiais. Isso faz com que sacrifiquem a vida só por desejarem possuir algo que na maioria das vezes não é essencial. Deixam a saúde de lado, a qualidade dos relacionamentos e assim a vida passa. As pessoas permanecem infelizes a fim de buscar pequenos momentos de alegria. Tudo que desejamos e que não é fundamental para a nossa vida, principalmente coisas ligadas ao consumo sem equilíbrio, são apenas momentos de alegria, não uma felicidade plena tão necessária para ter uma vida realizada. Momentos de alegria são ótimos, mas é preciso saber diferenciar alegria e felicidade. A felicidade é um conjunto formado pelas necessidades, físicas e mentais, e realizações bem atendidas. Por isso ter momentos de diversão é tão importante quanto tomar água ou se alimentar. E por mais simples que isso seja, há muitas pessoas deixando suas necessidades de lado em busca de coisas materiais. Não é necessário ter uma vida completamente regrada, apenas é preciso ter equilíbrio, saber quais são suas necessidades e prioridades, e a diferença entre elas. Para ajudar, pergunte-se sempre se algo é realmente necessário para sua satisfação ou se a alegria que isso trará, será passageira. Cada indivíduo tem necessidades específicas, o que impossibilita comparações entre o que é necessário para um e para outro. Por isso, é importante investir no autoconhecimento (um jeito de alcançar isso é através da terapia), que trará as respostas certas nos momentos em que tiver que fazer escolhas. Felicidade não é apenas um estado de espírito e não dura por muito tempo. Estamos em constante transformação, nossas necessidades também. E o bom da vida é saber viver os momentos ruins como aprendizagem para alcançar novamente bons momentos. Somente quando temos bem claro quais são nossas preferências e necessidades é que teremos condições de criar estratégias para concretizá-las de maneira simultânea e responsável.   Por Luiza Franco

  • O que realmente é a felicidade para você? Pode ser difícil explicar em palavras um sentimento tão forte e tão desejado por todos. Mas se você não souber exatamente o que é, como saberá onde ela esta? Aproveite cada instante, cada momento, porque esse instante nunca mais vai se repetir. Você pode até viver coisas parecidas, mas nunca mais será igual. Amores líquidos, amizades liquidas. Nossa contemporaneidade está liquida. O tempo está dilatado, queremos fazer tudo em pouco tempo, tudo é revelado, é alcançado, todas as informações, tudo do mundo todo... Então, querendo saber de tudo perdemos as coisas mais importantes, as coisas simples, os pequenos prazeres, porque não da tempo. Todas as coisas têm que ser rápidas, ágeis e fluidas... Superficiais. Ao nos distanciarmos dessa realidade enlouquecedora, nossa percepção de mundo muda. Onde estão as coisas que realmente fazem sentido? O que são essas coisas? Felicidade é um sentimento almejável, mas não se está sempre feliz e é saudável que não esteja. Como se sobressairiam os momentos felizes sem aqueles angustiantes, tristes e melancólicos? A felicidade nada mais é do que uma adequação entre as suas expectativas e a sua realidade. Então é por isso que a felicidade está dentro de cada um. Observe o jeito que você vê as coisas. É preciso entender cada momento. Viver cada instante. Encontrar a felicidade, sentir-se feliz só será possível se olharmos para dentro, para todos os nossos sentimentos, para quem realmente somos, sem máscaras, sem vergonha de ser quem é. É ser natural e viver de uma forma natural, saudável. É cuidar da natureza para que o planeta sobreviva de forma saudável e abundante. Como procurar a felicidade com um corpo fraco e doente? Como viver feliz em um planeta doente? Para viver é necessário um planeta fértil, então vamos começar por aí. Sem planeta não há humanos, sem humanos não há felicidade, não há nenhum sentimento e ninguém para sentir. Mesmo todos sabendo disso e querendo ser feliz, não há cooperação. Se cada um quiser ser feliz sozinho de um jeito egoísta ninguém será. Por Luiza Franco

  • Freud acreditava que o ser humano é marcado por uma falta ocasionada desde o seu nascimento. A separação com o corpo materno causa uma grande angústia, uma sensação de que algo essencial foi perdido. Uma parte de si.  E é por essa sensação de falta, e a vontade de compensar isso, que todos passam a vida buscando por algo. Há um sofrimento por querer o que não se tem, mas quando se consegue, ainda continua a sofrer, porque o que houve foi a satisfação ilusória do desejo. A sensação de “Ter” pode dar uma ilusão de completude que é passageira, por isso vemos tantas pessoas possuídas pelo consumo e acumulo de coisas desnecessárias. Isso também acontece com os vícios e a dependência por algo ou alguém. Busca-se essa completude em relacionamentos, onde se espera que o outro de conta da sua felicidade e de seus desejos, para que assim sinta-se completo e livre do sofrimento. “Querer é essencialmente sofrer e, como o viver é querer, toda a existência é essencialmente dor”. ( Schopenhauer, 1994). O desejo é um “saber desconhecido”, portanto inconsciente. Quando se deseja algo, não se sabe o verdadeiro motivo daquele desejo, ou se o desejo é real, pois ao ser conquistado, muitas duvidas podem surgir ou sentimentos inesperados como frustração... “cuidado com o que você deseja” já diziam os mais sábios. Não somos donos das nossas emoções. É o desejo inconsciente que move a vida, as paixões e os impulsos, que são vistos nos comportamentos e atitudes muitas vezes inexplicáveis. “Como são estranhas à nossa consciência as coisas pelas quais nossa vida mental inconsciente é governada!” (Freud, 1928). O ideal para uma vida saudável é ter consciência dessa sensação de falta, e dos sabotadores que adquiriu para tentar se sentir completo. A vida é feita de buscas e conquistas, só é necessário viver isso de uma forma saudável e produtiva.

  • Por que você tem filhos? A resposta nem sempre é clara. Algumas pessoas não tem um bom motivo ou então dão uma justificativa egoísta como: para não me sentir sozinho na velhice, ter companhia, perpetuar meus genes, salvar meu casamento, construir um casamento, realizar sonhos que não consegui realizar, dar alegria para minha vida... Independente da resposta, as pessoas geralmente esperam ter uma super criança, bem educada, inteligente, divertida, bonita, que se destaque, melhor que as outras crianças e que dê orgulho. E os pais fazem de tudo para isso acontecer. Atualmente, quase todos os pais sofrem do mesmo mal, esse mal que acomete pais que trabalham o dia todo, que têm uma rotina estressante, que quando chegam em casa não querem ser importunados, não têm paciência para educar uma criança e deixam essa responsabilidade para a escola ou babás, avós. Esse mal é a culpa. Não ter tempo para os filhos e suprir essa falta com presentes e evitar dizer “não” é projetar um futuro difícil para seu filho. Ele será um adulto ansioso que não conseguirá conquistar seus objetivos e desistirá frente à primeira dificuldade. Porque não foi acostumado com a frustração, nem a lutar pelo que quer. Essa culpa só serve para ser usada pelas crianças para manipular os pais. O problema é que as crianças crescem e continuam com o comportamento que aprenderam a ter. E não percebem que a sociedade, não a tratará com a mesma permissividade de seus pais. Elas terão que escolher uma profissão, se sustentar e se comportar como adultos. Terão que concorrer com outras pessoas, e terão que se destacar para garantir um bom futuro. A vida não é fácil, exige responsabilidade, foco, disciplina, objetivo e lutar de forma honesta pelo que se quer. Não saber lidar com a frustração, não estar acostumado a ouvir “não” e a ter tudo que deseja de forma fácil garante um futuro nada promissor. Será mais fácil desistir do que lutar, pedir do que conseguir sozinho e chorar do que enfrentar. Esse motivo contribui muito para aumentar o numero de pessoas depressivas, insatisfeitas e com personalidade dependente. Também se percebe que as pessoas estão demorando cada vez mais sair da casa dos pais, entrar no mercado de trabalho e dar certo na vida. O incentivo ao consumo está em toda a parte, como uma força que obriga as pessoas a desejarem coisas que elas não precisam. Essa força afeta principalmente as pessoas mais fracas e as crianças. Sabendo disso, foi criado um dia para as crianças consumirem. “Dia das crianças” que é cheio de incentivos para que a criança queira o que não precisa e despreze o que já tem. O perigo está no incentivo às crianças para fazerem coisas que todos fazem, se todos ganham brinquedos, se todos tem um vídeo game, se todos têm... eu também quero. O perigo de seguir o fluxo da sociedade sem refletir, sem consciência, é que também vemos exemplos negativos, se todos roubam, se todos usam drogas, se todos

  • Sabe quando você começa a sair com alguém, tudo vai bem, vocês estão se conhecendo, se entendendo, está tudo certo. Aí passa uma semana, 10 dias, tudo fluindo bem… Até que a ansiedade coloca tudo a perder. Um belo dia você olha para o possível amor da sua vida e percebe que está apaixonada. Não quer mais viver sem... E é nesse exato momento que vem aquela pergunta que pode acabar com tudo: “será que ele está gostando assim de mim também?” E então começa o medo, pânico e insegurança. Daí você sente uma enorme necessidade em agradar e fazer tudo dar certo. O que antes era leveza, espontaneidade, diversão agora é medo, rigidez, passos calculados... Você começa a fazer tudo errado. E tudo isso sem nenhum motivo real. Aí o cara não liga nem manda mensagem. Nada. E então ele marca alguma coisa com você e depois desmarca. Teve algum problema seríssimo, ou teve que visitar a mãe, a avó a tia, ou está exausto, ou dormiu e perdeu a hora, ou lembrou de outro compromisso, ou… qualquer desculpa…. Nesse estágio você sabe, mesmo não querendo ver, que as coisas não vão bem. Sente aquela insegurança e um imenso frio na barriga. Um dia sem o cara te procurar e você fica desesperada? Aí ele te chama para sair e você não tem coragem de negar porque pensa que essa pode ser sua última oportunidade de conquista-lo? Ele some por dias e quando aparece você não consegue falar não? Quando você percebe, já se passaram semanas, meses e você ainda acredita que se não sair com ele vai perder uma grande oportunidade? Você tem uma situação mais séria para resolver, você com você mesma, seu amor próprio! E é esse amor que deve ser o mais importante da sua vida… Até porque o cara que chegou agora, há um mês você nem sabia o nome! Eu acredito que essas situações não passam de paixões, de conquistas do ego. E essas histórias acontecem na vida de todo mundo até o amor chegar! Por que quando o amor verdadeiro vem, ele simplesmente acontece, flui naturalmente. Os dois gostam igual, querem estar juntos. E os sentimentos vão brotando e amadurecendo e intensificando para ambos! Quando é para ser não tem dificuldade… Não tem receita de como acertar no amor, mas... Calma! Quando a ansiedade ataca tudo parece definitivo e as oportunidades perdidas parecem grandes perdas... Não tenha pressa… Não se afobe em encontra-lo, em responder mensagens, em querer fazê-lo se apaixonar por você. A ansiedade só atrapalha. Se obrigue a fazer suas coisas. Se ocupe. Recuse um convite com doçura. Leia um livro. Assista a um filme. Escolha uma série nova. Saia com as amigas. Tente se reconectar com você. Com a mulher interessante que você é que fez esse cara olhar para você. O medo de perdê-lo vai fazer você perdê-lo! Se ele não voltar a te chamar para sair, que pena, não daria certo de qualquer jeito, melhor terminar antes

  • Sonhar é um fenômeno natural para todas as pessoas,  mesmo que nem todos se lembrem do seu conteúdo. Esse assunto ainda é um mistério para a ciência, até o momento muito foi discutido, mas pouco concluído. O que pode se dizer é que os sonhos são resultados dos mesmos processos psicológicos que a imaginação, o sentimento e a memória. A psicologia analítica utiliza os sonhos como ferramenta de análise para compreensão do funcionamento psicológico do sujeito, pois este fornece informações a respeito do seu estado emocional atual. Tudo que é sonhado é conteúdo do inconsciente, pode ser a elaboração de algo difícil de lidar ou a compensação de um desejo, sonhar é uma forma de organização mental. Por meio da interpretação dos sonhos pode se entender sentimentos que se está vivenciando e que, nem sempre está consciente ou é aceito. O sonho é uma continuação das experiências que se tem quando se está acordado, porém, essa continuidade é apresentada de uma forma abstrata. A interpretação dos sonhos é subjetiva, para cada um uma imagem terá um significado. A interpretação que uma pessoa faz dos próprios sonhos é muito importante, pois essa interpretação revelará a forma como ela vê e se posiciona no mundo, o significado emocional que da aos fatos, como lida com seus sentimentos e o motivo pelo qual tem tais sentimentos. Por isso é um instrumento para que o indivíduo entenda as relações que tem com o mundo externo, com as pessoas, e se conheça melhor. A psicologia ajuda a descobrir a origem e função dos sonhos por meio de uma análise da história de vida e dos sentimentos. O terapeuta trabalha com o sonho a partir interpretação que o próprio sonhador faz do seu sonho correlacionado com as vivencias dele. É muito importante entender como a pessoa se enxerga nos conteúdos que sua mente produz durante o sono e assim entender o motivo de seus comportamentos. Os pesadelos são fruto dessa forma de ver o mundo, combinado com o estado emocional atual da pessoa. Para fazer uma interpretação inicial, sem ajuda especializada, é preciso se concentrar nos sentimentos que os sonhos lhe causam e perceber quando sente algo parecido, quais as situações da vida que lhe faz sentir da mesma forma, relacionar o conteúdo dos sonhos com conteúdos vivenciados. Pensar se caso não fosse um sonho, teria um sentimento parecido que teve ao sonhar? Preste mais atenção em seus sonhos para poder se conhecer melhor.  

  • Falar que alguém tem o temperamento forte, muitas vezes é tomado como um elogio confunde-se com personalidade forte, coisa bem diferente. Na verdade trata-se de uma crítica. Temperamento forte, geralmente é dito quando na verdade se quer dizer que uma pessoa é difícil de lidar, teimosa, orgulhosa, às vezes sem caráter. A maioria das pessoas que apresentam muitos problemas, sofrimento psicológico e emocional se encaixa no grupo das pessoas com temperamento muito forte, com alterações de humor também muito intensas. Pode ser chamado também de transtorno bipolar. Essa é uma disfunção psicológica muito antiga, mas muitas vezes os pacientes ficam sem tratamento por não ter um diagnóstico correto. A bipolaridade é um transtorno mental em que a pessoa não reage ao que acontece na vida de uma forma adequada, ela apresenta uma resposta desproporcional, tanto para tristeza quanto para alegria. Quando a pessoa apresenta alterações de humor bem marcadas fica fácil diagnosticar, mas quando a doença se apresenta de uma forma mais branda, é preciso um olhar profissional bem apurado para conseguir identificar o transtorno. Esta pessoa pode ser confundida com alguém com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, pois alguns sintomas são semelhantes: impulsividade, desatenção. Também pode ser confundida com depressão comum. Um diagnóstico errado faz com que a pessoa passe anos em tratamento que não surtirá efeito. Por isso é necessário entender o funcionamento da mente, considerar os sintomas, o comportamento, o histórico familiar, o ambiente e a genética. Saber o quanto foi herdado geneticamente e o quanto foi adquirido. Atualmente há um crescente uso de antidepressivos para qualquer queixa de tristeza, um médico de qualquer especialidade receita a medicação ou então são tomados por conta. Uma necessidade desesperada e inconsequente de alcançar a felicidade e o bem estar. Por Luiza Franco

  •   As mulheres cada vez mais buscam seu lugar no mundo, estamos passando de donas de casa dedicada ao lar e aos filhos, para empresária, empreendedora, líder de grandes equipes. A cada ano, nós mulheres, tentamos mostrar nosso valor, procuramos reconhecimento e equilíbrio para manter uma carreira e uma família bem estruturada. Depois que grandes empresas assimilaram os benefícios gerados na diversificação dos gêneros, e que a sensibilidade e delicadeza não são mais sinônimos de fraqueza, as mulheres não precisam mais desempenhar um modelo de gestão masculino para serem bem aceitas. Essa nova realidade, além de nos proporcionar orgulho, também nos dá a visão da importância de ser mulher, do poder de influência que temos para a estruturação de um mundo melhor. E por isso somos uma ferramenta que contribui para encontrar e despertar talentos nas pessoas que nos cercam. Inspirar e ajudar pessoas a serem e fazerem o seu melhor para o planeta, conscientizando-as da importância da preservação da natureza e utilização de recursos naturais de forma saudável para garantir uma sociedade mais sustentável. Toda mulher tem esse potencial, e para ser uma mulher integral, que dá conta de uma casa, um marido, filhos e de uma bela carreira profissional, devemos definir prioridades. É preciso saber dizer “não” ao que não estiver em foco. É necessário saber se conseguiremos realizar o que nos propusermos a fazer, caso contrário, estaremos apenas acumulando estresse. É indispensável ter equilíbrio em conciliar todas as áreas da vida: profissional, física, emocional, familiar, cultural e espiritual. Uma vida tão atarefada pode trazer alguns aborrecimentos que, quando mal resolvidos, fazem mal à saúde. Não devemos reprimir emoções, e, extravasar de uma forma errada pode trazer conflitos. A solução é o equilíbrio. Identificar o que incomoda, e tentar resolver com calma e com a cabeça tranquila. Entrar em discussões apenas quando não sentir raiva. Saber aceitar o que não tem solução ou achar uma nova alternativa. Outra dica fundamental é ter tempo para si, para relaxar e curtir nossos hobbies, isso ajudará a aumentar o rendimento e autoestima. Também é válido doar nossos talentos para trabalho voluntário, ter contato com a natureza, enfim, fazer o que gosta. Uma mulher feliz é a estrutura para uma família feliz, por isso é tão importante que as mulheres tomem para si um cuidado especial. É indispensável sermos fiéis a nossos sentimentos e ações, a incoerência entre o que pensamos, sentimos e como agimos, nos causa uma grande confusão mental. Quando somos congruentes, alinhamos o que pensamos e sentimos com nossas atitudes, estamos em equilíbrio e assim afastamos nossa insatisfação.

  •   Quando você trata uma pessoa com amor, não espere um amor reciproco. A maioria das pessoas estão presas na busca pelo reconhecimento, aprovação e aceitação. Se você ama uma pessoa e a aceita como ela é você interrompe essa busca e tira o sentido. Ela não aceita que foi aceita, ela precisa provar que consegue conquistar o amor de alguém e toda luta exige esforço para ser valorizada. E por isso ama quem a trata mal, e quanto pior, melhor. Assim a busca voltar a fazer sentido. E o sofrimento é a recompensa. O reforço intermitente, um pouco de atenção que vem, não se sabe quando, faz o vicio prevalecer sobre o amor. E então não era amor, era uma batalha do ego.    Luiza Franco

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