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O jogador nº 1e a 4º Revolução Industrial

O jogador nº 1 é a mais nova obra de Steven Spielberg e podemos dizer que é tão fantástica como seus outros filmes.

Trata-se de um futuro não tão distante em que as pessoas deixam de viver uma vida real para passar seus dias dentro de um jogo, vivendo uma realidade virtual, sendo um avatar/persona criada por elas.

O que parece mais possível? Que as pessoas prefiram viver suas vidas cheias de problemas, dor, fracasso e frustração ou viver em fuga, passando seus dias distraídos em um jogo, sendo outra pessoa, alguém com a aparência que escolher e personalidade também escolhida com um apertar de botões, tendo várias conquistas e sentindo-se herói?

A tendência natural do ser humano é reclamar e não resolver os problemas, então um jogo de realidade virtual será a salvação para os dias de tédio e a ruina de uma sociedade produtiva.

Essa realidade já está aí, podemos ver que a ótima interação de homens com máquinas está se tornando cada vez mais essencial e vital para as pessoas. A partir da terceira revolução industrial, a chamada revolução digital ou do computador, vimos que é quase impossível alguém querer viver sem as facilidades de um smartphone.

As possibilidades ilimitadas de bilhões de pessoas conectadas por dispositivos móveis deu origem a um acesso ao conhecimento sem precedentes, o que possibilita cada vez mais o desenvolvimento de outras coisas como a inteligência artificial, robótica, nanotecnologia, biotecnologia. Essa evolução está apenas começando e é a partir disso que percebemos a vinda de uma quarta revolução industrial.

A primeira Revolução Industrial foi a partir da construção das ferrovias e pela invenção da máquina a vapor, dando início a produção mecânica. A segunda Revolução Industrial iniciou a partir da descoberta da eletricidade, isso possibilitou a produção em massa. A terceira Revolução Industrial foi impulsionada pelo desenvolvimento dos semicondutores, da computação e da internet. E agora, na virada do século, presenciamos a quarta revolução industrial que conta com uma internet mais poderosa e onipresente, sensores cada vez menores e mais potentes e pela inteligência artificial.

As pessoas estão cada vez mais dependentes da tecnologia. Tenho certeza de que você conhece alguém que já está viciado em seu smartphone, ou em jogos eletrônicos e esse é o começo de todo o futuro esboçado no filme.

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