ESPIRITUALIDADE

  • Muito tem se falado sobre o sagrado feminino e empoderamento feminino. Mas voc√™ sabe o que s√£o essas coisas e sabe como conquista-las? O empoderamento feminino √© se conectar com a ess√™ncia feminina e essa ess√™ncia est√° ligada ao divino, por isso sagrado. Todas as mulheres podem e conseguem sentir-se conectadas e empoderadas, mas n√£o s√£o todas que acreditam nesse poder ou que conhecem seus benef√≠cios. Uma mulher empoderada √© uma mulher livre e conectada com a sabedoria da vida, da natureza e dos antepassados. √Č uma mulher que conhece seus ciclos e os ciclos da natureza e tem a sensibilidade de perceber e respeitar os processos de outras pessoas. Para que uma mulher sinta-se empoderada ela precisa se conhecer, saber de suas fortalezas e debilidades, buscar corrigir seus erros e tornar-se cada vez melhor e mais s√°bia, para que assim inspire outras mulheres a acessarem seus potenciais e a se empoderarem tamb√©m. Uma mulher empoderada √© conectada, conhece sua miss√£o e a vive plenamente, n√£o se desvia e n√£o se perde em situa√ß√Ķes que n√£o trazem crescimento ou aprendizados. Ela sabe qual √© seu sonho e segue seu caminho at√© realiza-lo. Uma mulher empoderada aceita a imperman√™ncia da vida e suas revolu√ß√Ķes, ela tem a fluidez da √°gua para se readaptar aos imprevistos e fluir sem discutir com os aborrecimentos que ela n√£o pode mudar, ela busca aprender com eles, mesmo com os mais dolorosos. Ela n√£o culpa ningu√©m pelo que lhe acontece, sabe que √© respons√°vel pelo seu futuro. Uma mulher conectada com a sua ess√™ncia sabe o que lhe faz bem e consegue desapegar do que n√£o faz, pois n√£o sofre pelo apego, ela tem consci√™ncia de que o melhor a espera e n√£o sente medo de se soltar do que n√£o faz bem. Uma mulher empoderada tem o amor que acha que merece e n√£o aceita menos do que um √≥timo relacionamento. Ela busca crescimento, parceria e lealdade e assim tamb√©m entrega. Ela n√£o sente ci√ļmes, pois acredita que um homem ao seu lado ser√° muito feliz, mas caso n√£o esteja ela o deixa livre para ir. Ela admira, confia e respeita e assim tamb√©m quer ser tratada. Uma mulher empoderada √© livre para decidir o que quer e como se sente melhor, ela n√£o precisa provar nada para ningu√©m, pode assumir qualquer papel que quiser, desde dona de casa at√© l√≠der de grandes equipes em grandes empresas. E sabe que sua decis√£o n√£o √© baseada no medo e sim no amor. Uma mulher empoderada n√£o julga outras mulheres, pois n√£o se sente melhor do que elas, ela sabe que o julgamento √© uma armadilha do ego e que todas as mulheres est√£o nesse planeta para aprender, ensinar, desfrutar e cumprir sua miss√£o. Cada uma est√° em um momento de vida e t√™m hist√≥rias diferentes. Uma mulher empoderada n√£o tem medo de mudan√ßas, ela j√° aprendeu que at√© nos momentos dif√≠ceis √© poss√≠vel ver beleza, pois o mundo √© dual e somos n√≥s que escolhemos para que lado olhar. Ela sabe que criamos nossa realidade e que a gratid√£o √© a chave para uma vida abundante e que o medo √© uma cria√ß√£o do ego. Uma mulher empoderada tem autoconhecimento, conhece seus dons, talentos e qualidades, aprecia sua capacidade e confia em si mesma, sabe que tem √≥timas ferramentas para resolver qualquer situa√ß√£o que possa aparecer. Ela conhece seu valor e sabe o quando merece receber por dedicar seu tempo e seu conhecimento a um trabalho. Ela n√£o tem vergonha de come√ßar por baixo, mas precisa ver oportunidade de crescimento, ela √© ambiciosa, n√£o aceita nada menos do que merece e n√£o desiste at√© chegar onde quer. Ela n√£o compete, ela inspira e ensina a todos que querem aprender com ela. Ela √© paciente e entende que cada um vive um momento diferente. Ela reconhece o talento de todos e aproveita-os da melhor forma. Ela n√£o obriga ningu√©m a nada, ela ensina cada um a reconhecer suas pr√≥prias fortalezas. E o mais importante √© que uma mulher empoderada n√£o tem vergonha de mostra-se vulner√°vel, em pedir ajuda, em curar-se com outras mulheres e a assumir que n√£o sabe de tudo e sabe que n√£o precisa resolver tudo sozinha. Ela respeita seus ciclos e seus momentos de fraqueza. ¬†Permite-se sentir medo, inseguran√ßa e tristeza, respeita seus processos, mas n√£o dramatiza e n√£o culpa ningu√©m por situa√ß√Ķes que lhe acontece. Ela elabora, redesenha e segue grata por tudo que lhe acontece.

  • 2016 foi um ano dif√≠cil para muita gente, um ano confuso, cheio de briga, √≥dio, mortes, recess√£o e depress√£o. Muitas perdas e d√ļvidas. Um ano da frase ‚Äún√£o acredito que isso aconteceu‚ÄĚ. O fim de uma Era que durou 2016 anos, a Era de Peixes termina, o drama e o ego tamb√©m, e ent√£o se inicia a Era de Aqu√°rio e a promessa de mais consci√™ncia, compaix√£o, verdades e liberdade. Teremos a ajuda dos astros, mas devemos fazer a nossa parte para ter uma vida mais consciente e valiosa. N√£o conseguimos controlar tudo o que nos acontece, mas podemos ter maturidade e consci√™ncia para saber de que forma iremos reagir. A diferen√ßa entre uma pessoa feliz e uma infeliz √© a forma que ela avalia os momentos estressantes que vive. Chegou o momento em que todos devem buscar prop√≥sitos para a vida valer a pena, isso faz com que a pessoa seja¬†protegida de influ√™ncias externas negativas, que ainda est√£o por vir, e tenha mais felicidade pelo caminho. Vamos trilhar um ano de 2017 com expectativas positivas e mais feliz? Podemos influenciar nosso bem estar com atitudes e pensamentos que far√£o a diferen√ßa. Aqui v√£o algumas dicas que poder√£o te ajudar a ter um ano maravilhoso: Defina um prop√≥sito de vida: Agir com prop√≥sitos √© ter consci√™ncia de tudo aquilo que se faz, √© fazer coisas que fazem sentido: ‚Äúpara que farei isso?‚ÄĚ Quando tudo tem um objetivo claro, a vida fica mais f√°cil. Todo caminho tem momentos bons e momentos dif√≠ceis, algumas vezes a dor √© inevit√°vel, mas o que importa √© como reagimos ao que nos acontece. Quando damos significado ao que fazemos, quando temos um objetivo maior, uma miss√£o de vida, conseguimos driblar as dores e continuamos a caminhada rumo ao nosso prop√≥sito. N√£o seja v√≠tima: Tudo o que acontece na sua vida √© de responsabilidade sua, ou aconteceu para que voc√™ aprendesse alguma coisa ou foi por que voc√™ caminhou para que isso acontecesse. Colocar a culpa nos outros pelo que acontece a voc√™ √© confort√°vel, pois tira o peso da responsabilidade e te coloca em uma condi√ß√£o passiva, d√° a sensa√ß√£o de que voc√™ n√£o precisa fazer nada para resolver seus problemas. Mas saiba que quem se v√™ como v√≠tima dificilmente atingir√° o sucesso. Positive seus pensamentos: H√° quem n√£o acredite que pensamentos positivos tem o poder de mudar a realidade, mas existem muitos estudos que comprovam isso, na d√ļvida, n√£o custa tentar. Baseamos nossas expectativas no que vemos os outros viverem, e quando nossa realidade n√£o est√° de acordo com as nossas expectativas, sofremos. Mas na verdade n√£o sabemos o que nos faz bem. Quem disse que esse namorado ou esse emprego √© bom para voc√™? Ou que aquele vestido te far√° feliz? Saiba que absolutamente tudo tem o lado bom e o lado ruim e √© voc√™ quem escolhe qual lado olhar. Se voc√™ for positivo, olhar o lado bom, ter√° uma realidade mais agrad√°vel. Desenvolva autoconhecimento: Conhe√ßa-se, saiba quais s√£o seus pontos positivos e no que precisa melhorar. S√≥ tem autoestima baixa quem n√£o se conhece. A partir do momentos que voc√™ reconhece suas qualidades, passar√° a se admirar e a se amar mais. Aprenda sempre: Estude mais, leia mais, se especialize, aprenda coisas diferentes. Busque ser cada vez mais s√°bio, isso far√° com que voc√™ se torne algu√©m mais interessante e mais admirado, e a consequ√™ncia disso √© sua autoestima aumentar e os caminhos profissionais se abrirem para voc√™. E PARA TE AJUDAR A ORGANIZAR 2017 BAIXE AQUI MEU NOVO EBOOK: PLANEJANDO 2017

  • √Č sempre bom lembrar, que nessa vida n√£o existe o certo e o errado, existem as consequ√™ncias das coisas que fazemos. Por isso julgamos que √© errado fazer coisas que possivelmente ter√£o consequ√™ncias dolorosas, e certas aquilo que tende a nos fazer bem. Mas em meio ao que √© certo e errado, √†s vezes acreditamos em cren√ßas familiares ou sociais e passamos a viver preso a regras ou no piloto autom√°tico e nem mesmo sabemos o porqu√™, n√£o refletimos para perceber se nos faz bem ou nos faz mal e apenas sofremos as consequ√™ncias dessas escolhas. N√≥s selecionamos algumas perguntas para te fazer refletir sobre seus atos e te libertar de algumas cren√ßas que n√£o ajudam em nada... ENT√ÉO PERGUNTE-SE: Se¬†a¬†felicidade fosse dinheiro, o que te¬†faria milion√°rio? Se a vida de todos durasse apenas 40 anos, o que voc√™ faria de diferente? Se acontecer um acidente e voc√™ precisasse ligar para algu√©m ir te buscar de carro, quem estaria dirigindo esse carro? O que voc√™ faz que te torna √ļnico? O que faz de diferente das outras pessoas? O que te impede de fazer aquilo que voc√™ sempre pensa em fazer, mas ainda n√£o fez? Em uma palavra, qual caracter√≠stica dos seus pais voc√™ mudaria? Voc√™ apresenta essa caracter√≠stica em algum momento? A pessoa por quem voc√™ est√° apaixonado ou em um relacionamento, seria digna de namorar a pessoa que voc√™ mais ama? O que, na sua vida, te faz se sentir agradecido? Os seus medos se transformaram em realidade? Hoje voc√™ vive ou tem alguma coisa que sonhou no passado? O que te fez sofrer h√° 5 anos te faz sofrer hoje ainda? Qual profiss√£o queria ter quando era crian√ßa? Voc√™ faz algo parecido hoje, nem que seja de hobbie? Se voc√™ ainda n√£o alcan√ßou o que quer, o que falta fazer? Se voc√™ ganhasse 1 milh√£o de reais, depois de viajar e comprar v√°rias coisas, no que voc√™ trabalharia? Com o que ocuparia seus dias? Voc√™ est√° vivendo ou existindo?

  • Psic√≥logos t√™m que ler bastante e por isso eu selecionei os meus 20 livros de desenvolvimento humano preferidos e estou passando essa lista para voc√™s. Se voc√™ quiser se aprofundar, poder√° baixar meu Ebook, gratuitamente, em que fa√ßo um pequeno resumo de todos eles. Nesse E-book cont√©m ideias extra√≠das de livros motivacionais que incentivam as pessoas a pensarem al√©m de seu ponto de vista, ampliando suas percep√ß√Ķes, o que ajuda a transformar suas vidas. √Č poss√≠vel mudar sua vida a partir de mudan√ßas em seus pensamentos e h√°bitos. N√£o importa qu√£o desafiante esteja sua vida hoje, sempre √© poss√≠vel mudar a realidade, pois o real √© apenas um ponto de vista. OS LIVROS: A ARTE DA FELICIDADE -¬†DALAI-LAMA E HOWARD C. CUTLER DESPERTE O GIGANTE INTERIOR -¬†ANTHONY ROBBINS O PODER DO AGORA -¬†ECKHART TOLLER TENHA MEDO... E SIGA EM FRENTE -¬†SUSAN JEFFERS AS 7 LEIS ESPIRITUAIS DO SUCESSO -¬†DEEPAK CHOPRA FLOW ¬†- A PSICOLOGIA DA FELICIDADE -¬†MIHALY CSIKSZENTMIHALYI LIMITE ZERO -¬†JOE VITALE O PODER DO MITO -¬†JOSEPH CAMPBELL MULHERES QUE CORREM COM OS LOBOS -¬†CLARISSA P. EST√ČS O PEQUENO PR√ćNCIPE -¬†ANTOINE DE SAINT-EXUP√ČRY A ARTE DA GUERRA -¬†SUN TZU O C√ďDIGO DO SER -¬†JAMES HILLMAN SEGREDOS DE UMA MENTE MILION√ĀRIA -¬†T. HARV EKER EM BUSCA DO SENTIDO -¬†VIKTOR FRANKL VOC√ä PODE CURAR SUA VIDA -¬†LOUISE HAY O EFEITO SOMBRA -¬†DEEPAK CHOPRA UM CURSO EM MILAGRES -¬†¬†HELEN SCHUCMAN E¬†WILLIAM THETFORD QUEM ME ROUBOU DE MIM -¬†PE.¬†F√ĀBIO DE MELO AUTOLIDERAN√áA -¬†SURYAVAN SOLAR ANSIEDADE -¬†AUGUSTO CURY   BAIXE GRATUITAMENTE SEU E-BOOK CLICANDO AQUI¬†  

  • Seres humanos s√£o bons ou maus? O que √© o certo a ser feito? O que √© justo? Voc√™ se considera uma boa pessoa? Seres Humanos s√£o o que mais existe de sens√≠vel. Somos seres totalmente emocionais e acreditamos que somos racionais. Precisamos acreditar nisso para que toda a estrutura que criamos para o planeta funcione. Mas como podemos perceber nada funciona, tudo √© ilus√≥rio, pois estamos escondendo essa verdade: somos sens√≠veis e emocionais, tomamos decis√Ķes atrav√©s de nossas emo√ß√Ķes e por isso somos facilmente manipulados. Isso n√£o √© uma coisa que nos agrada saber, n√£o √© mesmo? Por isso fingimos que n√£o √© assim que as coisas funcionam. Voc√™ se considera uma pessoa boa? N√£o, voc√™ n√£o √©. Voc√™ tem momentos que est√° sendo bom e momentos que est√° sendo mau. N√£o existe Ser Humano totalmente bom nem totalmente mau. N√≥s nos achamos boas pessoas at√© que algu√©m possa ler nossos pensamentos. Todos n√≥s temos sombra! Nossa sombra √© feita de pensamentos, emo√ß√Ķes e impulsos que achamos dolorosos, constrangedores ou desagrad√°veis para aceitar. Ao inv√©s de lidarmos com eles, os reprimimos e negamos. Se voc√™ n√£o concorda e pensa ‚Äúeu sou bom, n√£o fa√ßo mau a ningu√©m‚ÄĚ ser√° que voc√™ est√° sendo bom para voc√™ mesmo? Muitas vezes, as pessoas s√£o muito m√°s com elas mesmas. Todos n√≥s temos sombras que afetam outras pessoas e somos afetados pelas sombra dos outros, principalmente das pessoas que mais convivemos. N√≥s (na verdade nosso Ego ferido) escondemos tudo aquilo que n√£o aceitamos em n√≥s, negamos nosso lado mau. Para fazermos isso perfeitamente (achamos que fazemos) nosso Ego constr√≥i uma m√°scara (persona) que esconde dos outros nossos defeitos e nossa vulnerabilidade e mostra ou cria caracter√≠sticas que s√£o admiradas e bem aceitas. O objetivo √© ser amado, aceito e admirado pelo maior n√ļmero de pessoas, ou s√≥ pelas mais importantes. N√≥s temos caracter√≠sticas boas e ruins, mostramos as boas e escondemos as ruins. Muitas vezes escondemos de n√≥s mesmos. Sempre haver√° um ‚Äúmas‚ÄĚ e sempre haver√° um bom argumento para explicar uma resposta emocional ou um comportamento negativo. Fomos condicionados a temer o lado obscuro da vida, assim como o nosso. Negar nosso lado negativo intensifica o poder da sombra. Cada aspecto que vemos no outro, positivo e negativo existe dentro de n√≥s. Temos todas as emo√ß√Ķes e caracter√≠sticas humanas, mas √© mais f√°cil projet√°-las nos outros do que reconhece-las em n√≥s. Se voc√™ anda julgando muito os outros √© porque tem muita sombra dentro de voc√™. Reconhecer e integrar nossa sombra √© um dos exerc√≠cios mais dif√≠ceis que uma pessoa pode fazer, exige humildade, autoconhecimento e muita vontade de querer ser algu√©m melhor. A maioria das pessoas n√£o entende esse conceito e n√£o conhece sua sombra, por isso que estamos vivendo um colapso mundial. O que vemos no mundo √© o resultado da sombra de cada um projetada no inconsciente coletivo. N√£o h√° nada que vemos fora que n√£o exista dentro. Nosso comportamento n√£o deve depender do comportamento dos outros e sim dos nossos valores e princ√≠pios. Quando n√£o √© assim, a pessoa torna-se muito vulner√°vel, cria problemas onde n√£o tem e sofre por coisas que ela mesma criou, al√©m de se tornar um alvo f√°cil para a manipula√ß√£o. ‚ÄúQuando abra√ßamos a nossa totalidade, experimentamos a liberdade. √Ä medida que atravessamos nossas sombras, podemos recuperar nossa luz‚ÄĚ. (Deepak Chopra)

  • Todos os nossos comportamentos s√£o definidos apenas por duas coisas: prazer e dor. Temos rea√ß√Ķes instintivas √° eles.N√£o tomamos decis√Ķes racionalmente, √© o nosso lado emocional quem decide, nos aproximando do prazer ou nos afastando da dor, depois explica para o lado racional o motivo da escolha.O que associamos ao prazer e a dor que definir√° nosso destino, pois nossas escolhas s√£o inconscientes e baseadas nessas associa√ß√Ķes.Mas o que √© o prazer?√Č uma sensa√ß√£o de bem estar e plenitude, n√£o necessariamente ligada √† alegria ou felicidade. √Č uma resposta da mente indicando que nossas a√ß√Ķes est√£o sendo ben√©ficas, por√©m ‚Äúben√©ficas‚ÄĚ √© subjetivo, podemos sentir prazer fazendo coisas que n√£o s√£o saud√°veis ou legais.√Č de natureza humana sentirmos prazer quando satisfazemos nossas necessidades fisiol√≥gicas: fome, sede, sono, sexo, excre√ß√£o e abrigo. E se algu√©m n√£o sentir prazer fazendo alguma dessas coisas √© porque h√° algum trauma por tr√°s que deve ser tratado.Seguindo a pir√Ęmide de Maslow, tudo que h√° nela s√£o fontes de prazer, como a sensa√ß√£o de seguran√ßa quando nos sentimos inseguros, a sensa√ß√£o de ser amado quando nos sentimos carentes, ou seja, satisfazer nossas necessidades nos d√° muito prazer. Tamb√©m por sermos reconhecidos pelo que somos ou pelo que fazemos, assim como a auto realiza√ß√£o quando conquistamos algo que desejamos pelo nosso pr√≥prio esfor√ßo. Ganhar algo que queremos nos d√° alegria passageira, conquistar algo nos d√° prazer duradouro.Muitas coisas podem ser fontes de prazer, quanto mais autoconhecimento uma pessoa tem, mais ela sentir√° prazer, pois tomar√° decis√Ķes alinhadas com suas preferencias.Um grande problema da nossa cultura √© que o prazer est√° relacionado apenas a tr√™s coisas: poder, dinheiro e sexo, e √© assim que o mundo vai caminhando para um lugar que ningu√©m gosta, por√©m desenvolver consci√™ncia ningu√©m quer.A falta de consci√™ncia pode ser um grande perigo quando falamos de prazer, pois √© por esse caminho que somos facilmente manipulados. Um exemplo disso s√£o as grandes ind√ļstrias aliment√≠cias que visam apenas o lucro e n√£o a sa√ļde. Refrigerantes, doces e v√°rios alimentos n√£o fazem bem, por√©m tem um √≥timo sabor e por isso s√£o consumidos aos montes, e depois a ind√ļstria farmac√™utica lucra com corpos adoecidos.Somos manipulados tamb√©m pelo nosso ego, que ao buscar um prazer sem consci√™ncia, pode nos colocar em situa√ß√Ķes terr√≠veis. Qualquer coisa errada que algu√©m fa√ßa √© pela busca de algum tipo de prazer, por√©m jamais chegar√° ao prazer pleno por esse caminho.√Č da natureza humana ser bom, quando algu√©m foge disso √© porque est√° sofrendo e reagindo, ent√£o est√° se afastando da fonte genu√≠na do prazer, est√° seguindo uma ilus√£o.A busca pelo prazer instant√Ęneo faz com que as pessoas desenvolvam h√°bitos nocivos como compuls√Ķes e v√≠cios. Masquando h√° consci√™ncia, o prazer fica muito melhor e infinito.√Č s√≥ observar, realmente olhar as verdades da vida. Quais s√£o as coisas que mais causam prazer e que s√£o verdadeiras e n√£o manipula√ß√Ķes? A resposta √© mais simples do que parece, tenho certeza de que se voc√™ quiser descobrir, n√£o vai demorar muito e ter√° uma vida com muito mais qualidade.

  • O livro ‚ÄúO pequeno Pr√≠ncipe‚ÄĚ foi escrito em 1943 pelo franc√™s Antoine de Saint-Exup√©ry e ainda √© o livro franc√™s mais traduzido e vendido no mundo.¬†Trata-se de uma f√°bula, ou melhor, uma par√°bola que ensina aos adultos algumas verdades da vida. Disfar√ßado de livro infantil, o autor descreve atrav√©s de met√°foras alguns ensinamentos que s√≥ atrav√©s dos olhos de uma crian√ßa podemos relembrar dessa nossa sabedoria. √Č uma hist√≥ria riqu√≠ssima e cheia de ensinamentos que se aplicados, tornariam nossos relacionamentos mais f√°ceis. O livro come√ßa com o autor relatando sua experi√™ncia infantil, quando ao desenhar uma jib√≥ia que engoliu um elefante todos os adultos viam um chap√©u.¬†‚ÄúAs pessoas grandes t√™m sempre necessidade de explica√ß√Ķes‚Ķ‚ÄĚAdultos realmente se negam a enxergar as verdades da vida, precisam de explica√ß√Ķes racionais para se convencer de alguma coisa, quando na verdade somos muito mais seres emocionais do que racionais e fingimos que n√£o. O autor continua relatando sua hist√≥ria at√© a fase adulta, quando se perde no deserto e conhece o Principezinho, ou podemos dizer que ele entra em contato com a sua crian√ßa interior. Atrav√©s de longas conversas durante o dia, o pr√≠ncipe vai passando ao autor sua ess√™ncia atrav√©s de questionamentos, relatando sua rotina em seu pequeno planeta.¬†Uma grande preocupa√ß√£o do pr√≠ncipe s√£o os Baob√°s, uma planta que se n√£o for arrancada assim que aparece pode tomar conta e destruir seu planeta. ‚ÄúAs sementes ruins de Baob√°s s√£o pequenas antes de crescer, √© preciso arrancar logo, mal a tenhamos conhecido‚ÄĚ. Podemos aprender com essa li√ß√£o a como combater o mal que se aproxima de n√≥s, seja nossa sombra ou algu√©m pr√≥ximo. Todo mal antes de crescer tamb√©m √© pequeno e come√ßa aos poucos. Quando uma pessoa nos maltrata, geralmente ela come√ßa aos poucos e n√≥s permitimos que esse mal cres√ßa, assim como nossa raiva, tristeza e m√°goa. O relacionamento do pr√≠ncipe com sua flor √© conturbado e o deixa confuso, assim como muitos de nossos relacionamentos. Foi por isso que ele partiu de seu planeta. ‚ÄúN√£o soube compreender coisa alguma! Deveria t√™-la julgado pelos atos, n√£o pelas palavras.‚ÄĚ Diz isso quando descreve uma briga com a flor, √© o que fazemos em nossos relacionamentos, julgamos as pessoas pelo que elas falam, mas quem disse que elas sabem o que falam? Devemos julgar as pessoas pelos seus atos. Devemos julgar as pessoas? Sim. Essa hist√≥ria de n√£o julgar os outros √© s√≥ para Jesus, enquanto formos seres humanos estaremos julgando querendo ou n√£o, ent√£o vamos usar o equil√≠brio para isso tamb√©m. N√£o devemos julgar os outros sem olhar para nossos erros, pois de nada adianta, o que vemos fora est√° dentro, por isso nos identificamos. Devemos julgar se devemos manter as pessoas ao nosso lado, se elas est√£o nos acrescentando ou nos prejudicando e tamb√©m se podemos ajud√°-las. Como far√≠amos isso sem julgar? ‚Äú√Č preciso que eu suporte duas ou tr√™s larvas se quiser conhecer as borboletas.‚ÄĚ Podemos aplicar essa met√°fora em v√°rios pontos de nossa vida. Em rela√ß√£o a n√≥s mesmos, sobre nosso crescimento e amadurecimento, ou com os outros. At√© conhecermos bem uma pessoa, precisamos passar pela barreira social que alguns colocam, at√© conquistarmos sua confian√ßa e vermos as borboletas, talvez enfrentemos larvas. No encontro do pr√≠ncipe com o rei de outro planeta, pr√≥ximo ao seu, aprendeu algumas li√ß√Ķes: ‚Äú√Č preciso exigir de cada um o que cada um pode dar. A autoridade repousa sobre a raz√£o.‚ÄĚ Quando n√£o fazemos isso ficamos frustrados e quem cria essa situa√ß√£o? ‚ÄúTu julgar√°s a ti mesmo. √Č o mais dif√≠cil. √Č bem mais dif√≠cil julgar a si mesmo que julgar os outros. Se conseguires julgar-te bem, eis o verdadeiro s√°bio.‚ÄĚ O pr√≠ncipe visitou mais alguns planetas, em um deles encontrou um b√™bado, ficou preocupado e perguntou porque ele bebia, ele respondeu:¬†‚ÄúEu bebo para esquecer que tenho vergonha de beber‚ÄĚ. Toda compuls√£o, ou v√≠cio, se d√° pelo mesmo motivo, vergonha de si mesmo, e a vergonha s√≥ aumenta. Ao inv√©s de ter disciplina para sermos quem gostar√≠amos de ser, fugimos de n√≥s atrav√©s dos v√≠cios. Em outro planeta conheceu um acendedor de lampi√Ķes. Que acendia e apagava seu lampi√£o, e sua explica√ß√£o para isso era que estava seguindo o regulamento. Mas o que ele mais gostava de fazer era dormir. Quantas pessoas vivem assim, trabalham em uma fun√ß√£o sem ter um prop√≥sito e quando podem s√≥ querem dormir. ‚ÄúAs estrelas s√£o todas iluminadas. N√£o ser√° para que cada um possa um dia encontrar a sua?‚ÄĚ Ao chegar √† Terra ele n√£o encontrou ningu√©m, ent√£o achou uma estrada e seguiu, chegou a um jardim que tinha muitas flores iguais a sua, ent√£o ficou triste e decepcionado pois antes se sentia rico por ter uma flor at√© que descobriu que ela n√£o era √ļnica, era comum. Ao inv√©s de ficarmos felizes e gratos com o que temos, sempre estamos pensando na falta, o que nos deixa infeliz. Mas √© uma escolha sentir gratid√£o por tudo que temos ou sentir a falta de tudo o que n√£o temos. ‚Äď ‚ÄúO que √© cativar?‚ÄĚ ‚Äď ‚ÄúUma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa criar la√ßos.‚ÄĚ ‚Äď Tu n√£o √©s apenas para mim sen√£o um garoto inteiramente igual a cem mil outros. E eu n√£o tenho necessidade de ti, e tu n√£o tens tamb√©m necessidade de mim. N√£o passo a teus olhos uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas se tu me cativas, n√≥s teremos necessidade um do outro. Ser√°s para mim √ļnico no mundo. E eu serei para ti √ļnica no mundo.‚ÄĚ Para mim, o di√°logo com a raposa √© a passagem mais linda do livro, tem tanto significado. Se as pessoas se cativassem umas as outras, ter√≠amos muito mais pessoas √ļnicas em nossa vida, e ela teria mais significado. ‚ÄúS√≥ se conhece bem as coisas que cativou. Os homens n√£o t√™m mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo pronto em lojas, mas n√£o existem lojas de amigos. Os homens n√£o t√™m mais amigos.‚ÄĚ Quando o pr√≠ncipe ia¬†embora, a raposa lhe contou um segredo: ‚ÄúS√≥ se v√™ bem com o cora√ß√£o. O essencial √© invis√≠vel aos olhos‚Ķ Tu te tornas eternamente respons√°vel por aquilo que cativas.‚Ä̬†Devemos levar esse ensinamento para a vida e repeti-lo todos os dias. Quando entendermos o que quer dizer, n√£o teremos mais motivos para sofrer. Depois de um tempo o pr√≠ncipe quis voltar ao seu planeta, mas deixou as lembran√ßas como presentes para seu amigo. ‚ÄúE quando te houveres consolado (a gente sempre se consola), tu te sentir√°s contente por me teres conhecido.‚Ä̬†Tantas pessoas que passam pela nossa vida, n√£o devemos sentir falta delas e sim lembrar tudo de bom que aprendemos com elas. E quando partiu para seu planeta ainda alertou ‚ÄúTu sofrer√°s, eu parecerei morto e n√£o ser√° verdade. √Č longe demais, eu n√£o posso carregar esse corpo, √© muito denso, mas ser√° como uma velha casca abandonada. Ser√° bonito, sabes?‚ÄĚ E com isso podemos ter uma ideia de morte, um dia abandonaremos uma casca e voltaremos ao nosso planeta.

  • - Qual √© o seu sonho? - √Č ter uma casa bonita e confort√°vel, ter bastante dinheiro para viver tranquilamente e n√£o precisar mais trabalhar. - Esses s√£o seus objetivos, mas qual √© seu verdadeiro sonho? - Como assim? - Pelo que voc√™ viveria se dinheiro n√£o fosse um problema? - Ah, eu iria viajar. - E depois que tivesse viajado o mundo todo? Depois de passar 3 anos viajando, o que voc√™ faria? - Eu n√£o sei. E √© assim com a maioria das pessoas... Elas podem passar uma vida inteira na ilus√£o sem conseguir acessar sua verdadeira miss√£o. Acreditam que precisam de coisas para ser feliz. Reclamam quando as coisas saem diferente do que planejaram. Passam os dias sem estarem realmente presentes no que est√£o fazendo. E tamb√©m n√£o fazem nada pare realizar seus objetivos. Se alimentam sem consci√™ncia, falam o que n√£o gostariam, aceitam sem refletir. E julgam os outros. Todos somos assim. √Č preciso consci√™ncia e for√ßa para sair dessa roda inconsciente. Mas mesmo com toda essa inconsci√™ncia humana, mesmo que o mundo esteja da forma que est√°, mesmo que tudo pare√ßa errado. Quando continuamos a conversa e insistimos no sonho das pessoas, l√° est√° a luz que todos n√≥s temos. Ainda brilha, cada um do seu jeito, mas todos brilhantes. √Č como achar um diamante em uma mina, √© m√°gico, perfeito. Todos os seres humanos nasceram para brilhar. E ent√£o a maioria me responde: - Eu iria ajudar as pessoas. E √© esse o motivo de um Ser Humano existir, ajudar aos demais a serem livres, felizes, plenos. Sem cren√ßas limitantes e pensamentos negativos. Ajudar aos demais a se tornarem Seres integrais, s√°bios e iluminados para que todos brilhem. Apoiar outras pessoas a realizarem sonhos √© um dos maiores prazeres que uma pessoa pode sentir. E n√≥s sabemos disso, pois nos emocionamos quando vemos uma hist√≥ria de supera√ß√£o e realiza√ß√£o, imagine poder fazer parte disso? Seres humanos s√£o amorosos, e quando n√£o demonstram isso √© porque est√£o machucados, sofrendo, ou n√£o receberam o amor que gostariam. O verdadeiro sonho de todos √© apoiar os outros para que todos vivam mais felizes. O resto s√£o objetivos que podem facilmente ser conquistados. Se voc√™ n√£o est√° feliz, experimente fazer algu√©m feliz. Uma pessoa desconhecida. Fa√ßa algo sem querer nada em troca. Doe seu tempo, seu talento, seu conhecimento. E tamb√©m realize seus objetivos, sem desculpas, sem medos. Brilhe e fa√ßa os outros brilharem.

  • As pessoas s√£o muito parecidas uma com as outras. Todos n√≥s sofremos pelas mesmas causas e temos alegrias muito parecidas. Dentro de uma normalidade, o que nos faz bem e o que nos faz mal s√£o as mesmas coisas. Intimamente sabemos o que o outro sente, pois sentimos da mesma forma. Tentamos de todo jeito disfar√ßar e nos fazer de ‚Äúdur√Ķes‚ÄĚ, inabal√°veis e indestrut√≠veis, evolu√≠dos, mas √© tudo fachada. Sentimos medo, muito medo. E quanto mais dur√Ķes parecemos √© por que mais medo sentimos. O ser humano √© fr√°gil. Todos. Somos o que h√° de mais fr√°gil em todo o planeta, o que mais precisa de cuidado e amor. Muito amor. √Č preciso tratar um outro Ser de uma forma muito delicada. Como se fosse algo t√£o¬†fr√°gil, que quebrasse √† m√≠nima press√£o. Pois somos assim. Somos e fingimos que n√£o. Somos puro amor e rejeitamos nossa natureza. E isso nos faz mal. N√£o existe uma √ļnica pessoa que n√£o fique feliz em saber que √© amada, admirada. Estamos todos em uma busca constante de amor, aprova√ß√£o e reconhecimento. E se consegu√≠ssemos deixar essas necessidades para tr√°s, ser√≠amos realmente felizes. Pessoas que agem mal, fazem o que fazem porque sentem¬†medo. Medo de n√£o ser amado, aceito, reconhecido ou respeitado. E numa tentativa torta de corrigir isso, prejudicam os outros. E isso causa dor, culpa, raiva e quanto pior fazem, pior s√£o tratados e pior se sentem e mais dif√≠cil de se sentirem amados. E mais coisas ruins fazem. E isso n√£o tem fim. Quando algu√©m for agressivo com voc√™, lembre-se, ele est√° sofrendo, de alguma forma est√° sentindo dor e medo. E por isso acha que atacar vai lhe proteger. Ele s√≥ est√° tentando se defender de uma amea√ßa imagin√°ria. Quantas pessoas voc√™ conhece que s√£o realmente conscientes, congruentes e buscam evoluir espiritualmente? Talvez delas voc√™ possa esperar um comportamento diferente. Mas de todas as outras, o comportamento √© sempre o mesmo. Pessoas atacando, ofendendo, humilhando, rebaixando ou sendo rudes com outras pessoas para tentar se sentir melhor. E elas se sentem melhor? N√£o. Elas est√£o frustradas, perdidas, depressivas, explosivas, sem a menor no√ß√£o de por que nasceram, qual o prop√≥sito de suas vidas. E cada vez mais vemos pessoas assim. Infelizmente. Percebe como estamos todos conectados? Nos afetamos mutuamente. Uma pessoa com medo pode ser agressiva com uma pessoa que est√° bem, mas ao ser atacado esse sentimento de bem estar se transforma em raiva e isso far√° com que ela ataque outra pessoa e esse ciclo se perpetua. O medo √© a raiz de todos os outros sentimentos. Quando sentimos raiva √© porque temos medo de estar inadequado, de n√£o ser aceito, de nossa ideia n√£o ser boa o suficiente ou porque a nossa realidade est√° de uma forma que n√£o gostamos . Quando sentimos culpa na verdade √© por medo de ter machucado algu√©m, de ter estragado alguma coisa boa e de n√£o ser bom o suficiente. A tristeza tamb√©m tem sua raiz no medo, um medo de n√£o ser amado, de n√£o ser merecedor. A ansiedade √© medo do futuro, de n√£o conseguir controlar o que est√° por vir. O desespero √© na verdade o medo de nada estar certo. E por a√≠ vai‚Ķ Mas o medo √© o sentimento que menos assumimos, √© considerado um sentimento infantil que n√£o pode ser expressado por adultos, principalmente homens. Mas se n√£o assumimos como podemos resolv√™-lo?

  •   H√° quem amou, quem odiou, e quem n√£o entendeu. Uma bela e complexa mistura de f√≠sica, espiritualidade, f√≠sica qu√Ęntica, m√°fia coreana, a√ß√£o com a ideia de que os seres humanos utilizam apenas 10% do c√©rebro. Lucy √© uma jovem de classe m√©dia que leva uma vida normal, mora e estuda em Taiwan. Vivida por¬†Scarlett Johansson. Depois de cair em uma armadilha, em que √© presa a uma maleta, contendo pequenos sacos de CPH4 em p√≥, uma droga sint√©tica. Lucy¬†√© levada por um grupo de mafiosos coreanos, que ao descobrirem o conte√ļdo da maleta, decidem vend√™-lo.¬†Lucy¬†√© usada como "mula", tendo a droga colocada dentro de sua barriga atrav√©s de uma cirurgia clandestina. Quando chega ao seu destino, Lucy se defende de um abusador e √© golpeada muitas vezes na barriga, o pacote de CPH4 se rompe e o conte√ļdo se espalha, reagindo quimicamente em seu organismo. A consequ√™ncia disso √© a possibilidade de acessar mais partes de seu c√©rebro, chegando a 100% de sua capacidade e ter a percep√ß√£o da realidade expandida. Ela passa a perceber as coisas atrav√©s dos √°tomos e n√£o da mat√©ria, como n√≥s percebemos, por isso desenvolve a capacidade de alterar qualquer coisa material. O que teoricamente √© poss√≠vel, pois tudo que h√° √© da forma que √© por um arranjo de √°tomos, tudo √© composto por √°tomos que vibram, ent√£o para mudar qualquer coisa √© preciso apenas reorganiza-los. Pensem, usando apenas 10% da nossa capacidade mental, criamos a linguagem, a filosofia, civiliza√ß√Ķes, culturas, tecnologia. Imagine se todos acessassem e usassem 100%?! E como eu sei que usamos apenas 10%? Porque h√° exemplos de seres humanos que fizeram coisas extraordin√°rias e que a maioria jamais conseguiria fazer. N√£o sei se acessaram 100% mas com certeza muito mais do que 10%. Por que Jesus nasceu e viveu como um ser humano? Para nos mostrar a imensa capacidade que temos e que n√£o usamos. ‚ÄúEnt√£o Deus disse, fa√ßamos o homem √† nossa imagem, conforme a nossa semelhan√ßa...‚ÄĚ (G√™nesis 1:26). Uma met√°fora b√≠blica para nos mostrar que temos um grande potencial divino. Ent√£o, como acessar toda nossa capacidade mental? A resposta est√° no filme. Nada disso √© comprovado pela neuroci√™ncia, e mesmo que fosse essa ideia n√£o poderia ser liberada para todas as pessoas, pois a maioria √© despreparada e n√£o sabe lidar com o ego e muito menos com o poder que temos. Ent√£o posso dizer que se trata de um filme de fic√ß√£o cientifica com muita verdade embutida. Mas vamos ao dialogo esclarecedor: - Como conseguiu acessar toda essa informa√ß√£o? - Impulsos el√©tricos, cada c√©lula conhece e conversa com todas as outras, elas trocam mil bits de informa√ß√£o por segundo entre si. As c√©lulas se agrupam formando uma rede de comunica√ß√£o entre si, gigantesca, que por sua vez forma a mat√©ria. As c√©lulas se re√ļnem, assumem uma forma, se deformam do jeito que quiser, n√£o faz diferen√ßa, √© tudo igual. - Os humanos se consideram √ļnicos, ent√£o basearam toda sua teoria de exist√™ncia em sua singularidade, 1 √© a sua unidade de medida, mas n√£o √©. Todos os sistemas sociais que criamos s√£o apenas esbo√ßos, 1 + 1 = 2 √© s√≥ o que apreendemos, mas 1 + 1 nunca foi igual a 2. Na verdade n√£o existem n√ļmeros, nem letras, codificamos nossa exist√™ncia para reduzi-la ao tamanho do homem, para deixa-la compreens√≠vel. Criamos uma medida para podermos esquecer sua insond√°vel escala. - Filmem um carro correndo em uma estrada, acelerem a velocidade da imagem infinitamente e o carro desaparece. Ent√£o que prova temos de sua exist√™ncia? O tempo d√° legitimidade a sua exist√™ncia. O tempo √© a √ļnica unidade real de medida. Ele √© prova da exist√™ncia da mat√©ria. Sem o tempo n√£o existimos. - Todo esse conhecimento. N√£o sei se a humanidade est√° preparada para ele. Somos movidos pelo poder e o lucro. Diante da natureza humana, pode nos trazer apenas instabilidade e caos. - A ignor√Ęncia tr√°s o caos, n√£o o conhecimento.   O filme sugere que quem consegue acessar mais de 10% da capacidade cerebral, come√ßa a desenvolver total controle sobre o pr√≥prio corpo, c√©lulas, metabolismo. N√£o h√° mais obst√°culos, √© poss√≠vel acessar todo o inconsciente e lembrar-se de todas as experi√™ncias j√° vividas. Controle tamb√©m das outras pessoas; das ondas magn√©ticas e el√©tricas. Lucy diz: ‚ÄúN√£o h√° sentimentos de dor, medo, desejo. Tudo que faz um humano desaparece.‚ÄĚ Entendo isso como, tudo que √© do ego desaparece, pois tendo um acesso √† totalidade do Ser, vive-se na ess√™ncia do Ser, vive-se toda a verdade e n√£o mais armadilhas do ego. Ao se aproximar de 100% de sua capacidade, ela compreende, e vivencia, a base da teoria qu√Ęntica e tamb√©m espiritual. Somos todos um e todo tipo de separa√ß√£o √© ilus√≥ria. Abra sua mente para novas ideias... Se pegarmos o planeta Terra e compactarmos toda sua hist√≥ria em um ano, os humanos apareceriam no planeta nos √ļltimos minutos do dia 31 de dezembro. Isso quer dizer que somos muito, muito jovens e que todo o conhecimento que temos √© pouco para afirmarmos qualquer coisa com certeza. Pensando nisso, a ideia de ter controle sobre o pr√≥prio corpo e o ambiente √© t√£o absurda? Como todos somos uma coisa s√≥, entendemos que dois objetos/pessoas podem estar conectados independente da distancia que os separa. Isso explica o inconsciente coletivo, cura a distancia e outras coisas. No in√≠cio, antes do Big Bang toda a mat√©ria estava agrupada, acumulada em um ponto que depois da explos√£o se expandiu. Tudo que estava l√° ainda permanece e est√° correlacionado. Vamos pensar um pouco em f√≠sica, el√©trons, todo el√©tron vibra, em uma certa frequ√™ncia, e forma um campo ao seu redor e todas as part√≠culas, de tudo que h√°, s√£o concentra√ß√Ķes desse campo, ent√£o tudo √© campo e tudo est√° conectado. E dependendo da frequ√™ncia, o el√©tron consegue se estabilizar com uma nova massa. Quando Lucy¬†sai de seu corpo biol√≥gico, torna-se apenas consci√™ncia, ela tem no√ß√£o de tudo que j√° foi, √© e ser√° na hist√≥ria do nosso planeta. A mesma ideia do registro¬†Ak√°shico. O ser humano √© algo primitivo. O corpo humano biol√≥gico √© primitivo, e quando a consci√™ncia se junta com o corpo, ela esquece o conhecimento que tinha antes e vive as caracter√≠sticas do ser denso com seus padr√Ķes de comportamento existentes em toda a vida terrestre. Ao se afastar dos obst√°culos da biologia e se aproximar do conhecimento universal, passa a se tornar um ser ‚Äúascendido‚ÄĚ. O que faz de nos o que somos e primitivo s√£o s√≥ obst√°culos. Para quem n√£o concorda com nada disso, no m√≠nimo o filme √© muito v√°lido, pois nos tira da ilus√£o da vida mundana e nos faz pensar: ‚ÄúA vida nos foi dada a milh√Ķes de anos, e o que fizemos com ela?‚ÄĚ O que, n√≥s, seres humanos, fizemos do planeta? Da nossa vida? Para seres primitivos como n√≥s a vida parece ter s√≥ um proposito: ganhar dinheiro¬†e sobreviver ao tempo. Mas tamb√©m passar adiante o que se aprendeu, voc√™ eleva o n√≠vel da sua consci√™ncia com o conhecimento aprendido, e o passa para frente para que os outros possam fazer o mesmo e assim, todos evolu√≠mos. Uma coisa da qual discordei √© que √† medida que ela passa a usar toda sua capacidade cerebral, torna-se fria e sem sentimentos, quase rob√≥tica. Acredito no contr√°rio, assim que se pode acessar a tudo, √© mais f√°cil se perceber e sentir a liga√ß√£o com os outros, sentir empatia, recuperar a verdadeira humanidade, lembrando que somos uma-unidade. Nos tornar cada vez mais iluminados, s√°bios e √≠ntegros. ¬†‚ÄúA vida nos foi dada h√° bilh√Ķes de anos, agora j√° sabem o que fazer com ela.‚ÄĚ (Lucy)

  • Labirinto ‚Äď A magia do tempo¬†√© um filme de 1986 que marcou a inf√Ęncia de uma gera√ß√£o, um cl√°ssico. O filme cont√©m tudo que um bom filme anos 80 precisa inclusive David Bowie no elenco. A hist√≥ria relata a ‚ÄúJordana do Her√≥i‚ÄĚ de Sarah Williams, uma jovem de 15 anos que est√° passando por uma crise adolescente. Ela tem um irm√£o ainda beb√™, Toby, fruto do casamento de seu pai com sua madrasta, do qual ela sente muito ci√ļmes, a ponto de desejar que ele n√£o existisse. O filme todo se passa em apenas uma noite em que Sarah deve tomar conta de Toby. Irritada pelo fato de o irm√£o n√£o parar de chorar e por ter que cuidar dele, ela come√ßa a fantasiar e fazer cita√ß√Ķes de trechos de seu livro ‚ÄúLabyrinth‚ÄĚ nos quais uma garota recebe poderes do rei dos duendes. Ent√£o, ao sair¬†¬†do quarto do irm√£o, ela apaga a luz e diz:¬†‚ÄúEu desejo¬†que os duendes apare√ßam e levem vo c√™ agora mesmo!‚ÄĚ. Repentinamente, Toby para de chorar. Preocupada, ela volta ao quarto do irm√£o e percebe que ele desapareceu. Ent√£o, uma¬†coruja entra pela janela e se transforma no rei dos duendes, Jareth (David Bowie), que diz a Sarah que realizou seu desejo. Arrependida, ela pede para ele desfazer o feiti√ßo, mas para isso, Jareth lhe d√° uma miss√£o a ser realizada em treze horas: atravessar o labirinto que separa o mundo exterior do castelo dos duendes, onde Toby est√°. Come√ßa ent√£o sua Jornada do Her√≥i. O labirinto n√£o tem um padr√£o e n√£o obedece a uma logica racional. Para ultrapass√°-lo √© preciso tamb√©m desvendar alguns enigmas. Partindo para uma vis√£o psicol√≥gica e um pouco espiritualizada, o filme representa exatamente a vida de uma pessoa normal, dominada pelo ego, como a maioria das pessoas desse planeta. O labirinto representa a mente. Uma mente que √© dominada pelo ego, a princ√≠pio, e que passa a¬†ter um prop√≥sito¬†a partir do aprendizado adquirido com cada etapa vencida. Se conquistar o labirinto e sobreviver, aprendendo com cada dificuldade ent√£o aprendeu a dominar o ego e est√° se elevando espiritualmente. Jareth representa o Ego e cada personagem do labirinto representa um aspecto da personalidade de Sarah. O ego √© um desejo profundo de dominar, controlar, o mundo, as pessoas as situa√ß√Ķes. √Č a mente que depende de algo externo. Que procura uma felicidade apenas externa, em coisas materiais, em breve prazeres isso √© o EU falso. O ego √© que nos da a ideia de falta, de que somos incompletos e que n√£o somos perfeitos. Apenas quando o ego √© dominado √© que realmente vivemos o nosso potencial, seres perfeitos e abundantes, a consci√™ncia que h√° em todo ser se ergue, uma consci√™ncia eterna, atemporal, imortal. Para entender melhor a ideia de ego √© preciso perceber a diferen√ßa entre os tipos de pessoas: as pessoas dominadas pelo ego que brigam facilmente, n√£o entendem os outros, s√£o confusas e sempre insatisfeitas. As pessoas que s√£o espiritualmente maduras solucionam os problemas discutindo com empatia, tentam entender os outros. ¬†(Leia mais sobre isso em¬†‚Äúcomo brigar com consci√™ncia ‚Äú) Quando Sarah busca pelo seu irm√£o, ela na realidade est√° buscando a si mesma na sua vers√£o mais pura, a de um beb√™, que √© o √ļnico momento da vida em que somos verdadeiramente o que dever√≠amos: pura ess√™ncia, um ser sem ego, sem medos, sem travas, puro amor. Enquanto Jereth/ego est√° no comando, Sarah faz o que ele quer, atravessa o labirinto com uma vis√£o racional, passa por dificuldades e tenta sobreviver, exatamente como algumas pessoas vivem, passam pela vida apenas tendo dificuldades e tentando sobreviver, justamente por estarem dominadas pelo ego. Logo que Sarah entra no labirinto ela percebe que n√£o h√° passagens, nem cantos nem curvas, apenas um caminho reto. Ela est√° seguindo com um pensamento racional, assim como n√≥s, quando olhamos para um problema, procuramos uma sa√≠da racional e n√£o vemos as infinitas possibilidades. Sarah tem sua primeira li√ß√£o, na mente/labirinto as coisas n√£o s√£o sempre o que parecem, ela percebe que est√° supondo que o caminho √© assim e que talvez n√£o seja realmente. Ela se abre para o novo e tem a intui√ß√£o de ir para o lado esquerdo, que √© o caminho certo, mas uma minhoca fala para ela n√£o ir por ali e ela obedece. Ainda dominada pelo ego, n√£o percebe sua sabedoria interior, n√£o ouve sua intui√ß√£o e prefere seguir os conselhos de um verme. Quantas vezes fazemos isso em nossa vida? Ainda usando a mente racional, ela pinta uma pedra no ch√£o com uma seta indicando para onde est√° indo, a fim de n√£o se perder, mas a pedra muda de posi√ß√£o e ela se irrita e acha isso injusto. Quantas vezes achamos injustos os acontecimentos da vida, mas na verdade apenas n√£o sabemos como o labirinto funciona. Sarah insiste em usar a l√≥gica e se depara com um grande enigma que pode custar sua vida, ela ent√£o responde de forma correta e se salva, assim aprende a seguir sua intui√ß√£o, pelo menos por hora e vai parar no calabou√ßo, onde tem uma conversa com sua consci√™ncia, Hoggle, um duende, pensa em desistir, sente medo, faz um acordo com ele e segue em frente. O ego domina a consci√™ncia, mas n√£o a ess√™ncia. Ela consegue voltar ao labirinto e encontra um velho s√°bio. Ele fala para ela: ‚ÄúO caminho adiante, √†s vezes √© o caminho para tr√°s‚ÄĚ. Para entender isso √© preciso pensar que se n√£o conseguimos chegar onde queremos, prosperidade, abundancia, amor, ou quando chegamos onde n√£o gostar√≠amos, conquistamos coisas que n√£o s√£o positivas, √© preciso resolver os conflitos do passado, ent√£o para ir pra frente √© preciso voltar para tr√°s. Outro conselho: ‚ÄúGeralmente parece que n√£o chegamos a lugar algum quando na verdade chegamos‚ÄĚ. Isso √© vivido quando o ego n√£o influencia, quando sentimos gratid√£o pelo que temos ao inv√©s de olhar para o que nos falta. Sarah encontra Ludo, um animal grande e peludo, por√©m d√≥cil. Ludo representa o medo, parece assustador, mas quando o conhecemos ele se torna nosso amigo. H√° uma cena em que v√°rios seres dan√ßam e perdem suas cabe√ßas, eles dizem: ‚Äún√≥s queremos divers√£o‚ÄĚ e logo depois a consci√™ncia/Hoggle puxa Sarah para cima e os dois caem no ‚Äúpo√ßo do fedor eterno‚ÄĚ e encontram o medo/Ludo. O que podemos perceber aqui √© que quando perdemos nossa cabe√ßa a consci√™ncia nos puxa para a realidade e depois temos um momento de ressaca moral ou f√≠sica. Claro que a divers√£o √© importante e muito boa, mas perder a cabe√ßa n√£o √© bom, √© preciso estar presente a todo o momento, pois quando voc√™ n√£o est√° vivendo a sua vida, quem est√°? Logo em seguida Sarah encontra a Didymus/coragem que domina o medo e passam a andam juntos. Ela precisa atravessar uma ponte e ent√£o segue a coragem, mas √© salva pelo medo quando a ponte desmorona. Ent√£o √© necess√°rio medo e coragem em equil√≠brio. A consci√™ncia √© dominada pelo ego, Hoggle da uma fruta envenenada para Sarah que dorme profundamente, sonha e se perde na ilus√£o da consci√™ncia at√© que decide buscar a ess√™ncia, sai da ilus√£o e cai sobre um monte de coisas entulhadas, no meio dessa montanha de lixo encontra uma porta que d√° para seu quarto e se lembra de tudo como um sonho. Come√ßa a ver v√°rios objetos da sua inf√Ęncia, mas ela sente que estava buscando algo que n√£o est√° l√°, mas n√£o se lembra. Essa situa√ß√£o parece com a ilus√£o do consumo, as pessoas sentem um vazio, buscam por algo do qual n√£o se lembram e ent√£o come√ßam a acumular objetos, lixos e coisas sem import√Ęncia. Ela ignora todos os objetos e volta a jornada em busca da sua verdadeira ess√™ncia. Sarah vence todas as armadilhas do ego e consegue chegar at√© a cidade dos duendes junto com a coragem e o medo. H√° uma batalha final e eles vencem e chegam at√© o castelo. Agora j√° dentro do castelo, pronta para enfrentar o ego, ela se v√™ entre v√°rias escadas que n√£o apresentam l√≥gica alguma, mesmo assim ela volta ao padr√£o de pensamento racional e n√£o consegue chegar at√© Toby. Quando chega ao seu limite e n√£o sabe mais o que fazer ela se joga e abandona o racional ent√£o consegue chegar onde quer. Sarah enfrenta seu ego em um di√°logo final. - Eu fui generoso at√© agora, mas posso ser cruel - E o que voc√™ fez de t√£o bom? - Tudo o que voc√™ quis eu fiz. Voc√™ pediu para a crian√ßa ser levada e eu levei. Se acovardou diante de mim e eu fui assustador. Reorganizei o tempo. Virei o mundo de cabe√ßa para baixo e fiz tudo isso por voc√™. Estou cansado de suprir suas expectativas sobre mim. Eu te pe√ßo t√£o pouco, deixe me guiar voc√™ e poder√° ter tudo o que quiser. - Voc√™ n√£o tem poder sobre mim Ent√£o o ego foi dominado e tudo volta ao normal. Sarah est√° novamente em casa, ela entrega seu urso de pel√ļcia para Toby est√° dormindo no ber√ßo, como sinal de amadurecimento. Em seu quarto ela se despede dos amigos que fez no labirinto e diz que precisa deles em sua vida, como forma de integra√ß√£o de sua sombra, seus medos e questionamentos, por√©m amadurecida e sabendo controlar seu ego.

  • Pense, para que brigar? As pessoas que est√£o totalmente controladas pelo ego lutam com unhas e dentes para defender suas opini√Ķes, seus direitos. As pessoas que est√£o espiritualmente elevadas solucionam os problemas discutindo com empatia. Eu acredito que o prop√≥sito da vida √© o amadurecimento da alma e que devemos sempre procurar estar evoluindo. Ent√£o brigar com consci√™ncia significa escutar o outro reconhecendo com palavras ou em sil√™ncio, que a forma como a outra pessoa sente certa situa√ß√£o tamb√©m √© v√°lida e digna de respeito assim como seus pr√≥prios sentimentos. Quando voc√™ estiver envolvido em um s√©rio confronto, compreenda que voc√™ est√° travando uma "batalha da consci√™ncia". O outro est√° servindo de espelho para voc√™ ver o que est√° escondido dentro de voc√™ mesmo. A batalha n√£o √© somente o resultado do que ocorreu ou do que foi dito no "calor" do momento, o que realmente se passa √© o resultado do que o seu ego √©. Por que algumas coisas te chateiam e outras n√£o? Por que se algu√©m disser algo de ruim sobre voc√™, e que voc√™ n√£o concorda, voc√™ o chama de louco e n√£o se aborrece? Percebeu que tudo n√£o passa de um conflito seu com voc√™ mesmo? O outro apenas te ajuda a perceber isso. ¬†Cada ser humano tem uma hist√≥ria de vida, os conflitos surgem da personalidade de cada um, do tipo de impulso egoc√™ntrico que cada pessoa possui, das percep√ß√Ķes do que √© certo e errado, das atitudes que cada um normalmente tem em rela√ß√£o aos outros e a vida em geral. Portanto, quando se envolver em um conflito, tente perceber o que √© seu e o que √© do outro. Ent√£o seja s√°bio, todos somos iguais na origem de nossa alma e no destino, vivemos no mesmo planeta e dividimos experi√™ncias. √Č importante entender o ponto de vista dos outros e n√£o atacar s√≥ para sentir-se melhor, isso √© o ego. Escute seu advers√°rio, tente perceber o que o fez pensar assim, o que ele viveu que o tornou assim, quais s√£o suas feridas que ainda doem. Quando voc√™ ouvir duras acusa√ß√Ķes, acalme-se, provavelmente seu ego ir√° te fazer atacar tamb√©m, permane√ßa em sil√™ncio, isso far√° o outro se sentir ouvido, isso remover√° o sentimento de frustra√ß√£o. Compreenda que com isso voc√™ est√° ajudando seu oponente, mas n√£o precisa se sentir superior. Perceba se o que est√° sendo dito sobre voc√™ √© verdadeiro, controle seu ego e seja humilde, reconhe√ßa suas falhas. Agrade√ßa por permitir-se aceitar a revela√ß√£o de sua pr√≥pria consci√™ncia, tornar-se cada vez melhor. Dessa maneira voc√™ crescer√° psicol√≥gica e espiritualmente. Se voc√™ realmente n√£o compreendeu o que ele disse, ent√£o voc√™ est√° bloqueando mentalmente alguma coisa que n√£o quer ouvir. Seu ego est√° no controle, controle-o voc√™, pe√ßa uma explica√ß√£o mais detalhada, com exemplos de quando ocorreu o que ele diz. Entenda sua dor, sua raiva. Quando conseguir acolher o outro e sua dor, as defesas egoc√™ntricas dele diminuir√£o e ele come√ßar√° a relaxar. Ambos se sentir√£o melhor. Agora voc√™ pode falar como se sente em rela√ß√£o a isso, sem ataca-lo ou humilha-lo, sua resposta n√£o deve levar a um novo conflito, se fizer isso ent√£o seu ego venceu a disputa contra voc√™. Lembre-se de que voc√™ est√° se esfor√ßando para controlar seu ego como um primeiro passo rumo ao amor incondicional e est√° crescimento espiritual. Voc√™ est√° trabalhando para conseguir paz e entendimento entre os dois, n√£o para ganhar pontos ou sentir-se superior.

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