VERDADES DA VIDA

  • 19
    Sep

    Tudo o que nos acontece tem uma razão de ser, um motivo, um sentido, um algo a mais que muitas vezes só conseguimos perceber algum tempo depois. Não somos donos do nosso destino, muitas outras forças estão influenciando o que nos acontece todos os dias, tanto as coisas boas quanto as ruins. Há influencia do nosso inconsciente cheio de crenças e desejos, há influencias de energias, vibrações e frequências. Observe, muito do que planejamos acontece, mas também há muitos imprevistos e surpresas pelo caminho. Somos co-criadores da nossa vida, nem tudo depende de nós, mas podemos ser conscientes e mudar o que não gostamos na nossa vida, também somos capazes de reavaliar o significado que damos para as coisas. Podemos não escolher o que nos acontece, mas escolhemos como reagimos ao que nos acontece. Muitas vezes nos perguntamos: “que ônibus eu peguei pra chegar nesse ponto?!” Se você estiver vivendo uma vida da qual não gosta, pare de reagir e de reclamar, aceite tudo o que está acontecendo, pois é a sua realidade. Veja qual é a lição e o que de bom há nessa situação, pois toda situação ruim tem um lado positivo. Pense na situação que gostaria de estar vivendo, ao invés da que está, e então organize a logística. Onde seu coração está? O que te faz vibrar mais? Não fuja do seu destino. Organize seu sonho para que ele vire a sua realidade!!!!!! A vida segue um fluxo, ou um contra fluxo e quanto antes você perceber em qual deles está, melhor. Estamos no fluxo quando a vida parece leve, as coisas parecem acontecer sozinhas e até quando acontece algo ruim, logo percebemos que é para que algo de melhor aconteça, o mundo conspira a nosso favor. Já o contra fluxo é aquela sensação de tédio, que nada está dando certo, parece que há uma conspiração contra você e que tudo está se arrastando, está errado. Possivelmente esteja mesmo, você está lutando contra a natureza. O que acontece, acontece. O que acaba, acaba. O que não está no controle simplesmente não está. Tem coisas que precisamos deixar acontecer. Não brigue contra o destino, mas isso não é desculpa para deixar a vida sem rédeas, é preciso observar o sentido que a vida te leva, e tentar seguir conforme as coisas vão acontecendo. O sofrimento só existe quando resistimos e queremos que algo aconteça diferente do que é. O segredo da vida é planejar, construir e confiar. Entrega seu desejo ao universo, confia que seu sonho será realizado, aceita o que a vida te colocar como benção ou como lição e agradece por poder viver todas as experiências que te aparecem. Sem apego, sem mágoa, sem resistência. Não deixe de viver por medo de sofrer, perceba para que lado a vida te leva e se joga!   Quer falar mais comigo sobre isso? Clica Aqui

  • 10
    Apr

    13 Reasons Why foi lançado no dia 31 de março pela Netflix e está sendo um grande sucesso mundial. Um tapa na cara da sociedade que finge não perceber assuntos que estão explícitos e que causam um grande estrago na vida das pessoas: bullyng e cyberbullying, machismo, sexualização das mulheres, assédio sexual e por fim, suicídio. A série é sobre a vida de uma adolescente comum dos Estados Unidos, Hannah, que é vitima de inúmeras situações comuns aos adolescentes, e esse é o problema, tudo o que ela passa, a maioria dos adolescentes passam e parece que ninguém acha isso estranho, horrível ou perigoso. Depois de muito sofrimento, falta de comunicação, carência afetiva, dramatização e a junção de muitas decepções, Hannah cometeu suicídio. Em 7 fitas cassete ela relata os eventos e suas percepções de cada coisa que aconteceu, dedicando cada lado das fitas a cada um de seus colegas que lhes deram 13 motivos para não querer mais viver. A grande sacada da série é nos fazer pensar se em algum momento fizemos alguma coisa para alguém que poderia nos tornar um “por que”. E o pior: para a grande maioria a resposta é sim. Somos maus quando sentimos medo. E todos que prejudicaram Hannah estavam com medo de alguma coisa. Isso não justifica, mas explica o motivo de Seres humanos agirem como agem. Se alguém se comporta de forma errada, procure seu medo. Clay Jensen – medo da rejeição da Hannah Justin Foley – medo de ser fraco e perder regalias. Não respeita mulheres, pois nunca viu a mãe ser respeitada. Jessica Davis – medo de ser enganada Alex Standall – medo de não ser aceito pelo grupo, medo do pai. Tyler Down - medo de não pertencer ao grupo, de ser invisível, vingativo Courtney Crimsen – medo de ser quem é e não ser aceita Marcus Cooley – medo de ser rejeitado Zach Dempsey – medo de ser vulnerável Ryan Shaver – medo de ninguém gostar do que ele gosta (poesias) Sheri Holland – medo de levar bronca do pai Bryce Walker – medo de não ser importante Mr. Porter – medo de prejudicar seu emprego e sua vida financeira Há muito tempo estamos falando de temas como bullying e machismo, porém de leve, precisava de uma série assim para incomodar todo mundo e nos fazer falar sobre o assunto. Seja por identificação com as personagens e assim perceber que podemos influenciar de forma inimaginável a vida dos outros. Ou para ter coragem de denunciar e desabafar mágoas vividas. Hannah sofria de depressão? Não. Ela viveu uma série de situações que a levaram ao suicídio, muito mais para acabar com o sofrimento do que com a vida. Assim como a maioria dos suicídios que são expressões simbólicas. Se Hannah tivesse sobrevivido certamente viveria uma vida feliz ao lado de seu namorado Clay e teria mais amigos atentos a ela. Hannah não tinha nenhum motivo clássico para sofrer bullyng, mas mesmo assim foi vítima. O que nos faz perceber que devemos prestar mais atenção nos sentimentos das pessoas, pois nem todos interpretam e elaboram acontecimentos de forma fácil. O que aconteceu com Hannah é que ela estava triste com o rumo que a sua vida estava levando, porém não conseguiu correr atrás de seu objetivo principal: namorar o Clay. Isso fica claro em uma das cenas onde ela confessa que ao lado dele vislumbrava um futuro feliz. O principal problema é que ela era sensível e tinha sérios problemas de comunicação. Fica claro que muitas situações poderiam ter sido resolvidas com uma conversa esclarecedora ou uma atitude mais agressiva frente à vida. E algumas situações eram tão simples de serem resolvidas como a vivida com Tyler Down: ele estava do lado de fora da janela tirando fotos, era só fechar as cortinas e mantê-las fechadas quando estivesse fazendo coisas intimas. Mas ela adotou uma postura de vitima e tudo acabou dando mal. E quem tem postura submissa acaba não resolvendo problemas. A culpa nunca é da vitima em nenhuma hipótese, mas a vitima pode fazer algumas coisas para se proteger ou para colocar limites nas pessoas, mas isso não aconteceu. Atualmente, no mundo, mais de 800 mil pessoas cometem suicídio a cada ano, a cada 40 segundos uma pessoa se mata, por dia, no Brasil, mais de 30 pessoas se matam a cada dia. São os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). O suicídio é uma das formas mais comuns de morrer. O que muitas pessoas não sabem, é que na maioria das vezes em que as pessoas morrem por suicídio elas não querem verdadeiramente morrer, querem ajuda, atenção, amor, querem que alguém as salve. A falta de consciência sobre os fatos, a falta de assertividade e a passividade são os reais motivos que levam alguém ao suicídio. Por outro lado, a falta de empatia e de interesse na vida dos outros também contribuem. Tudo poderia melhorar se as pessoas fizessem terapia, conhecessem seus medos e suas sombras, desenvolvessem consciência, e valorizassem mais a profissão dos psicólogos.

  • 27
    Mar

    Mais do que isso, precisamos falar sobre o que realmente é o amor e como é amar, pois as pessoas se esquecem desse conceito e as coisas parecem ficar um pouco confusas... Amor é liberdade e respeito, é admiração e motivação é apoio e segurança. Amar é equilibrar essas emoções e trabalhar em si mesmo essas emoções também. É se autoconhecer, se autorespeitar e se automotivar. É se colocar em primeiro lugar sim, e saber que se você não fizer por você, ninguém tem a obrigação de fazer. Se você está se sentindo carente, ame-se em primeiro lugar. Se estiver inseguro nesse relacionamento, sinta-se seguro com você mesmo, com seus sonhos e seus projetos. Não coloque sua vida na mão do outro e não aceite que ninguém coloque a vida em suas mãos, cada um é responsável pelo próprio desenvolvimento, podemos ajudar e ser ajudado, mas nunca delegar essa responsabilidade, pois isso e fugir de si mesmo. Tudo que há em mim só pode ser transformado por mim, e tudo que há no outro só pode ser transformado por ele e se ele quiser. Ninguém muda ninguém e ninguém deve querer mudar ninguém, porque isso não é amor, é desrespeito. Quando estamos em um relacionamento e queremos que o outro mude, a única coisa que podemos fazer é dizer ao outro como eu me sinto com as atitudes dele, se ele quiser então ele mudará. Não devemos obrigar essa mudança, muito menos brigar porque queríamos que o outro agisse diferente. Ele não agiu diferente porque não quis, é muito simples. Não posso mudar o que vem de forma legítima do coração de outra pessoa por mais que isso me deixe triste. Não posso obrigar alguém a me amar mais, a me dar mais atenção ou a me tratar melhor se essa pessoa não fizer isso por vontade própria. Há uma grande diferença entre acusar alguém de fazer algo que te machucou e dizer que se machucou com algo que alguém fez. Nos sentimos ofendidos a partir do nosso histórico de vida, podemos ter passado por tanto sofrimento que nos tornamos alguém muito sensível, e então interpretaremos de forma errada as atitudes do outro, como se tudo fosse pessoal. Precisamos avaliar qual foi a intensão do outro com aquela atitude e dizer que aquilo nos ofendeu. Pois acusar alguém de algo errado também é uma agressão. Eu sou responsável pelos meus sentimentos, emoções, atitudes, pensamentos e palavras. Da mesma forma que escolho o que falo, devo escolher o que acolho. Não escolhemos o que ouvimos, mas escolhemos a forma de interpretar o que ouvimos. Nossas atitudes não devem depender das atitudes das outras pessoas e sim dos meus valores. Não devemos reagir ao que nos acontece e sim entender porque acontece e então agir, não contra o outro, mas a nosso favor. Quem ama deve buscar o amor, deve emanar amor e se o outro não corresponde é um problema do outro. Não podemos querer ter controle sobre a vida do outro, pois isso não é amor, é seu orgulho tentando te proteger. “onde o amor impera, não há desejo de poder, e onde o poder predomina há falta de amor. Um é a sombra do outro.” Jung O oposto do amor é o poder, pois quando queremos dominar o outro e impor alguma coisa ao outro não estamos aceitando quem ele é. Estamos tirando a liberdade de ser quem ele é. É uma grande agressão querer tirar a essência do outro, todos devemos ser livres. Quanto mais queremos dominar alguém, menos amamos essa pessoa. Poder é ego e não amor.

  • 06
    Mar

    Muito tem se falado sobre o sagrado feminino e empoderamento feminino. Mas você sabe o que são essas coisas e sabe como conquista-las? O empoderamento feminino é se conectar com a essência feminina e essa essência está ligada ao divino, por isso sagrado. Todas as mulheres podem e conseguem sentir-se conectadas e empoderadas, mas não são todas que acreditam nesse poder ou que conhecem seus benefícios. Uma mulher empoderada é uma mulher livre e conectada com a sabedoria da vida, da natureza e dos antepassados. É uma mulher que conhece seus ciclos e os ciclos da natureza e tem a sensibilidade de perceber e respeitar os processos de outras pessoas. Para que uma mulher sinta-se empoderada ela precisa se conhecer, saber de suas fortalezas e debilidades, buscar corrigir seus erros e tornar-se cada vez melhor e mais sábia, para que assim inspire outras mulheres a acessarem seus potenciais e a se empoderarem também. Uma mulher empoderada é conectada, conhece sua missão e a vive plenamente, não se desvia e não se perde em situações que não trazem crescimento ou aprendizados. Ela sabe qual é seu sonho e segue seu caminho até realiza-lo. Uma mulher empoderada aceita a impermanência da vida e suas revoluções, ela tem a fluidez da água para se readaptar aos imprevistos e fluir sem discutir com os aborrecimentos que ela não pode mudar, ela busca aprender com eles, mesmo com os mais dolorosos. Ela não culpa ninguém pelo que lhe acontece, sabe que é responsável pelo seu futuro. Uma mulher conectada com a sua essência sabe o que lhe faz bem e consegue desapegar do que não faz, pois não sofre pelo apego, ela tem consciência de que o melhor a espera e não sente medo de se soltar do que não faz bem. Uma mulher empoderada tem o amor que acha que merece e não aceita menos do que um ótimo relacionamento. Ela busca crescimento, parceria e lealdade e assim também entrega. Ela não sente ciúmes, pois acredita que um homem ao seu lado será muito feliz, mas caso não esteja ela o deixa livre para ir. Ela admira, confia e respeita e assim também quer ser tratada. Uma mulher empoderada é livre para decidir o que quer e como se sente melhor, ela não precisa provar nada para ninguém, pode assumir qualquer papel que quiser, desde dona de casa até líder de grandes equipes em grandes empresas. E sabe que sua decisão não é baseada no medo e sim no amor. Uma mulher empoderada não julga outras mulheres, pois não se sente melhor do que elas, ela sabe que o julgamento é uma armadilha do ego e que todas as mulheres estão nesse planeta para aprender, ensinar, desfrutar e cumprir sua missão. Cada uma está em um momento de vida e têm histórias diferentes. Uma mulher empoderada não tem medo de mudanças, ela já aprendeu que até nos momentos difíceis é possível ver beleza, pois o mundo é dual e somos nós que escolhemos para que lado olhar. Ela sabe que criamos nossa realidade e que a gratidão é a chave para uma vida abundante e que o medo é uma criação do ego. Uma mulher empoderada tem autoconhecimento, conhece seus dons, talentos e qualidades, aprecia sua capacidade e confia em si mesma, sabe que tem ótimas ferramentas para resolver qualquer situação que possa aparecer. Ela conhece seu valor e sabe o quando merece receber por dedicar seu tempo e seu conhecimento a um trabalho. Ela não tem vergonha de começar por baixo, mas precisa ver oportunidade de crescimento, ela é ambiciosa, não aceita nada menos do que merece e não desiste até chegar onde quer. Ela não compete, ela inspira e ensina a todos que querem aprender com ela. Ela é paciente e entende que cada um vive um momento diferente. Ela reconhece o talento de todos e aproveita-os da melhor forma. Ela não obriga ninguém a nada, ela ensina cada um a reconhecer suas próprias fortalezas. E o mais importante é que uma mulher empoderada não tem vergonha de mostra-se vulnerável, em pedir ajuda, em curar-se com outras mulheres e a assumir que não sabe de tudo e sabe que não precisa resolver tudo sozinha. Ela respeita seus ciclos e seus momentos de fraqueza.  Permite-se sentir medo, insegurança e tristeza, respeita seus processos, mas não dramatiza e não culpa ninguém por situações que lhe acontece. Ela elabora, redesenha e segue grata por tudo que lhe acontece.

  • 28
    Feb

    O carnaval é a época do ano escolhida para as pessoas extravasarem suas fantasias e desejos, reprimidos o resto do ano, sejam eles bons ou ruins. São os dias em que as sombras pessoais saem para sambar na avenida sem medo de julgamentos. São os dias mais esperados do ano para viver personagens, munidos de suas fantasias, que se permitem fazer o que querem sem julgamentos de valor e livres de cobranças morais. É uma época para fugir dos sofrimentos, esquecer dos problemas e fingir que tudo está bem. Pelo menos no Brasil, é a época do ano mais primitiva que há, é onde os instintos mais selvagens estão aflorados. A Psicologia explica esse fenômeno, segundo Freud, é neste momento de carnaval que somos dominados pelo ID, que é uma parte da nossa psique mais selvagem e indisciplinada, todos os seres humanos possuem ID, muitos o controlam bem, mas é no carnaval que várias pessoas o libertam e são tomadas pelos impulsos do prazer e conduzidos pelos desejos, e as consequências parecem muito distantes. Podemos ver na avenida vários personagens incorporados, chamados por Jung de Arquétipos. Tem o masculino dominador, que é aquele cara bombado sem camisa tentando seduzir, ou atacar, qualquer mulher que ele ache atraente sem se preocupar se ela quer ser “seduzida” ou não. Tem a mulher Afrodite sedutora, que são as mulheres que seduzem através do corpo, muitas podem escorregar para a vulgaridade, mas o objetivo é se sentir bonita, atraente e desejável. Mesmo que elas neguem o objetivo de seduzir e falem que estão só se divertindo, a linguagem corporal sempre falará mais do que as palavras ditas. Tem também o louco, que se passa na bebida, na dança, na euforia e vive tudo em exagero sem medir as consequências. Tem o palhaço que busca a aprovação dos outros através da palhaçada, de ser engraçado e fazer os outros rirem dele. Tem o alquimista que proporciona sensações maravilhosas e afrodisíacas através de bebidas e drogas. E ainda podemos ver o sábio que é aquela pessoa sensata que fala para não beber e dirigir, para usar camisinha e fazer sexo seguro, para se hidratar tomando bastante água e para passar filtro solar. É também no carnaval que podemos percebemos outro fenômeno interessante: o poder do grupo sobre o indivíduo. O Ser Humano é um Ser sociável que se relaciona constantemente e necessita de bons relacionamentos para ser feliz. Quando uma pessoa está em grupo, ela fica extremamente influenciável pela energia coletiva e tende a perder suas características pessoais, ficando propensa a apresentar comportamentos grotescos que teria vergonha de fazer se estivesse sozinha. Podemos dizer que o fenômeno de grupo é semelhante a uma hipnose, pois em ambos as pessoas são mais regidas pelo inconsciente e tem menos respostas racionais. Por exemplo, em grupo uma pessoa se sente forte o suficiente para quebrar um patrimônio público, coisa que não faria se estivesse sozinha. Infelizmente poucas pessoas usam o poder do grupo para fazer coisas boas e construtivas. O Brasil é famoso por ser considerado o “país do carnaval” o país em que as pessoas são felizes e livres, porém se os brasileiros fossem tão felizes e livres como aparentam ser, aqui não teria tanto preconceito racial, religioso, homofobia e machismo. As pessoas não se incomodariam tanto com quem tem opiniões diferentes e haveria mais respeito. Tanta inconsciência tem um preço que será pago depois do carnaval. É aí que vamos ver muita gente se desesperando ao verem os resultados positivos em testes de HIV e gravidez. Outras sofrerão ao ver a fatura do cartão de crédito ou ao terem que trabalhar na quarta-feira de ressaca. É assim que percebemos que “curtir a vida” não é viver sem responsabilidade e sem consciência das consequências. Curtir a vida é ter autoconhecimento para ter autoestima e não se colocar em situações de risco, é saber do que você gosta e não do que você tem que fazer para ser aceito pelos outros. É viver para você e não para ter aprovação. E arriscar sua saúde definitivamente não é uma forma de curtir a vida.

  • 21
    Feb

    A vida nem sempre está como gostaríamos, e muitas vezes precisamos enfrentar desafios e situações assustadoras. Para que tudo dê certo é preciso ter autoconfiança e tranquilidade. Para ter autoconfiança é preciso ter poder pessoal, para ter poder pessoal é preciso ter autoconhecimento e para ter autoconhecimento é preciso, entre outras coisas, fazer terapia. Sim, os psicólogos não tratam apenas de pessoas com transtornos mentais, tratamos pessoas que querem ter uma vida mais valiosa. Mas se você precisa agora de autoconfiança, um truque rápido, que não substitui a terapia, mas quebra um galho, é a mudança da sua posição corporal. A linguagem corporal pode dizer muito sobre uma pessoa, é uma forma de comunicação inconsciente que tem muitos resultados e pode transmitir autoconfiança mesmo que você não se sinta assim tão confiante. Antes de passar por qualquer situação que te assuste, como falar em publico, faça a posição da Mulher Maravilha. Essa é uma postura bastante usada por super heróis: fique em pé com os pés em paralelo, um pouco afastados, alinhados com o seu ombro. Abra o peito colocando os ombros para trás, deixe seu queixo um pouco inclinado para cima, olhe para frente ou para cima. Feche as mãos em um soco e coloque-as na cintura. Sinta como seria se você fosse poderoso. Você pode imaginar essa sensação. Respire profundamente e lentamente. Pesquisas científicas mostram que as pessoas que utilizam essa técnica têm resultados mais positivos do que as que não fazem esse exercício. A linguagem corporal influencia a forma como os outros nos veem e também pode mudar a nossa percepção de nós mesmos.

  • 13
    Feb

    A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular é indispensável ser medíocre. Oscar Wilde Quando nos esforçamos para sermos bons, logo aparecem os inimigos, aquelas pessoas que sentem inveja e farão de tudo para encontrar nossos defeitos, elas se sentem ameaçadas pela sua própria consciência, pela cobrança que fazem a si mesmas por não estar no nosso lugar. Se você tem inimigos, fique feliz, isso significa que você não é medíocre e está fazendo algo grande que ele gostaria de fazer mas não fez. Se você tem raiva de alguém, então tenha humildade e avalie se isso não é inveja. Se essa pessoa não te fez nada propositalmente, esse inimigo pode ser criação da sua cabeça. Ainda assim, ele te ensinará muito sobre você e suas conquistas, ou a falta delas. Existem três tipos de inimigos. Os que interpretam algum comportamento do outro como negativo e pessoal, ficam magoados e por isso querem vingança. Os que sentem inveja. E os que propositalmente prejudicam o outro para se dar bem. Conviver com as pessoas pode não ser tão fácil e é preciso tomar alguns cuidados com a nossa comunicação. É bom lembrar que as pessoas interpretam o que ouvem através de um tradutor interno que é baseado em suas experiências de vida. Quanto mais uma pessoa sofreu, mais ela levará coisas para o pessoal e mais ela será reativa, por isso é mais fácil de sentir raiva dela. Ter inimigos pode ser uma coisa ruim, mas tem seu lado bom e é isso que devemos aproveitar. Algumas coisas boas sobre nossos inimigos: Ninguém pensa tanto na gente quanto nossos inimigos. Se você se sentir sozinho, saiba que ele está pensando em você. Estão atentos a tudo o que fazemos, isso nos motiva a produzir cada vez mais. É bom ter plateia para dar o nosso show. Se conhecermos sua inteligência anteciparemos seus passos. Assim eles deixam de ser uma ameaça. Nos motivam a ser cada vez melhor, nada irrita mais nosso inimigo quanto o nosso sucesso. São historiadores da nossa vida, sabem tudo sobre nós. Eles nos mostram onde precisamos melhorar e se tivermos humildade poderemos nos tornar alguém muito melhor através desse feedback. Não podem nos trair, apenas os amigos podem. Quando os temos, sabemos que não somos medíocres, pessoas medíocres não fazem inimigos. Nos desafiam a provar que somos cada vez melhor. Eles nos fazem ficar atentos ao que está acontecendo, é sempre bom saber quem poderá nos prejudicar, assim nos protegemos antes do ataque. São os nossos inimigos que nos ensinam as mais valiosas lições de vida (provérbio chinês)    

  • 17
    Jan

    É só olhar em volta pra perceber que as coisas não são mais como eram antigamente. O modelo de sucesso para os meus avós, e para os seus também, era uma família estruturada, um bom casamento antes dos 30 anos, ter mais de dois filhos bem criados, ter sempre uma boa comida caseira na mesa, lençóis e toalhas limpas, e vestir-se de forma elegante mesmo dentro de casa. As pessoas se ajudavam profissionalmente, não havia tanta guerra de egos e tantas metas inatingíveis. E o pensamento era mais em mostrar caráter do que ganhar dinheiro. Pessoa bem sucedida era aquela que tinha uma família que deu certo. E assim nossos avós criaram os nossos pais: esperando que eles conquistassem esse padrão de sucesso, que formassem uma família sólida e que fossem felizes. Mas deu errado. Nossos pais são a geração do divórcio e das famílias reconstruídas. O modelo de sucesso esperado pelos nossos avós não deu certo e todo mundo ficou frustrado. Nossos pais encontraram outro modelo de sucesso: a carreira. Trabalharam duro, lutaram para fazer uma faculdade, estudaram bastante, abriram negócios, prestaram vários concurso. Fizeram o melhor que puderam para nos criar bem. Consideram-se mais ou menos bem sucedidos por isso. Eles têm uma carreira sólida, casa própria, casa na praia, algum dinheiro guardado e reconhecimento na área profissional. Para eles, pessoa bem sucedida é aquela que deu certo na carreira. E assim fomos criados, com muita facilidade para termos cedo uma formação e uma profissão de sucesso. Ensinaram-nos a estudar, poupar, planejar e investir. Disseram-nos direitinho o que fazer. Então nós estudamos em colégios particulares, passamos no vestibular, e estamos lutando para ter um diferencial no mercado em meio a tantos profissionais tão capacitados como nós. Não pensamos mais que formar uma família seja prioridade, talvez nem tenhamos filhos. Não sabemos se ficaremos no emprego, ou se nosso negócio dará certo. Não temos certeza de mais nada e então encontramos outro modelo de sucesso: ser feliz.  Agora pessoa bem sucedida é aquela que é feliz. Então corremos atrás da felicidade. Executivos que acham que seriam mais felizes se fossem surfistas. Advogados acham que seriam mais felizes se fossem Arquitetos. Professores acham que seriam mais felizes se fossem Psicólogos. E todos que não estão felizes na profissão acham que seriam mais felizes se fossem Coaches. Temos uma crise existencial e não sabemos onde está a felicidade, onde é o ponto do sucesso. Já não sabemos se formar uma família será bom ou será mais uma área de possível frustração... Então criamos nossos filhos, um ou dois no máximo, quando temos. Com toda nossa insegurança familiar, profissional e pessoal. Mas como os amamos muito, não queremos que eles passem por isso, então facilitamos absolutamente tudo para eles. Damos todos os brinquedos que eles podem querer, enchemos seus quartos com tecnologias e vamos sustenta-los para sempre. Porque com certeza, dessa forma, eles não terão sucesso profissional, nem pessoal, nem familiar. São mimados e inseguros. Olhem para a maioria dos adolescentes e crianças de hoje, parecem zumbis em seus Ipads, sem pensar sobre carreira, família ou felicidade. Achando que o mundo deve muito para eles. Não sabendo regras de convivência, educação ou respeito. Não sendo proativos e nem contribuindo com a organização da casa. Vivem em um mundo paralelo e virtual. Talvez o modelo de sucesso para essa geração seja minimizar a frustração através da fuga. Mas quem disse que isso é errado? Talvez só seja um novo modelo que me assusta tanto quanto meu avô ficaria assustado ao ouvir que um homem poderia ficar em casa cuidando da família enquanto sua esposa sairia para trabalhar. Pode ser que essa geração não pense em dinheiro, nem em sucesso nem em estabilidade, apenas viva o momento presente e resolva os problemas quando surgirem.

  • 09
    Jan

    Primeira coisa a se saber é que tudo vai depender da sua autoestima. Você vai atrair o amor que acha que merece. Se não tiver uma boa autoestima, provavelmente não terá o amor que você tanto deseja. Outra coisa importante é não se deixar levar por crenças limitantes como: o amor não existe, é muito difícil encontrar alguém hoje em dia, ninguém vai me amar de verdade, ninguém é fiel... Nenhuma dessas afirmações são 100% verdadeiras e não acontece para todos, então por que você acha que será assim para você? Tendo a autoestima equilibrada e não acreditando em crenças negativas, já é meio caminho. Agora só precisa se tornar a sua melhor versão. Quanto melhor for uma pessoa, mas ela será admirada e quanto mais admirada mais pretendentes a companheiro de vida e assim aumenta a possibilidade de escolha. Não aceite menos do que você merece por achar que não encontrará ninguém, pois a pessoa que você namora irá influenciar diretamente todas as áreas da sua vida, seu sucesso profissional e bem estar pessoal. A sua vida é muito importante para descuidar tanto assim. Não seja uma pessoa carente, insegura e pegajosa, ou pelo menos não demonstre isso. Pense, as pessoas preferem diamante ou strass? Você quer ser um strass, comum e sem valor? Seja um diamante! Pessoas interessantes estão muito ocupadas fazendo coisas interessantes, elas não ficam a todo o momento pensando no amor, cada coisa tem que ter seu lugar e seu tempo certo. Procure fazer coisas que você gosta, ocupe seu tempo, sua cabeça e sua vida fazendo coisas úteis. Aprenda coisas novas. Não tem nada mais interessante do que uma pessoa culta. Eu disse culta e não metida e nem boçal. Pessoas que sabem conversar sobre vários assuntos, que tem a cabeça aberta a novas ideias e a humildade de poder mudar de ideia. Isso é bem atraente. Mas cuidado para não querer mostrar superioridade com as pessoas que não tem o mesmo conhecimento que você, isso é muito feio. Cuide do seu corpo. Todo mundo julga o tempo todo e mesmo que as pessoas achem isso errado elas continuam julgando. Cuide da sua higiene e da forma como se veste. E lógico, da sua saúde, pois a idade ajuda, mas depois o corpo cobra a conta de tudo o que fizemos e deixamos de fazer. Aceite que algumas pessoas não vão gostar de você mesmo que você tente ser a melhor pessoa do mundo, não se humilhe, não corra atrás de quem te esnoba. O mundo está cheio de pessoas interessantes. Seja completo, resolva seus problemas,não espere que ninguém te salve.

  • 31
    Dec

    2016 foi um ano difícil para muita gente, um ano confuso, cheio de briga, ódio, mortes, recessão e depressão. Muitas perdas e dúvidas. Um ano da frase “não acredito que isso aconteceu”. O fim de uma Era que durou 2016 anos, a Era de Peixes termina, o drama e o ego também, e então se inicia a Era de Aquário e a promessa de mais consciência, compaixão, verdades e liberdade. Teremos a ajuda dos astros, mas devemos fazer a nossa parte para ter uma vida mais consciente e valiosa. Não conseguimos controlar tudo o que nos acontece, mas podemos ter maturidade e consciência para saber de que forma iremos reagir. A diferença entre uma pessoa feliz e uma infeliz é a forma que ela avalia os momentos estressantes que vive. Chegou o momento em que todos devem buscar propósitos para a vida valer a pena, isso faz com que a pessoa seja protegida de influências externas negativas, que ainda estão por vir, e tenha mais felicidade pelo caminho. Vamos trilhar um ano de 2017 com expectativas positivas e mais feliz? Podemos influenciar nosso bem estar com atitudes e pensamentos que farão a diferença. Aqui vão algumas dicas que poderão te ajudar a ter um ano maravilhoso: Defina um propósito de vida: Agir com propósitos é ter consciência de tudo aquilo que se faz, é fazer coisas que fazem sentido: “para que farei isso?” Quando tudo tem um objetivo claro, a vida fica mais fácil. Todo caminho tem momentos bons e momentos difíceis, algumas vezes a dor é inevitável, mas o que importa é como reagimos ao que nos acontece. Quando damos significado ao que fazemos, quando temos um objetivo maior, uma missão de vida, conseguimos driblar as dores e continuamos a caminhada rumo ao nosso propósito. Não seja vítima: Tudo o que acontece na sua vida é de responsabilidade sua, ou aconteceu para que você aprendesse alguma coisa ou foi por que você caminhou para que isso acontecesse. Colocar a culpa nos outros pelo que acontece a você é confortável, pois tira o peso da responsabilidade e te coloca em uma condição passiva, dá a sensação de que você não precisa fazer nada para resolver seus problemas. Mas saiba que quem se vê como vítima dificilmente atingirá o sucesso. Positive seus pensamentos: Há quem não acredite que pensamentos positivos tem o poder de mudar a realidade, mas existem muitos estudos que comprovam isso, na dúvida, não custa tentar. Baseamos nossas expectativas no que vemos os outros viverem, e quando nossa realidade não está de acordo com as nossas expectativas, sofremos. Mas na verdade não sabemos o que nos faz bem. Quem disse que esse namorado ou esse emprego é bom para você? Ou que aquele vestido te fará feliz? Saiba que absolutamente tudo tem o lado bom e o lado ruim e é você quem escolhe qual lado olhar. Se você for positivo, olhar o lado bom, terá uma realidade mais agradável. Desenvolva autoconhecimento: Conheça-se, saiba quais são seus pontos positivos e no que precisa melhorar. Só tem autoestima baixa quem não se conhece. A partir do momentos que você reconhece suas qualidades, passará a se admirar e a se amar mais. Aprenda sempre: Estude mais, leia mais, se especialize, aprenda coisas diferentes. Busque ser cada vez mais sábio, isso fará com que você se torne alguém mais interessante e mais admirado, e a consequência disso é sua autoestima aumentar e os caminhos profissionais se abrirem para você. E PARA TE AJUDAR A ORGANIZAR 2017 BAIXE AQUI MEU NOVO EBOOK: PLANEJANDO 2017

  • 05
    Dec

    É tão comum a gente falar, e ouvir, “se cuida”. Claro que a pessoa não tem a intensão de dizer “não faça nada estúpido”, mas não se sabe exatamente o que as pessoas querem dizer com essa ordem. Nós ainda não descobrimos o que isso quer dizer, mas vamos te ensinar agora algumas formas de cuidar bem de si mesmo. É necessário fazer algumas escolhas, renunciar algumas coisas, e sempre escolher com consciência, prevendo no que possivelmente suas escolhas vão resultar. PERMITA-SE FICAR EM PAZ Pode ser que você seja uma pessoa ativa e pense que ficar em paz significa ficar entediado, mas é bem o contrario. Sentir paz é estar com uma sensação de que tudo está perfeito do jeito que está, é sentir seu corpo funcionando perfeitamente e sentir-se grato por aquele momento. DESCANSE É preciso equilibrar momentos de muito trabalho ou diversão, com momentos de descanso. Nosso corpo precisa desses momentos, nossa mente precisa descansar, desacelerar e relaxar. TENHA TEMPO PARA SI MESMO É muito legal ter boas companhias, mas a solidão é extremamente necessária em alguns momentos. Na dúvida, equilibre momentos com pessoas e momentos sozinho. Ficar sozinho em silencio, sem fazer nada, apenas ouvindo seus pensamentos, e planejando o que você, apenas você, quer fazer. E fazer as coisas que você deseja sem esperar uma companhia. SAIBA FAZER ESCOLHAS Você é daquelas pessoas que respondem: “escolhe você” quando alguém te pergunta: “onde nós vamos comer?” então você precisa escolher mais. Sair da passividade e submissão e colocar suas opiniões e vontades sobre a mesa. SEJA CURIOSO Seja curioso como uma criança e prudente como um sábio. Perdemos muitas oportunidades na vida quando deixamos de ser curiosos e deixamos de aprender coisas novas. PRESTE ATENÇÃO Seja uma pessoa atenta, viva mais no momento presente do que no futuro, ou no passado. Dê atenção para as pessoas, se interesse por elas ou então vá embora. Não fique apenas de corpo presente. TENHA PACIÊNCIA E CALMA Eu sei que é fácil falar, mas desenvolver a paciência é possível e não é tão difícil assim. Ser uma pessoa mais paciente envolve estar atento e consciente ao que te acontece, pensar no motivo pelo qual tal situação está acontecendo, saber que tudo tem seu tempo e que não controlamos quase nada. TENHA PRIORIDADES Isso é uma coisa que conseguimos controlar, nossas prioridades. É bom sermos fieis as nossas prioridades, mas para isso precisamos conhecê-las.  Imprevistos acontecem, mas quando você tem prioridades sua vida anda em um ritmo bacana e você consegue realizar várias coisas que tem vontade. As pessoas passam a te respeitar mais e também a te admirar. SEJA CONSCIENTE  Ter consciência é a coisa mais importante que uma pessoa pode fazer na vida. Consciência sobre tudo o que você faz! Consciência financeira - saiba por que você gasta dinheiro com o que gasta. Consciência emocional - saiba por que você se relaciona com essas pessoas, porque você namora essa pessoa.  Consciência de tempo – porque você gasta seu tempo com isso? ACEITA QUE DÓI MENOS Não temos controle sobre tudo, na verdade temos controle sobre poucas coisas e a vida é impermanente, pensar nisso da medo, mas as coisas são assim. Uma coisa é hoje, amanhã pode não ser mais. E isso faz com que a vida seja boa, as surpresas, os presentes que podemos receber a cada dia. Por isso é importante seguir o que foi dito nos outros itens, assim você terá mais chances de ter uma vida boa.

  • 28
    Nov

    Apesar de cada pessoa ser única, agimos de formas bem parecidas. O medo é um dos sentimentos mais básicos e o que nos torna humanos. Ao sentir medo, afirmamos que não temos poder nem controle sobre as coisas, e isso assusta qualquer um. As pessoas tendem a ter medo das mesmas coisas e existem quatro medos básicos que são a base para todos os outros medos. E provavelmente você sente ou já sentiu medo deles. Medo da perda: Esse medo está ligado ao nosso ego, se temos medo de perder é porque acreditamos possuir algo ou alguém. É um medo ligado ao “ter”, ao material. É quando não temos nada de importante dentro de nós, como autoconhecimento, autoestima, sabedoria... Quando tudo o que possuímos de mais valioso está fora em forma de objeto. A posse é uma ilusão, pois a qualquer momento podemos morrer e nada do que acreditamos ser nosso poderá ser levado. Até nosso corpo é nosso enquanto habitarmos esse planeta e então deixaremos ele aqui também. Medo da rejeição ou do abandono: Este é um medo que aflige quase todas as pessoas, para não dizer todas. Posso arriscar dizer que em diferentes níveis, todo mundo sofre desse medo. Você sabia que o maior medo que as pessoas sentem, depois da morte, é o medo de falar em público? Pensando racionalmente, falar em público geralmente não apresenta nenhum perigo, então o que justificaria esse medo ser tão grande quanto o da morte é porque a maioria das pessoas não suporta ser julgada e rejeitada, e o único perigo ao falar em público é este, não agradar a platéia e ser julgado de forma negativa. Este medo também explica a motivação de algumas pessoas se submeterem a relacionamentos abusivos. Quando o medo de ser rejeitado e de ficar sozinho for maior do que o de sofrer violência verbal ou física, então a pessoa aceita um relacionamento destrutivo. Também é esse medo que é uma das causas do fracasso profissional. Muitas vezes a pessoa tem ideias boas, mas não acredita no seu potencial e permanece na zona de conforto, não tentando algo diferente para não se expor. Somos seres sociais, precisamos conviver com outras pessoas, por mais difícil que isso seja. E quando somos rejeitados pela sociedade, julgados negativamente, é tão grave que tornou-se a maior causa de suicídios. Medo de enfrentar algo Desconhecido Este é o medo mais comercial, muito explorado pelas histórias de terror. Enfrentar o que não conhecemos e que pode ser perigoso dá muito medo. Andar sozinho durante a noite em uma floresta, pode ser perigoso ou pode não acontecer nada, mas nossa mente irá criar infinitas histórias de tudo de ruim que pode nos acontecer. Passar a noite sozinho em uma casa desconhecida, a cada barulho teremos milhares de pensamentos ruins. O pânico está mais ligado ao nossos pensamentos do que ao perigo real. O medo do escuro, medo de ir até um lugar desconhecido, medo de fantasmas. Todos eles estão ligados ao enfrentar o desconhecido. Também medo de aceitar uma ótima oportunidade de trabalho que envolva morar em outro lugar, pode estar ligado ao medo do desconhecido. Medo da Morte: É o medo mais comum, mais desafiador e mais instintivo de todos. A maioria das pessoas, mentalmente saudáveis, sentirá medo de morrer. Seres humanos e animais sentem medo de morrer e fazem de tudo para viver. Mesmo que você diga que não sente medo de morrer, provavelmente teme a morte de pessoas queridas, principalmente se pensar em uma morte trágica e dolorosa. A morte reúne os 3 medos anteriores, medo de perder a vida, medo de perder alguém que amamos e medo de ir para um lugar desconhecido. O melhor jeito de enfrentar o medo é viver de forma consciente, entender tudo o que nos acontece no momento presente. O medo é um sentimento que só pode existir no futuro. Quando estamos em perigo, se conseguirmos colocar nossa mente no momento presente, não sentiremos medo, pois estaremos pensando em formas de resolver o problema. Outra forma de superar o medo é desenvolver o autoconhecimento e descobrir quais são nossos medos e porque sentimos medo dessas coisas.

  • 01
    Nov

    1- PASSE SEU TEMPO COM PESSOAS CERTAS Na nossa jornada, encontraremos todos os tipos de pessoas, então chega um momento na vida que precisamos parar de agir por educação e começar a agir por consciência. Para o nosso bem, devemos buscar conviver com as pessoas certas, que são aquelas verdadeiras, que te inspiram e incentivam a ser alguém melhor, que são sábias e sempre falam coisas construtivas. Pessoas divertidas, com um humor leve. Nós somos a união das cinco pessoas com que mais convivemos e inconscientemente passamos a agir como elas. Por isso, quanto mais convivemos com as pessoas certas, melhores nos tornamos. 2- ENFRENTE SEUS PROBLEMAS Você é definido pelos seus problemas? Como você reage, resolve e se recupera dos problemas é o que te define. Temos e teremos problemas na vida toda, então, quanto antes começarmos a ter o hábito de enfrentar e resolver, menos motivos teremos para reclamar e, assim, estaremos  preparados para os próximos problemas que virão. 3- SEJA MAIS HONESTO COM VOCÊ MESMO Podemos enganar todo mundo, mas não a nós mesmos. Disfarçamos, inventamos desculpas, mas a verdade sempre vem cobrar a conta. Além disso, quando não somos honestos, temos a constante sensação de que tem alguma coisa de errado, uma leve intuição apontando algo estranho. Seja honesto sobre o que está bem, sobre o que precisa ser mudado, sobre o que você quer alcançar, quem você quer se tornar, quem você quer por perto. Seja honesto em todas as áreas da sua vida, sempre, porque você é a única pessoa que vai se beneficiar ou se prejudicar pelas suas decisões. Nós sempre sabemos qual é a verdade da nossa alma, o que nos faz bem e o que não faz. Então escute mais suas verdades e viva com congruência. 4- SEJA VOCÊ A PRIORIDADE DA SUA VIDA Isso não é egoísmo, é amor próprio. Cada um é responsável pela própria vida, não devemos colocar sobre os outros as expectativas da nossa vida nem aceitar as expectativas dos outros sobre a gente. Podemos ajudar a quem precisa desde que a própria pessoa esteja também fazendo por ela, o que na maioria das vezes não acontece. Não se sabote colocando alguém em primeiro lugar por que você não quer olhar para a sua vida. Se valorize. Quando nossas necessidades são atendidas, nos tornamos mais capazes de cuidar dos outros, pois assim estamos completos e transbordando. Não podemos doar o que nos falta. 5- VIVA NO PRESENTE O agora é a única coisa real que temos. O passado não pode ser mudado e o futuro pode não chegar. O agora é a vida! Quando você estiver triste pelo passado ou com medo do futuro, respire, apenas respire e preste atenção no que está acontecendo agora. Tenha certeza de que tudo estará certo, desde que você tenha o hábito de ser honesto com você mesmo. A vida nos apresenta infinitas possibilidades todos os dias, comece a perceber isso.

  • 20
    Oct

    O fim de um amor não é fácil para ninguém. Terminar o relacionamento pode ser uma das coisas mais dolorosas que vamos passar na vida, e não só uma vez. Todos nós podemos nos apaixonar ou perder um grande amor a qualquer momento. Relacionamentos duram anos, meses, dias, não importa o tempo e sim a intensidade, de qualquer forma, sempre é difícil aceitar a ruptura e continuar. Por isso, se você está vivendo esse drama, nós sabemos o que você está sentindo e vamos te ajudar. Tenha certeza de que toda essa dor vai passar em menos de um ano. Mesmo que você esteja sofrendo muito, com dor até pra respirar, fique tranquilo que essa sensação vai passar. O mundo pode parecer um lugar ruim, as pessoas podem parecer más, a sensação é de que jamais será feliz com alguém, mas calma, isso não é verdade. Você vai superar isso. Você tem todo o direito de chorar, reclamar, comer porcaria assistindo a uma comédia romântica, mas chega uma hora em que o drama deve ir embora. Quando você se sentir um pouco melhor, abra-se para conhecer novas pessoas. Cuide de você Ninguém tem o direito de abalar sua autoestima, e isso pode ser mais perigoso do que você imagina. Você pode até não se sentir bom o suficiente quando leva um fora, pode sentir que perdeu o controle e que ninguém te ama, mas isso tudo faz parte de uma fantasia criada por você mesmo. Quando levamos um pé na bunda, é normal procurar o erro em nós, porque daí resolvemos e tudo volta a ficar bem, mas na maioria das vezes o problema está com a outra pessoa ou com o momento de vida e maturidade de ambos. Se você não se sente digno de um amor, faça alguma coisa para sentir, pois um dos pilares do amor é a admiração. Torne-se uma pessoa admirável. Foco no futuro Eu sei que é difícil, mas quando um relacionamento acaba, o melhor que podemos fazer é olhar para frente. Não queira saber o que o ex está fazendo, isso só trará um sofrimento desnecessário. Também não fique relembrando de todas as palavras que ele disse quando terminou para tentar descobrir o que deu errado no seu relacionamento. Já acabou, o melhor a fazer agora é aceitar. Nem todo mundo será bom para você e você também partirá alguns corações ao longo da vida. A pessoa certa vai aparecer no momento certo Mas que momento certo é esse? Será quando você estiver inteira, sendo uma pessoa admirável que motivará outras pessoas a serem como você é. Nos apaixonamos por quem admiramos. E aceitamos o amor que achamos que merecemos, então, se você só está atraindo pessoas erradas, olhe para sua autoestima e comece a se tornar alguém melhor. Logo você estará apaixonada novamente e achará graça de tanto sofrimento do passado. Tudo o que acontece é o melhor que poderia acontecer É bem melhor estar sozinha do que com alguém que não te ama. Às vezes as pessoas não se apaixonam por nós e não há nada de errado com a gente. Lembre-se dos maus momentos, do sofrimento que já existia quando estavam juntos. Agora você tem a chance de conhecer alguém que te ame e te trate como você merece. Use o sofrimento como aprendizagem Todas as pessoas são professores, todos nós ensinamos e aprendemos com os outros. Não existe sofrimento que não traga um grande ensinamento. Busque aprender alguma coisa com o fim de um relacionamento.

  • 05
    Sep

    "Lemonade" é um álbum visceral. Uma mistura de desordem mental, mágoa, revolta, crise conjugal e indiretas. O desabafo da cantora mais famosa do mundo em um momento delicado de sua vida. Em todas as músicas ela aborda o desespero de um coração partido, desonestidade, infidelidade e submissão. “Nothing else ever seems to hurt, Like the smile on your face When it's only in my memory It don't hit me quite the same Maybe it's a cause for concern But I'm not at ease Keeping my head to the curb” (Pray You Catch Me – Beyoncé) “Nada mais parece machucar Tanto quanto o sorriso em seu rosto Quando está apenas na minha memória Não me atinge da mesma maneira Talvez seja motivo de preocupação Mas eu não estou tranquila Pensando apenas no fim” (Tradução: Pray You Catch Me – Beyoncé) Sabe quando estamos em um relacionamento amando sozinha?! Sofremos tanto que nada mais parece machucar e o outro sem sentir nada do que estamos sentindo? “Pray You Catch Me”, a primeira música do álbum, pode também ser interpretada como o primeiro estágio do luto, a negação. A segunda música, "Hold Up", é um desabafo sobre descobrir uma traição pouco encoberta. Parece um discurso solitário no banheiro quando temos certeza da infidelidade. “Something don't feel right Because it ain't right Especially comin' up after midnight I smell your secret, and I'm not too perfect To ever feel this worthless How did it come down to this? Going through your call list I don't wanna lose my pride, but I'ma fuck me up a bitch Know that I kept it sexy, and know I kept it fun There's something that I'm missing Maybe my head for one” (Hold Up – Beyoncé) “Algo não parece certo Pois não está certo Especialmente quando chega depois da meia-noite Sinto o cheiro do seu segredo, e não sou perfeita o bastante Para me sentir tão desvalorizada Como foi que chegamos aqui? Olhando a sua lista de chamadas Não quero perder orgulho, mas vou acabar com a vadia Fica tranquilo, continuo sexy, e saiba que continuo divertida Mas há algo faltando Talvez seja a minha sanidade” (Tradução: Hold Up – Beyoncé) A terceira musica vem com toda a carga de uma mulher amargurada e com muita raiva. Elaborando a segunda fase do luto: a raiva. Who the fuck do you think I am? You ain't married to no average bitch boy You can watch my fat ass twist boy As I bounce to the next dick boy And keep your money, I got my own Get a bigger smile on my face, being alone” (Don't Hurt Yourself - Beyoncé) “Quem diabos você acha que eu sou? Você não está casado com uma vadia qualquer, garoto Você pode assistir minha bunda enorme rebolar, garoto Enquanto eu rebolo para o próximo pau, garoto E fique com seu dinheiro, eu tenho o meu próprio Tenho um sorriso ainda maior em meu rosto sozinha” (Tradução: Don't Hurt Yourself - Beyoncé) Não sei o que é pior, se é ser traída, se é mostrar para todo mundo o quando está com raiva disso, se é vulgarizar se vingando, se é se machucando saindo com outro cara, se é fingir que está tudo bem depois de tudo isso. E ainda piora... “He trying to roll me up, I ain't picking up Headed to the club, I ain't thinking 'bout you Me and my ladies sip my D'Ussé cup I don't give a fuck, chucking my deuces up Suck on my balls, pause, I had enough I ain't thinking 'bout you I ain't thinking 'bout” (Sorry – Beyoncé) “Ele está tentando me enrolar, não estou caindo nessa Indo para a balada, não estou pensando em você Eu e minhas amigas bebemos nosso copo D'Ussé Eu não dou a mínima, fazendo o sinal da paz Chupe minhas bolas, pare, eu já aguentei o bastante Eu não estou pensando em você Eu não estou pensando” (Tradução: Sorry – Beyoncé) Amiga, não se humilha!!!! O boy te traiu, você tá sofrendo, não precisa dar indireta nas redes sociais de que você está bem, curtindo a vida adoidado e nem ligando, todo mundo sabe que depois da balada você vai chorar em casa. E depois que a gente já sofreu, já chorou, já pegou outro, já foi pra balada com as amigas, já bebeu e já fingiu que está tudo normal, o que a gente faz pra parar de sofrer? Muda o foco, se joga no trabalho compulsivamente, e é isso que confirma a sexta faixa do álbum: “6 Inch”. Trabalhamos muito, o tempo passou, melhoramos e começamos a pensar em tudo o que aconteceu. Buscamos respostas, queremos saber que ônibus pegamos para chegar nesse ponto. Relembramos da nossa infância, e é assim a sexta música, “Daddy Lessons”. Beyoncé relembra de sua relação com seu pai, um homem exigente que a fez ser forte e perfeccionista. Se ela faz terapia, descobriu aqui o motivo de viver um casamento complicado. Pela forma que ela descreve seu relacionamento com o pai, ele foi um homem que exigia perfeição dela, e ela se tornou quase perfeita, mas o problema está na busca, sentir que nunca conseguiu superar as expectativas do pai e por fim, nunca se sentir boa o suficiente. Também conta o tipo de marido que o pai foi. Fica no ar que talvez ele não tenha sido muito bom. “He held me in his arms And he taught me to be strong He told me when he's gone Here's what you do When trouble comes to town And men like me come around Oh, my daddy said shoot” (Daddy Lessons – Beyoncé) Ele me segurou em seus braços E ele me ensinou a ser forte Ele me disse que quando estivesse fora Era isso o que eu tinha que fazer Quando o problema chega à cidade E homens como eu aparecerem Meu papai disse, "atire" (Tradução: Daddy Lessons – Beyoncé) O relacionamento entre pai e filha é muito importante e pode determinar como ela lidará com o amor e com a autoestima no futuro. Tudo vai bem até que você fica na seca, carente, com saudades do boy e começa a dar desculpas, a si mesma, por ele (ele nem teve o trabalho de te dar desculpas, você faz isso por ele). "Ah, ele estava confuso, ele tentou não me trair, somos tão bons juntos, ele vai mudar..." E então, a terceira fase do luto: a barganha. Você tenta de tudo para voltar com ele. “Nine times out of ten, I'm in my feelings But ten times out of nine, I'm only human Tell me, what did I do wrong? Feel like that question has been posed I'm movin' on I'll always be committed, I been focused I always paid attention, been devoted Tell me, what did I do wrong? Oh, already asked that, my bad But you my lifeline, think you tryna kill me? If I wasn't me, would you still feel me? Like on my worst day? Or am I not thirsty, enough? I don't care about the lights or the beams Spend my life in the dark for the sake of you and me Only way to go is up, them old bitches so wack I'm so tough, wassup?” (Love Drought - Beyoncé) “Nove vezes de dez, estou perdida nos meus sentimentos Mas dez vezes de nove, sou apenas humana Me diga, o que fiz de errado? Sinto que esta pergunta virou clichê Estou superando Sempre serei comprometida, estou focada Sempre prestei atenção, fui devotada Me diga, o que fiz de errado? Ah, já perguntei isto, desculpe Mas você é a minha vida, acha que está tentando me matar Se não fosse por mim, você ainda me sentiria? Tipo como no meu pior dia? Ou não quero o bastante? Eu não ligo para as luzes ou holofotes Passaria minha vida na escuridão para salvar a nós dois Só dá para melhorar daqui, essas vadias são tão fracas Eu sou tão durona, e aí?” (Tradução: Love Drought - Beyoncé) Agora ela parece entrar na quarta fase do luto, a depressão, percebe que tudo está ruindo como castelos de areia. Temos vontade de sumir, ir embora, queremos que a dor passe, mas ao menor sinal que o outro possa dar, de que ainda nos ama, tentamos mais uma vez.  Falta coragem para seguir em frente. “We built sand castles that washed away I made you cry when I walked away And although I promised that I couldn't stay, baby Every promise don't work out that way, oh, babe Dishes smashed on my counter from our last encounter Pictures snatched out the frame Bitch, I scratched out your name and your face What is it about you that I can't erase, baby? Well every promise don't work out that way, no no, babe And your heart is broken cause I walked away Show me your scars and I won't walk away And I know I promised that I couldn't stay, baby Every promise don't work out that way, no no no no no” (Sandcastles – Beyoncé) “Construímos castelos de areia que foram levados pela água Eu te fiz chorar quando fui embora E mesmo que tenha prometido que não podia ficar, baby Não é toda promessa que funciona assim, ah, querido Pratos quebrados em minha cômoda depois da última vez Fotos tiradas de porta-retratos Filho da mãe, arranhei seu nome e o seu rosto O que você tem que eu não consigo apagar, baby? Não é toda promessa que funciona assim, querido Não é toda promessa que funciona assim E seu coração está partido, pois eu fui embora Me mostre suas cicatrizes e eu não irei embora Eu sei que prometi que não poderia ficar, baby Não é toda promessa que funciona assim, não, não, não” (Tradução: Sandcastles – Beyoncé) Essa fase é uma das mais difíceis, desapegar, seguir, queremos tentar de tudo, queremos fingir que nada aconteceu, estamos dispostas a mudar tudo para voltar a ser como no início. “Best foot first just in case When we made our way 'til now It's time to listen, it's time to fight Forward Now we're going to hold doors open for a while Now we can be open for a while Forward I love you more than this job, please don't work for me Forward Go back to your sleep in your favorite spot just next to me Forward, forward” (Forward – Beyoncé) “O pé direito primeiro, só para garantir Quando percorremos nosso caminho até aqui Está na hora de escutar, está na hora de brigar Para frente Agora, vamos segurar as portas abertas por um tempo Podemos ficar abertos por um tempo Para frente Eu te amo mais do que este emprego, não trabalhe por mim Para frente Volte a dormir em seu lugar favorito ao meu lado Para frente, para frente” (Tradução: Forward – Beyoncé) Depois que tentamos de tudo e nada deu certo, nós rezamos, pedimos ajuda de Deus para atravessar o pior momento da nossa vida, precisamos nos libertar dessa dor, e Beyoncé sentiu a mesma coisa, então com a décima música do álbum vem sua redenção. Sua música de trabalho, a mais poética de todas. O ensaio da liberdade e a vontade de voltar a ser inteira. Se a vida te dá limões, faça uma "Limonade"!!! “Lord forgive me, I've been running Running blind in truth (...) I'm telling these tears "Go and fall away, fall away" May the last one burn into flames (...) Freedom! Freedom! I can't move Freedom, cut me loose! I break chains all by myself Won't let my freedom rot in hell Hey! I'ma keep running Cause a winner don't quit on themselves” (Freedom – Beyoncé) “Senhor me perdoe, estive fugindo Fugindo com uma verdade cega (...) Estou dizendo à estas lágrimas "Podem cair, caiam à vontade" E que a última delas queime (...) Liberdade! Liberdade! Não consigo me mexer Liberdade, me liberte! Quebro as correntes sozinha Não vou deixar minha liberdade queimar no inferno Ei! Vou continuar correndo Pois um vencedor nunca desiste de si mesmo” (Tradução: Freedom – Beyoncé) Depois de tudo que passamos, depois de atravessar todas as fases do luto, depois de elaborar o que aconteceu, aceitar o fim e voltar a ficar bem, o boy pressente que estamos melhor e quer voltar, pede perdão, faz mil promessas.  E às vezes a gente cai na armadilha... “They say true love's the greatest weapon To win the war caused by pain, pain But every diamond has imperfections But my love's too pure to watch it chip away Oh nothing real can be threatened True love breathes salvation back into me With every tear came redemption And my torturer became a remedy” (All Night - Beyoncé) Dizem que o amor verdadeiro é a maior arma Para ganhar a guerra causada pela dor, dor Mas cada diamante tem imperfeições Mas meu amor é puro demais para desistir Nada real pode ser ameaçado O amor verdadeiro inspira a salvação para dentro de mim Com cada lágrima, veio a redenção E meu torturador se tornou um remédio” (Tradução: All Night - Beyoncé) Não era amor, era falta de amor próprio. Ninguém muda só porque queremos que essa pessoa mude. Acredito que em casos de infidelidade, voltar a ser fiel não dependa apenas da vontade de ser. Fidelidade é um valor, como a honestidade, deixar de roubar ou enganar leva tempo e precisa de muito esforço. Vamos esperar o desfecho dessa história, eu aposto que o padrão continuará se repetindo. Depois que você já sofreu horrores, percebeu que ama mais do que é amada, finge que acredita que o boy vai mudar, realmente quer acreditar nele para não sofrer mais sozinha, depois que sua autoestima te abandonou, depois das suas amigas sentirem raiva de você por voltar com o cara que elas já detestam. O que é a única coisa que resta fazer nessa situação? O que Beyoncé fez, mudar o foco da raiva, procurar outro problema para se preocupar e ocupar sua cabeça. Também dar um outro bom motivo para as pessoas falarem, pois você não quer mais ouvir o quão errada está em voltar com o boy lixo.  Então Beyoncé mudou de assunto, falou sobre o racismo em sua ultima música "Formation". "You mix that negro with that Creole Make a Texas bama I like my baby heir with baby hair And afros I like my negro nose with Jackson Five nostrils Earned all this money But they never take the country out me I got a hot sauce in my bag, swag" (Formation – Beyoncé) "Você mistura esse negro com essa crioula E faz uma Texana Eu gosto da minha pequena herdeira com cabelo de bebê E cabelos de afros Eu gosto do meu nariz negro com narinas Jackson Five Ganharam todo esse dinheiro Mas eles nunca tiraram o meu país de mim Tenho molho picante em minha bolsa, estilo" (Tradução: Formation – Beyoncé) Tem dois mecanismos de defesa bem fortes aqui: o deslocamento, ou seja, deslocar a raiva, “não vamos mais falar sobre meu relacionamento, vamos falar sobre racismo”. E também o Narcisismo. Quem se acha o máximo na verdade tem baixa autoestima, e só quem tem baixa autoestima aceita ficar nesse tipo de relacionamento. Então, acho que a Beyoncé precisa fazer terapia.  

  • 03
    Jul

    CONTÉM SPOILER!!! Quanto mais esperado é um filme, maiores são as chances de ser um fracasso... Assim foi com Alice através do espelho. Um filme com um elenco brilhante, um produtor como Tim Burton, efeitos especiais muito bons, mas um enredo fraco. Nos primeiros minutos de filme já ficamos na dúvida se uma continuação era mesmo necessária. Tanto o primeiro filme quanto o segundo, têm como tema principal a coragem. Alice aceita grandes desafios e ela conquista tudo que se propõe a fazer. Uma das coisa boas do filme, além dos efeitos especiais. Em “Alice através do espelho” inevitavelmente percebemos a semelhança com a atual situação do Brasil. O País das Maravilhas é o Brasil, um lugar onde todos querem ir, em busca de diversão, aventura, lugares lindos e insanidade. Tudo parece maravilhoso até que percebemos que as pessoas que vivem lá sempre esperam que um herói as salve de seus problemas, porque elas mesmas não fazem nada pra melhorar. Alice está de volta a Londres depois de uma longa viagem pela China. Agora ela é capitã do navio de seu pai, seguiu os passos dele e realizou seu sonho. Mas ao chegar em casa se deparou com inúmeros problemas. Tantos que resolveu se refugiar novamente no País das Maravilhas e lá foi ela seguir a borboleta azul. Alice sai de seus problemas e começa a querer resolver os problemas dos outros. O Chapeleiro Maluco está terrivelmente deprimido. Ele acredita que sua família ainda está viva, mas ao invés de ir procurá-los, ele prefere ficar em casa deprimido. Acreditando que encontrar a família do Chapeleiro é a única forma de ele voltar a ser feliz, Alice sai em uma missão para voltar no tempo e salvar a família de seu amigo. Então ela chega ao palácio do Tempo e rouba a Chronosfera, um objeto que alimenta o tempo de todo o País das Maravilhas e que sem esse objeto, no lugar certo, tudo corre terrível perigo de ser destruído. Mesmo sabendo do perigo que causará a todas as pessoas ela rouba. O roubo é justificado por ser a única forma de viajar no tempo e salvar a vida da família de seu amigo. Alguma semelhança com o governo brasileiro? O problema do Brasil é a cultura. São as crenças e a mentalidade de cada uma das pessoas que vivem no País. É a forma com que os brasileiros escolhem viver a própria vida e construir uma sociedade. O problema é tudo aquilo que aceitamos e chamamos de “jeitinho brasileiro” mesmo sabendo que é errado. O problema é agir sempre como a Alice, pensar nos seus ao invés de pensar no todo. Nos países mais desenvolvidos o senso de justiça e responsabilidade é mais importante do que qualquer indivíduo. Há uma consciência social onde o todo é mais importante do que o bem-estar de um só. É por isso que países assim são desenvolvidos. Alice é solidária, se sacrifica e faz de tudo por seus amigos e, por isso, não parece egoísta, mas ela se mostrou extremamente egoísta quando priorizou seu amigo Chapeleiro e não se importou com a destruição do País das Maravilhas. Assim como todos os políticos corruptos. Você já parou para pensar por que as pessoas são corruptas? Provavelmente quase todas justificam suas mentiras e falcatruas dizendo: “Eu faço isso pela minha família”. Todos querem dar uma vida melhor para seus parentes, querem que seus filhos estudem nas melhores escolas e querem viver com mais segurança, conforto, luxo. Quando um brasileiro prejudica outro cidadão para beneficiar sua família, ele não se sente egoísta. Ele não percebe que é esse comportamento que destrói o país. Para uma nação prosperar é preciso abrir mão dos próprios interesses para beneficiar um estranho se for para o bem da sociedade como um todo. Por isso que o Brasil continuará tendo os mesmos problemas. A democracia não resolveu o problema. Uma moeda forte não resolveu o problema. Tirar milhares de pessoa da pobreza não resolveu o problema. O problema persiste. E persiste porque ele está na mentalidade das pessoas. Em todas as “Alices” que vivem por aqui. O “jeitinho brasileiro” precisa morrer dentro de cada um. Não é porque ninguém está vendo que se tornou certo algo que é errado aos olhos de todos. A única forma de melhorar o país é se cada brasileiro decidir matar o “jeitinho brasileiro” dentro de si mesmo. Ao contrario de outras revoluções externas que fazem parte da história, essa revolução é interna. Precisa ser a vontade de cada um se tornar uma pessoa melhor e mais consciente. É preciso definir novas perspectivas, novos padrões e expectativas para nós e para os outros. As pessoas que te cercam precisam ser responsabilizadas pelas próprias ações. Sim, seus filhos, amigos e parentes. Se uma pessoa sempre está atrasada então deixe que perca o compromisso, deixe que vá a pé e que resolva seus próprios problemas. Se uma pessoa sem dinheiro não quer trabalhar, deixe que passe necessidade até que perceba que precisa se esforçar mais. Se uma pessoa sempre faz dívidas, deixe se desesperar para aprender a administrar seus bens. Parem de ajudar as pessoas a serem fracassadas. Parem de ajudar as pessoas a serem fracassadas. Parem de resolver os problemas das pessoas. Cada um é responsável pela própria vida, pelas próprias escolhas e pelo próprio destino. Precisamos priorizar uma sociedade forte e segura acima de todo e qualquer interesse pessoal ou da nossa família ou amigos. Precisamos deixar que cada um lide com os seus próprios problemas, assim como não devemos esperar que ninguém seja obrigado a lidar com os nossos. Essas são escolhas que precisam ser feitas diariamente. Até que essa revolução interna aconteça. As próximas gerações não podem mais repetir os mesmos erros. Enquanto os pais acobertarem pequenos erros de seus filhos, o país não vai melhorar.

  • 30
    Jun

    Semana passada, viralizou na internet uma foto de duas crianças vestindo uma grande camiseta. Depois de aturar muita briga entre seus filhos, na tentativa de apaziguar a situação, pais criaram a “Camiseta da união” com os dizeres: Brigou tem que usar, pedir desculpas, dar abraço no outro e falar “te amo”. E esse é um dos motivos de existirem tantos adultos hipócritas. Todo Ser Humano sente raiva de alguém em algum momento da vida e isso é normal. Não somos obrigados a gostar dos outros, devemos sim respeitar todas as pessoas independente do que façam ou pensem. Mas sentir raiva é natural. Raiva é como alegria, tristeza, excitação, mágoa… É um sentimento humano e natural. Mas muito reprimido. Desde a nossa infância aprendemos que não devemos sentir raiva e muito menos demonstrar a raiva porque é feio. Então não aprendemos a entender e elaborar a raiva, e sim a engolir e fingir que não a sentimos. É preciso ensinar as crianças a identificarem seus sentimentos e a lidarem com todos eles de forma saudável. Obrigar alguém a ter determinado comportamento não faz com que a pessoa mude o que pensa ou que mude de atitude no futuro. Hoje vemos muitos adultos com dificuldade de relacionamentos, de dizer “não”, de desagradar, que preferem fingir que não têm sentimentos negativos, que não perceberam o que está acontecendo ou que não viram a pessoa com quem tem algum conflito. Preferem qualquer fingimento a resolver a questão de forma saudável e prática com o outro, por que não aprenderam a fazer isso. Ao forçar uma criança a fazer as pazes quando ela está com raiva, ou a identificar a raiva como ruim, não estamos as ajudando. É preciso ensiná-las a vivenciar e conhecer seus sentimentos, a dar vazão à raiva de uma forma saudável sem violência. O contrário disso é atrapalhar o desenvolvimento do autoconhecimento e elaboração dos próprios sentimentos. Crianças sentem raiva porque são humanas, todos nós sentimos e é preciso aprender a lidar com esse sentimento desde a infância. Após uma briga, a reconciliação deve acontecer sim, mas no momento em que a raiva tenha passado. No momento em que se tenha entendido o motivo de ter sentido raiva e percebido que não deveria ter agido com descontrole ou violência. Depois que as crianças têm consciência do que aconteceu então virá uma vontade de reconciliação e essa será a hora de conversar, abraçar e dizer que ama. As crianças são os seres humanos mais conectados com a própria essência, todas as crianças são boas e querem o bem dos outros, exceto as que sofrem. Isso também acontece com os adultos, todo ser humano é naturalmente bom e quer bem ao próximo, mas a maioria dos adultos não sabe lidar com seus sentimentos por isso ficam agressivos, maldosos e evitam ver ou falar com a pessoa que lhes causou dor, ou então querem se vingar com a ilusão de que isso mudará a própria realidade. E tudo isso acontece porque na infância ninguém os ensinou a lidar com seus sentimentos negativos. Vamos aceitar que falar que ama por ser obrigado a dizer isso não é amor. Abraçar com raiva por que alguém mandou, não é amor. Ficar do lado de alguém porque é obrigado, não é amor. Mais consciência e menos hipocrisia.

  • 13
    Jun

    O dia dos namorados já passou, mas se você ainda quiser achar um amor ou cultivar o que você já tem, da uma olhada nessas dicas: Admiração – Um dos pilares que sustenta o relacionamento é a admiração, junto com o respeito e a confiança. É preciso admirar alguém para amá-lo. Ciúmes não é necessário - Não caia naquela de que uma pitada de ciúmes é bom porque não é. O ciúme nada mais é do que escancarar para o mundo o quanto você é inseguro e incoerente. Se para você a fidelidade é importante então não tem porque você querer ficar com uma pessoa que você acredita não ser fiel certo? Brigar com alguém para que essa pessoa seja fiel também não faz sentido. Você confia ou não em alguém. Alguém é confiável ou não. Deixe as suas inseguranças para tratar com seu terapeuta. Individualidade – quando estamos apaixonados queremos passar o máximo de tempo com a pessoa amada, mas é muito importante manter nossa individualidade, sair com nossos amigos e continuar fazendo coisas que fazíamos quando estávamos solteiros, sempre com bom senso é claro. Projetos pessoais – a admiração é um dos pilares do amor e para manter-se admirável e com a sua autoestima alta, e também para não sobrecarregar o outro, é necessário que você continue a ter seus próprios sonhos projetos e objetivos e também que você os conquiste, dessa forma você se sentirá realizado e será uma pessoa interessante e admirada por quem te conhece e será uma honra estar ao seu lado. Projetos juntos – mesmo que seja necessário ter projetos pessoais, esses projetos precisam combinar, ou seja, se o seu sonho é ser rica e famosa e você realmente se dedica pra isso, mas o seu parceiro não gosta de sair, de ter amigos e não tem controle financeiro, infelizmente seu sonho será prejudicado. É preciso comunicação clara nesse momento e fazer projetos juntos para que um apoie o sonho do outro. Além de projetos dos dois como, comprar uma casa, fazer uma viagem ou qualquer coisa que precise da dedicação de ambos para acontecer. Reconhecimento verbalizado – todo ser humano precisa ser amado, aceito e reconhecido para ser feliz, e é tão bom quando esse reconhecimento vem da pessoa que a gente ama. Então não basta admirar seu amor, é preciso falar os pontos positivos que você admira e os comportamentos que você gosta de ver nele(a). Uma pitada de romantismo – nem todo casal é romântico e isso não é nenhum problema, mas todo mundo gosta de carinho e demonstração de afeto. Os dois tem que ceder – quando se está em um relacionamento não se vive mais sozinho e isso parece óbvio, mas se o casal briga muito, provavelmente é porque alguém não quer ceder e insiste em ficar abraçado em seu orgulho. O orgulho nunca serve para nada e eu desafio alguém a me dizer um benefício dele. Então deixe seu orgulho de lado e escolha ser feliz ao invés de ter razão. Autoconhecimento – é importante para todas as pessoas em todas as situações. Você precisa se conhecer bem para saber que tipo de pessoa quer ao seu lado, que tipo de vida quer viver e quais são seus valores e limites. Amor próprio – se ame em primeiro lugar, não se humilhe, não fique em relacionamentos que não se sinta respeitada (o), não aceite menos do que alguém comprometido com você e com seus sonhos. Não pense que ficará sozinha (o) para sempre e que por isso deve aceitar qualquer um. Você tem que ser a pessoa mais importante da sua vida para você.

  • 10
    Jun

    Psicólogos têm que ler bastante e por isso eu selecionei os meus 20 livros de desenvolvimento humano preferidos e estou passando essa lista para vocês. Se você quiser se aprofundar, poderá baixar meu Ebook, gratuitamente, em que faço um pequeno resumo de todos eles. Nesse E-book contém ideias extraídas de livros motivacionais que incentivam as pessoas a pensarem além de seu ponto de vista, ampliando suas percepções, o que ajuda a transformar suas vidas. É possível mudar sua vida a partir de mudanças em seus pensamentos e hábitos. Não importa quão desafiante esteja sua vida hoje, sempre é possível mudar a realidade, pois o real é apenas um ponto de vista. OS LIVROS: A ARTE DA FELICIDADE - DALAI-LAMA E HOWARD C. CUTLER DESPERTE O GIGANTE INTERIOR - ANTHONY ROBBINS O PODER DO AGORA - ECKHART TOLLER TENHA MEDO... E SIGA EM FRENTE - SUSAN JEFFERS AS 7 LEIS ESPIRITUAIS DO SUCESSO - DEEPAK CHOPRA FLOW  - A PSICOLOGIA DA FELICIDADE - MIHALY CSIKSZENTMIHALYI LIMITE ZERO - JOE VITALE O PODER DO MITO - JOSEPH CAMPBELL MULHERES QUE CORREM COM OS LOBOS - CLARISSA P. ESTÉS O PEQUENO PRÍNCIPE - ANTOINE DE SAINT-EXUPÉRY A ARTE DA GUERRA - SUN TZU O CÓDIGO DO SER - JAMES HILLMAN SEGREDOS DE UMA MENTE MILIONÁRIA - T. HARV EKER EM BUSCA DO SENTIDO - VIKTOR FRANKL VOCÊ PODE CURAR SUA VIDA - LOUISE HAY O EFEITO SOMBRA - DEEPAK CHOPRA UM CURSO EM MILAGRES -  HELEN SCHUCMAN E WILLIAM THETFORD QUEM ME ROUBOU DE MIM - PE. FÁBIO DE MELO AUTOLIDERANÇA - SURYAVAN SOLAR ANSIEDADE - AUGUSTO CURY   BAIXE GRATUITAMENTE SEU E-BOOK CLICANDO AQUI   

  • 30
    May

    Ainda falaremos desse assunto por muito tempo. Por todas as mulheres que foram violentadas, por todas que apanharam, por todas que foram humilhadas, por todas que sentem-se obrigadas a fazerem sexo, mesmo sem vontade com seus maridos, por todas que sentiram culpa por ser mulher, por todas que são obrigadas a ouvir cantadas, por todas que sentem-se desconfortáveis quando percebem um homem olhando fixamente com cara de louco faminto, por todas que ouvem opiniões preconceituosas sobre suas escolhas, por todas que estão chocadas com a história de Beatriz. Todos acompanharam o crime lastimável que aconteceu essa semana e fez com que muitas mulheres se unissem e sofressem o luto de uma menina.  Milhares de mulheres entraram nessa luta pela liberdade das mulheres, para que possamos Ser sem medo. Contra toda e qualquer forma de violência. Muitos pontos precisam ser analisados desse fato. Infelizmente algumas pessoas ainda falam que a moça estuprada por trinta homens era garota de programa, fazia sexo grupal com frequência, era safada, era amiga dos bandidos, usava roupas curtas, era favelada, dançava funk... Isso me fez lembrar das avós, das tias, das mães, das vizinhas, das várias mulheres que nos ensinaram a nos comportar, a nos vestir de modo recatado, a ter modos, a não rir tanto perto de um homem, a nos dar ao respeito, a não usar roupas curtas e decotadas, a não provocar, a evitar lugares promíscuos como baladas, a tantas regras, e se fizéssemos algo diferente dessas regras então alguma coisa terrível poderia acontecer e a culpa seria nossa, isso é a cultura do estupro. Mas ninguém disse que os nossos atos devem ser baseados nos nossos valores e não no comportamento dos outros. Não é porque uma moça está dançando funk com um vestido curto que ela pode ou merece ser estuprada. Os homens deveriam ter os comportamentos baseados em seus próprios valores independente de como uma moça se apresente. Sendo ou não verdade o que aconteceu com Beatriz, não podemos negar que isso acontece com várias mulheres no mundo inteiro. E isso é grave. A culpa nunca é da vitima e nada justifica um ato de crueldade como esse. Talvez você pense, “mas eu nunca faria isso”, então reflita: quando alguém te trata mal você trata mal essa pessoa também?  Se sim, então seu comportamento não está baseado nos seus valores e sim no comportamento dos outros e no seu orgulho. Assim como os estupradores. Claro que nas diferentes proporções. Sabe aquela frase: “minha atitude depende da sua”? Pois é, ela está errada. Minha atitude depende dos meus valores. O que eu quero dizer é que a raiz de todos os problemas que vemos no mundo, e reclamamos, está em todos nós. Na nossa falta de consciência, na nossa falta de controle emocional. O que aconteceu semana passada resultou em um grande alarme. Nossa sociedade precisa de atenção. Todos nós somos responsáveis por isso, precisamos mudar como pensamos e agimos. Precisamos mudar na raiz. Esse ato foi de profunda inconsciência em seu nível mais absoluto. A raiz do problema é a falta de consciência de seres individuais mas também de toda a sociedade. Estamos todos unidos em pensamentos e atos, a cada instante. Estamos todos juntos construindo a cada pensamento a nossa sociedade. Toda a sociedade é responsável por todas as coisas horríveis que estamos vendo atualmente. Nós oferecemos a cultura, as crenças, os pensamentos através de filmes, ideologias, músicas, imagens... Nós não estamos educando ninguém quando poderíamos e deveríamos estar fazendo isso... nós estamos cada vez mais egoístas e colocando a culpa em tudo menos em nós mesmos. O pensamento doentio mundial é: "O que é mais fácil? O que dá menos trabalho? O que dá mais dinheiro?" E ninguém pensa... Apenas ganha esse jogo da vida quem tem mais consciência. Quem ainda vive adormecido ficará cada vez mais doente e perdido. Vou te dar um exemplo prático dessa inconsciência, o que estamos cantando? “mas aquele 1% é vagabundo e elas gostam”; “Calça apertada, bunda empinada, dez vezes melhor que a sua namorada”; “Antes embriagado do que iludido, acreditar no amor já não faz mais sentido, eu vou continuar nessa vida bandida.”; "Se fosse mulher feia tava tudo certo, Mulher bonita mexe com meu coração"; “You know what to do with that big fat butt, Wiggle, wiggle, wiggle”; “Baby I'm preying on you tonight Hunt you down eat you alive Just like animals, animals.”; “Yeah it's pretty clear, I ain't no size two, But I can shake it, shake it like I'm supposed to do, cause I got that boom boom that all the boys chase, All the right junk in all the right places.”; “So what's it gon' be? Put that shit away Iggy, You gon' blow that rape whistle on me, (Squee!) I love it.” Você até pode não gostar de nenhuma dessas músicas, mas tenho certeza de que não presta muita atenção no que canta, ou no que assiste, ou no que faz. Estamos tão acostumados com a inconsciência que tudo parece normal. Nossa alimentação, comprar roupas de fast fashion, não se importar com a nossa produção de lixo, parar o carro cinco minutos na vaga de idosos. São tantas as coisas que as pessoas até falam, “é impossível viver tão certinho”, sim, continuará sendo impossível enquanto todos reclamarem e poucos agirem. É só agir com consciência a todo momento e parar de justificar erros. E para aqueles que estão dominados pela extrema inconsciência, é preciso afastar pelo tempo necessário estes seres monstruosos da sociedade, mas não com punição e sim de alguma forma restaurar profundamente suas consciências até terem condições de conviverem com outros Seres novamente sem oferecer perigo ao próximo. São pessoas feridas que ferem e quanto mais feridas mais irão ferir. Matá-los seria uma solução? Sim, a mais fácil, mas não a melhor. Não devemos nos prender no ciclo do ódio que só gera mais ódio, mas sim no ciclo da consciência que é curativa e que gera mais consciência e cura. Todos estão buscando o caminho mais fácil, se todos continuarem assim, continuaremos tendo os mesmos resultados. COMO ALGUÉM SE TORNA UM ESTUPRADOR: Um homem que se percebe com o direito de estuprar. Talvez tenha uma personalidade autoritária com completa falta de empatia, ou tenha um ego inflado e uma vontade de fazer justiça através dessa prática. Ou ainda, tenha autoestima baixa e necessita de sentir-se poderoso. Pode ser também transtorno mental como Paranoia, então ele se sente o centro do mundo onde ele é o rei poderoso e a mulher alguém inferior que deve obediência. Ele se acha um homem irresistível e que seria uma honra ser desejada por ele e isso faz sua culpa ser quase inexistente. Certamente ele possui alguma característica anormal e compensatória de um grave problema provavelmente relacionado à rejeição. Mas mesmo que um homem possua um passado terrível e traumático que o fez tornar-se um monstro, um fator importantíssimo a ser levantado é o apoio inconsciente que ele recebe diariamente da sociedade, da cultura do estupro.  

  • 16
    Apr

    Aconteceu essa semana, de 16 a 24 de abril, a Fashion Revolution Week. Um movimento criado por um conselho global de líderes da indústria da moda sustentável e pessoas conscientes que se preocupam com a origem das roupas e também quem acredita na sustentabilidade da indústria da moda, quem valoriza as pessoas que trabalham em confecções e quem respeita o meio ambiente. A campanha surgiu depois do desabamento do edifício Rana Plaza em Bangladesh no dia 24 de abril de 2013, uma tragédia que fez o mundo ter mais consciência sobre as condições de trabalho de quem faz nossas roupas. O objetivo da campanha é aumentar a conscientização sobre o verdadeiro custo da moda e seu impacto em todas as fases do processo de produção até o consumo. O Fashion Revolution Day está se tornando uma campanha verdadeiramente global que adquire mais força a cada ano. Ainda bem que é assim, pois de outra forma, a tragédia de Bangladesh seria esquecida rapidamente como tantas outras. Infelizmente o Ser humano tem uma grande facilidade de não pensar sobre a origem das coisas, contanto que se sinta bem com o produto final. Busca muito o bem estar e pouco a consciência. O mundo consumista pede roupas cada vez mais populares, com preços cada vez menores e coleções novas cada vez mais frequentes. E de quem é a culpa de toda essa exploração? De pessoas com transtornos mentais graves como compulsão que não pensam em se tratar, apenas em comprar, e de quem tem sintomas leves como a eterna sensação de que não há nada no guarda-roupa. São pessoas sem consciência que causam os problemas do mundo. A moda é uma força a ser considerada, que inspira, provoca, conduz, cativa, é preciso ter consciência e levar esse poder para o bem.  Seguir o exemplo dessa campanha, que, simultaneamente em várias cidades, produzem palestras, seminários, debates, bazares e outras ações, com o objetivo de levantar o tema e trazê-lo para o centro da discussão em meio à revolução Fast Fashion. No dia 24 de abril, através de um ato simbólico, as pessoas vestem a roupa do avesso para expor a etiqueta, valorizar a costura da roupa e quem costurou e questionar… Quem fez minha roupa? De onde veio o tecido? Onde fica a fábrica? Quem está costurando? Quais são as condições de trabalho? Várias marcas famosas oferecem condições de trabalhos precárias, jornadas exaustivas, salários ridículos. É sempre bom estar atento com roupas que vem de Bangladesh, Camboja, Índia e muitos outros países em desenvolvimento, pois eles mantêm seus trabalhadores em condições desumanas. Para que? Para que a gente possa comprar mais uma roupa que não precisamos e que usaremos poucas vezes, mas que está com um preço ótimo. Outro fato que não se fala, é que para produzir tanta roupa é preciso de muito algodão. As plantações não produzem na mesma velocidade que a indústria pede. Por isso, novos produtos químicos e agrotóxicos cada vez mais fortes estão sendo usados nas plantações. Produtos tão fortes que causam doenças físicas e mentais em populações próximas onde o plantio é a principal atividade econômica. E o risco não é só para quem planta ou vive perto, também para os consumidores, estamos usando roupas tóxicas. Quem se preocupou com o tema e tem interesse em conhecer mais, indico um documentário que tem no Netflix: The True Cost.  

  • 07
    Apr

    A frustração faz parte da vida de todos nós. As coisas não saem sempre da forma que planejamos, na verdade, na maioria das vezes precisamos redesenhar o plano inicial. Isso acontece porque a vida está sempre em movimento e tudo pode acontecer. A superproteção a que muitos pais submetem os filhos traz um impacto negativo no desenvolvimento das habilidades sociais deles. Quanto mais você faz pelo seu filho, menos ele aprende a fazer por ele mesmo. E ao perceber-se incapaz de fazer muitas coisas, pois nunca teve a oportunidade de treinar, acredita que não é útil, ou não consegue, e passa a repetir esse padrão até a vida adulta. Deixe seu filho conhecer seus próprios limites, saber até onde consegue ir, tentar fazer as coisas sozinho. Avalie a capacidade dele e cuide para que não se machuque, mas deixe-o tentar. Dê tarefas para ele como arrumar a cama, dobrar sua roupa, guardar seus brinquedos, essas atividades não oferecem nenhum perigo. Tente não dar sempre respostas prontas aos questionamentos das crianças, faça os pensar, instigue-os, responda com outras perguntas, pergunte a opinião deles. Deixe ele ficar frustrado e lidar com esse sentimento. Deixe ele fracassar em algumas tentativas. Dê a oportunidade de arcar com as consequências, limpar o que sujou. Prepare as crianças para o mundo real e não para o mundo que você desejaria viver. Crianças superprotegidas tendem a ter a autonomia e o desempenho prejudicados, pois não conseguem desenvolver o senso de confiança. Serão adultos que provavelmente terão dificuldade de se estabelecer no mundo, e apresentarão características fortes de dependência, sentimento de inferioridade, incompetência, vulnerabilidade e fracasso. Famílias superprotetoras, na tentativa de proteger a criança dos perigos do mundo, e facilitar a vida das crianças, não reforçam sua autonomia. Além disso, também vemos muitas famílias sendo permissivas no modelo educacional que seguem. As crianças que crescem em um ambiente permissivo tendem a ter dificuldades em seguir regras e normas, em respeitar os direitos dos outros e cumprir metas pessoais. Pais que têm dificuldades na aplicação de limites realistas promovem na criança um sentimento de merecimento, de grandiosidade, falta de autocontrole e de autodisciplina. Nesse caso, o futuro adulto terá como forte característica o egoísmo, que geralmente mascara um autoconceito fragilizado e uma imagem deturpada de si mesmo, característicos da baixa autoestima. As crianças querem ser aceitas e admiradas pelos pais. O adulto quer ser amado, aceito e reconhecido pela sociedade. Isso nunca muda. Quando uma criança percebe que consegue fazer algo e se sente útil, tem a mesma sensação que o adulto tem quando isso acontece. Isso aumenta a autoestima e a autoconfiança de todos nós. Mas o que vemos, são adultos que têm medo de sair da zona de conforto e por isso não conquistam muitas coisas ao longo da vida. As vezes os pais estabelecem uma relação de amor condicional, isto é, a criança apenas recebe afeto e atenção mediante a determinado comportamento. Isso causa uma necessidade de ganhar aprovação. Se os pais ressaltam que gostam do filho apenas quando se comporta desta ou daquela maneira, criança não consegue avaliar isso como mentira e passa a eliminar o comportamento indesejado para agradar aos pais. Isso é ótimo para os pais, mas o que a criança aprende com esses procedimentos? Dependendo do nível de exigência em que isso acontece, a criança tende a generalizar e pode se tornar um adulto que acredita que deve atender às necessidades e expectativas dos outros, suprimindo as suas, tornando-se submisso e facilmente abusado. Buscando sempre aprovação, reconhecimento e se relacionando de maneira subjugada e tendo extrema dificuldade em dizer “não”. Ou seja, um futuro muito difícil.

  • 28
    Mar

    Ter um emprego é apenas uma, dentre as várias formas de ganhar dinheiro que existem. Se você está desempregado, foque em aprender ganhar dinheiro ao invés de focar em apenas arrumar um emprego. Quando se tem um emprego fixo, se tem segurança financeira de quanto dinheiro receberá todo mês, tem também a possibilidade de ter férias remuneradas, décimo terceiro, auxilio desemprego e várias outras regalias que podem acabar a qualquer momento. E também você está doando seu tempo para enriquecer outra pessoa, ou seja, doa sua vida para que outra pessoa ganhe dinheiro e desfrute. E o pior dessa realidade é que a maioria das pessoas que têm emprego fixo está infeliz nesse emprego, e quando perdem o emprego ficam desesperadas para arrumar um novo emprego que em pouco tempo vão detestar. Isso faz algum sentido? Ao invés de querer arrumar emprego você deveria estar aprendendo a ganhar dinheiro e a manter o dinheiro. Vamos às verdades da vida: uma pessoa tem um emprego, então ela ganha um tanto de dinheiro todo mês, com a maior parte desse dinheiro ela compra alimentos que não são saudáveis e objetos que não são essenciais, como várias roupas, cigarro, bolsas, sapatos, ou coisas do tipo. E faz dívidas. Então a pessoa gasta uma vida enriquecendo outra pessoa para poder comprar coisas que ela não precisa?! Acho que arrumar um emprego não é tão importante assim não é mesmo? Então vamos ao que faz sentido: Primeiro, saiba no que você é bom. Todo Ser Humano é bom em alguma coisa, se você não sabe no que é bom, descubra. Pergunte aos seus amigos, familiares, lembre por que te elogiam. Se você realmente não for bom em nada, infelizmente esse é o preço de uma vida cheia de preguiça, mas ainda há tempo, dedique-se a aprender alguma coisa e seja muito bom nisso. Ou viva com preguiça e arque com as consequências. Depois que identificou todas as coisas que você é bom, escolha a que as pessoas te pagariam para você fazer. Se você é bom em organização, desenvolva um método para ajudar as pessoas que não são, elas precisam de pessoas como você. Se você for bom na cozinha, invente pratos novos. Use a criatividade!!!! Ninguém é bom em tudo ou em nada, a ideia é que as pessoas se ajudem com suas expertises. Em terceiro lugar dedique-se ao máximo para que sua ideia dê certo. Estude, aprenda tudo o que puder sobre a área, a internet te ensina tudo o que você quiser aprender e de graça, não tem mais desculpas para ficar parado sem ganhar dinheiro. Quanto mais você se dedicar, melhor profissional será. E por ultimo, divulgue seu trabalho, quanto mais você divulgar, mais terá chances de alguém se interessar em comprar seu produto ou ideia. A diferença entre uma pessoa de sucesso e um fracassado é o quando essa pessoa está disposta a se dedicar! RESUMO: AUTOCONHECIMENTO DEFINIR SEU NICHO DEDICAÇÃO VENDER O PEIXE

  • 07
    Mar

    1 – Aceite a realidade. Se vocês terminaram é por que tem algum motivo que faz vocês não darem certo juntos. Perceba se é um motivo real ou fantasia como o ciúmes. 2- Não se humilha. Se você levou um pé na bunda, aceita e parte pra outra. Não procure a pessoa, não entre nas redes sociais da pessoa, não queira saber da vida dela. 3 – Não devolva nada, nem o passaporte. Essa história de que vocês precisam se ver para devolver as coisas do outro é só uma desculpa para não aceitar o fim do relacionamento e tentar alguma coisa que pode ser humilhante. 4 – Aproveite o momento sozinho (a) para refletir sobre quem é você sem a influencia de ninguém. Fique um tempo sozinho sem procurar ninguém para namorar. 5 – Faça coisas sozinho (a) e perceba como se sente. Se você não gosta da sua companhia porque alguém tem que gostar? 6 – Saia com seus amigos, reveja antigos amigos, faça novos amigos. 7 – Leia livros, faça cursos de assuntos interessantes, assista palestras, aproveite para ser mais culto (a) e mais interessante. 8 – Procure a companhia de amigas mulheres, faça brigadeiro, assista filmes, faça uma festa do pijama, mesmo que você seja homem. 9 – Quando já estiver curado da dor do amor perdido… Faça uma lista de tudo que uma pessoa precisa ter para namorar com você, todas as características de que você gosta e admira em alguém. 10 – Mentalize essa nova pessoa chegando na sua vida e não aceite nada menos do que você merece.

  • 15
    Feb

    O filme é baseado na história de Joy Mangano, a mulher que criou a Mop Miracle: esfregões que não sujam as mãos e que podem ser lavados à maquina, práticos e seguros. A partir de uma necessidade ela criou uma solução. Eu particularmente não gosto dos filmes do diretor David O. Russell, e não foi diferente no filme Joy. É uma história muito interessante, com muito potencial contada de uma forma ruim com atores que não combinam com o papel. Joy é uma mulher com mais de 30 anos, divorciada, tem dois filhos e trabalha como balconista na empresa Eastern Airlines. Quando criança era muito inteligente e criativa, percebia as necessidades e criava produtos, isso se perdeu após o divórcio dos pais e a “ausência” da mãe. Dezessete anos depois ela se vê em uma vida difícil, pois toda a família depende emocionalmente dela. Em sua casa também mora sua mãe, sua avó, seu ex-marido e seu pai, além de seus filhos. Seu pai é um homem difícil que vive em em atrito com as pessoas. Sua mãe passa o dia todo deitada assistindo novelas como meio de fuga da realidade, deixando para Joy todo o trabalho da casa, além de criar problemas para Joy resolver. Uma pessoa com personalidade dependente, que se vitimiza e espera que os outros resolvam seus problemas. Apenas sua avó e sua melhor amiga, Jackie, a incentivam a correr atrás de seus sonhos e a se tornar uma mulher forte e bem sucedida. Seu pai começa a namorar Trudy, uma viúva rica com alguma experiência de negócios. Joy cria modelos de um esfregão auto-torcido, constrói um protótipo com a ajuda dos funcionários da loja de seu pai e convence Trudy a investir no produto. Depois de muitos desafios ela consegue realizar seu sonho. Joy sofreu com o divórcio dos pais, o que acontece com muitas pessoas. Nesse momento ela tinha dois caminhos: tomar as rédeas da família e de si mesma ou ficar triste e reclamar como a vida foi injusta e que "se os pais estivessem juntos ela seria melhor". Todos nós passamos por dificuldades e temos essas duas escolhas: reclamar ou resolver. O grupo das pessoas que apenas reclamam está condenado ao fracasso. E o grupo das pessoas que resolvem problemas está destinado ao sucesso.  É simples. Joy acreditou na sua ideia e a defendeu, não duvidou, não desanimou e não desistiu, isso fez com que ela alcançasse o sucesso. Uma passagem bem interessante no filme, uma das melhores partes, foi quando ela corta seu cabelo. Segundo os visagistas, o cabelo de uma mulher diz muito sobre ela e que os cabelos chanel deixam a mulher mais controladora e independente. Percebeu-se claramente um empoderamento depois que ela cortou os cabelos. O que podemos aprender com o filme: Você precisa ter um objetivo na sua vida. Você precisa acreditar completamente no potencial do seu produto. Nunca desista da sua ideia por mais difícil que seja realizá-la. Não tenha preguiça. Nunca é tarde para começar. Aprenda tudo o que puder das etapas pelas quais seu produto precisará passar. Sua família pode ser sua pior inimiga. Nunca acredite em pessoas medíocres. Acredite no que as pessoas bem sucedidas falam sobre você. Você não é responsável pelos problemas das pessoas da sua família. Lembre-se do que você falava que iria ser quando crescesse. As melhores ideias vêm das necessidades. As vezes você precisa arriscar tudo o que tem, sair da zona de conforto para alcançar o sucesso.    

  • 08
    Feb

    Seres humanos são bons ou maus? O que é o certo a ser feito? O que é justo? Você se considera uma boa pessoa? Seres Humanos são o que mais existe de sensível. Somos seres totalmente emocionais e acreditamos que somos racionais. Precisamos acreditar nisso para que toda a estrutura que criamos para o planeta funcione. Mas como podemos perceber nada funciona, tudo é ilusório, pois estamos escondendo essa verdade: somos sensíveis e emocionais, tomamos decisões através de nossas emoções e por isso somos facilmente manipulados. Isso não é uma coisa que nos agrada saber, não é mesmo? Por isso fingimos que não é assim que as coisas funcionam. Você se considera uma pessoa boa? Não, você não é. Você tem momentos que está sendo bom e momentos que está sendo mau. Não existe Ser Humano totalmente bom nem totalmente mau. Nós nos achamos boas pessoas até que alguém possa ler nossos pensamentos. Todos nós temos sombra! Nossa sombra é feita de pensamentos, emoções e impulsos que achamos dolorosos, constrangedores ou desagradáveis para aceitar. Ao invés de lidarmos com eles, os reprimimos e negamos. Se você não concorda e pensa “eu sou bom, não faço mau a ninguém” será que você está sendo bom para você mesmo? Muitas vezes, as pessoas são muito más com elas mesmas. Todos nós temos sombras que afetam outras pessoas e somos afetados pelas sombra dos outros, principalmente das pessoas que mais convivemos. Nós (na verdade nosso Ego ferido) escondemos tudo aquilo que não aceitamos em nós, negamos nosso lado mau. Para fazermos isso perfeitamente (achamos que fazemos) nosso Ego constrói uma máscara (persona) que esconde dos outros nossos defeitos e nossa vulnerabilidade e mostra ou cria características que são admiradas e bem aceitas. O objetivo é ser amado, aceito e admirado pelo maior número de pessoas, ou só pelas mais importantes. Nós temos características boas e ruins, mostramos as boas e escondemos as ruins. Muitas vezes escondemos de nós mesmos. Sempre haverá um “mas” e sempre haverá um bom argumento para explicar uma resposta emocional ou um comportamento negativo. Fomos condicionados a temer o lado obscuro da vida, assim como o nosso. Negar nosso lado negativo intensifica o poder da sombra. Cada aspecto que vemos no outro, positivo e negativo existe dentro de nós. Temos todas as emoções e características humanas, mas é mais fácil projetá-las nos outros do que reconhece-las em nós. Se você anda julgando muito os outros é porque tem muita sombra dentro de você. Reconhecer e integrar nossa sombra é um dos exercícios mais difíceis que uma pessoa pode fazer, exige humildade, autoconhecimento e muita vontade de querer ser alguém melhor. A maioria das pessoas não entende esse conceito e não conhece sua sombra, por isso que estamos vivendo um colapso mundial. O que vemos no mundo é o resultado da sombra de cada um projetada no inconsciente coletivo. Não há nada que vemos fora que não exista dentro. Nosso comportamento não deve depender do comportamento dos outros e sim dos nossos valores e princípios. Quando não é assim, a pessoa torna-se muito vulnerável, cria problemas onde não tem e sofre por coisas que ela mesma criou, além de se tornar um alvo fácil para a manipulação. “Quando abraçamos a nossa totalidade, experimentamos a liberdade. À medida que atravessamos nossas sombras, podemos recuperar nossa luz”. (Deepak Chopra)

  • 27
    Jan

    Todos os nossos comportamentos são definidos apenas por duas coisas: prazer e dor. Temos reações instintivas á eles.Não tomamos decisões racionalmente, é o nosso lado emocional quem decide, nos aproximando do prazer ou nos afastando da dor, depois explica para o lado racional o motivo da escolha.O que associamos ao prazer e a dor que definirá nosso destino, pois nossas escolhas são inconscientes e baseadas nessas associações.Mas o que é o prazer?É uma sensação de bem estar e plenitude, não necessariamente ligada à alegria ou felicidade. É uma resposta da mente indicando que nossas ações estão sendo benéficas, porém “benéficas” é subjetivo, podemos sentir prazer fazendo coisas que não são saudáveis ou legais.É de natureza humana sentirmos prazer quando satisfazemos nossas necessidades fisiológicas: fome, sede, sono, sexo, excreção e abrigo. E se alguém não sentir prazer fazendo alguma dessas coisas é porque há algum trauma por trás que deve ser tratado.Seguindo a pirâmide de Maslow, tudo que há nela são fontes de prazer, como a sensação de segurança quando nos sentimos inseguros, a sensação de ser amado quando nos sentimos carentes, ou seja, satisfazer nossas necessidades nos dá muito prazer. Também por sermos reconhecidos pelo que somos ou pelo que fazemos, assim como a auto realização quando conquistamos algo que desejamos pelo nosso próprio esforço. Ganhar algo que queremos nos dá alegria passageira, conquistar algo nos dá prazer duradouro.Muitas coisas podem ser fontes de prazer, quanto mais autoconhecimento uma pessoa tem, mais ela sentirá prazer, pois tomará decisões alinhadas com suas preferencias.Um grande problema da nossa cultura é que o prazer está relacionado apenas a três coisas: poder, dinheiro e sexo, e é assim que o mundo vai caminhando para um lugar que ninguém gosta, porém desenvolver consciência ninguém quer.A falta de consciência pode ser um grande perigo quando falamos de prazer, pois é por esse caminho que somos facilmente manipulados. Um exemplo disso são as grandes indústrias alimentícias que visam apenas o lucro e não a saúde. Refrigerantes, doces e vários alimentos não fazem bem, porém tem um ótimo sabor e por isso são consumidos aos montes, e depois a indústria farmacêutica lucra com corpos adoecidos.Somos manipulados também pelo nosso ego, que ao buscar um prazer sem consciência, pode nos colocar em situações terríveis. Qualquer coisa errada que alguém faça é pela busca de algum tipo de prazer, porém jamais chegará ao prazer pleno por esse caminho.É da natureza humana ser bom, quando alguém foge disso é porque está sofrendo e reagindo, então está se afastando da fonte genuína do prazer, está seguindo uma ilusão.A busca pelo prazer instantâneo faz com que as pessoas desenvolvam hábitos nocivos como compulsões e vícios. Masquando há consciência, o prazer fica muito melhor e infinito.É só observar, realmente olhar as verdades da vida. Quais são as coisas que mais causam prazer e que são verdadeiras e não manipulações? A resposta é mais simples do que parece, tenho certeza de que se você quiser descobrir, não vai demorar muito e terá uma vida com muito mais qualidade.

  • 20
    Jan

    O livro “O pequeno Príncipe” foi escrito em 1943 pelo francês Antoine de Saint-Exupéry e ainda é o livro francês mais traduzido e vendido no mundo. Trata-se de uma fábula, ou melhor, uma parábola que ensina aos adultos algumas verdades da vida. Disfarçado de livro infantil, o autor descreve através de metáforas alguns ensinamentos que só através dos olhos de uma criança podemos relembrar dessa nossa sabedoria. É uma história riquíssima e cheia de ensinamentos que se aplicados, tornariam nossos relacionamentos mais fáceis. O livro começa com o autor relatando sua experiência infantil, quando ao desenhar uma jibóia que engoliu um elefante todos os adultos viam um chapéu. “As pessoas grandes têm sempre necessidade de explicações…”Adultos realmente se negam a enxergar as verdades da vida, precisam de explicações racionais para se convencer de alguma coisa, quando na verdade somos muito mais seres emocionais do que racionais e fingimos que não. O autor continua relatando sua história até a fase adulta, quando se perde no deserto e conhece o Principezinho, ou podemos dizer que ele entra em contato com a sua criança interior. Através de longas conversas durante o dia, o príncipe vai passando ao autor sua essência através de questionamentos, relatando sua rotina em seu pequeno planeta. Uma grande preocupação do príncipe são os Baobás, uma planta que se não for arrancada assim que aparece pode tomar conta e destruir seu planeta. “As sementes ruins de Baobás são pequenas antes de crescer, é preciso arrancar logo, mal a tenhamos conhecido”. Podemos aprender com essa lição a como combater o mal que se aproxima de nós, seja nossa sombra ou alguém próximo. Todo mal antes de crescer também é pequeno e começa aos poucos. Quando uma pessoa nos maltrata, geralmente ela começa aos poucos e nós permitimos que esse mal cresça, assim como nossa raiva, tristeza e mágoa. O relacionamento do príncipe com sua flor é conturbado e o deixa confuso, assim como muitos de nossos relacionamentos. Foi por isso que ele partiu de seu planeta. “Não soube compreender coisa alguma! Deveria tê-la julgado pelos atos, não pelas palavras.” Diz isso quando descreve uma briga com a flor, é o que fazemos em nossos relacionamentos, julgamos as pessoas pelo que elas falam, mas quem disse que elas sabem o que falam? Devemos julgar as pessoas pelos seus atos. Devemos julgar as pessoas? Sim. Essa história de não julgar os outros é só para Jesus, enquanto formos seres humanos estaremos julgando querendo ou não, então vamos usar o equilíbrio para isso também. Não devemos julgar os outros sem olhar para nossos erros, pois de nada adianta, o que vemos fora está dentro, por isso nos identificamos. Devemos julgar se devemos manter as pessoas ao nosso lado, se elas estão nos acrescentando ou nos prejudicando e também se podemos ajudá-las. Como faríamos isso sem julgar? “É preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas.” Podemos aplicar essa metáfora em vários pontos de nossa vida. Em relação a nós mesmos, sobre nosso crescimento e amadurecimento, ou com os outros. Até conhecermos bem uma pessoa, precisamos passar pela barreira social que alguns colocam, até conquistarmos sua confiança e vermos as borboletas, talvez enfrentemos larvas. No encontro do príncipe com o rei de outro planeta, próximo ao seu, aprendeu algumas lições: “É preciso exigir de cada um o que cada um pode dar. A autoridade repousa sobre a razão.” Quando não fazemos isso ficamos frustrados e quem cria essa situação? “Tu julgarás a ti mesmo. É o mais difícil. É bem mais difícil julgar a si mesmo que julgar os outros. Se conseguires julgar-te bem, eis o verdadeiro sábio.” O príncipe visitou mais alguns planetas, em um deles encontrou um bêbado, ficou preocupado e perguntou porque ele bebia, ele respondeu: “Eu bebo para esquecer que tenho vergonha de beber”. Toda compulsão, ou vício, se dá pelo mesmo motivo, vergonha de si mesmo, e a vergonha só aumenta. Ao invés de ter disciplina para sermos quem gostaríamos de ser, fugimos de nós através dos vícios. Em outro planeta conheceu um acendedor de lampiões. Que acendia e apagava seu lampião, e sua explicação para isso era que estava seguindo o regulamento. Mas o que ele mais gostava de fazer era dormir. Quantas pessoas vivem assim, trabalham em uma função sem ter um propósito e quando podem só querem dormir. “As estrelas são todas iluminadas. Não será para que cada um possa um dia encontrar a sua?” Ao chegar à Terra ele não encontrou ninguém, então achou uma estrada e seguiu, chegou a um jardim que tinha muitas flores iguais a sua, então ficou triste e decepcionado pois antes se sentia rico por ter uma flor até que descobriu que ela não era única, era comum. Ao invés de ficarmos felizes e gratos com o que temos, sempre estamos pensando na falta, o que nos deixa infeliz. Mas é uma escolha sentir gratidão por tudo que temos ou sentir a falta de tudo o que não temos. – “O que é cativar?” – “Uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa criar laços.” – Tu não és apenas para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros. E eu não tenho necessidade de ti, e tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo.” Para mim, o diálogo com a raposa é a passagem mais linda do livro, tem tanto significado. Se as pessoas se cativassem umas as outras, teríamos muito mais pessoas únicas em nossa vida, e ela teria mais significado. “Só se conhece bem as coisas que cativou. Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo pronto em lojas, mas não existem lojas de amigos. Os homens não têm mais amigos.” Quando o príncipe ia embora, a raposa lhe contou um segredo: “Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos… Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.” Devemos levar esse ensinamento para a vida e repeti-lo todos os dias. Quando entendermos o que quer dizer, não teremos mais motivos para sofrer. Depois de um tempo o príncipe quis voltar ao seu planeta, mas deixou as lembranças como presentes para seu amigo. “E quando te houveres consolado (a gente sempre se consola), tu te sentirás contente por me teres conhecido.” Tantas pessoas que passam pela nossa vida, não devemos sentir falta delas e sim lembrar tudo de bom que aprendemos com elas. E quando partiu para seu planeta ainda alertou “Tu sofrerás, eu parecerei morto e não será verdade. É longe demais, eu não posso carregar esse corpo, é muito denso, mas será como uma velha casca abandonada. Será bonito, sabes?” E com isso podemos ter uma ideia de morte, um dia abandonaremos uma casca e voltaremos ao nosso planeta.

  • 20
    Jan

    Final de ano, sol, calor, praia, férias? Não para alguns pais. Enquanto as crianças se divertem em casa, essa época de férias escolares pode ser o momento em que muitos pais trabalham o dobro. Cuidar das crianças pode não ser tão fácil, mas nós vamos te ensinar alguns truques infalíveis que tornarão essa tarefa mais simples e divertida. Crianças adoram se sentir importante e fazer parte de alguma coisa. Criança entediada é um problema e o tédio é prejudicial para o desenvolvimento emocional e cognitivo. Crianças são como adultos, só que mais espontâneas, fantasiosas e imaturas. Elas sentem medo, ansiedade, vergonha, não se conhecem muito bem, por isso muitas vezes não sabem o que querem, são agitadas e curiosas. Elas querem e precisam sentir segurança nos pais, por isso os limites são tão importantes. Na maioria das vezes conseguimos controlar uma crise infantil com perguntas, isso faz com que a criança pare de pensar no que estava pensando e raciocine para responder. Quando a criança fizer aquele show de fazer os pais passarem vergonha, ela obviamente está com um problema que não consegue resolver, sente uma mistura de frustração com raiva e medo. Então o adulto deve parar tudo que estiver fazendo e perguntar para a criança: “esse problema é pequeno, médio ou grande?” Ensine-a sobre os problemas da vida, que eles podem ser fáceis de resolver ou difíceis e que você a ajudará. Depois faça um exercício para controlar a ansiedade da criança, diga a ela: “vamos imaginar que estamos enchendo uma bexiga enorme, vamos inspirar pelo nariz e soltar pela boca bem devagar.” A respiração acalma adultos e crianças. E também ajudará se você disser: “agora vamos deixar seu problema aqui em cima da mesa até que... e depois continuamos a resolvê-lo”. Crianças são muito imaginativas, isso dará certo. Outra dica para esse momento é ouvir o problema da criança e perguntar: “porque você pensa assim?” Ajude-a a responder e elaborar o que está sentindo. Se a criança estiver ansiosa por algo que irá acontecer pergunte para ela: “o que acontecerá depois disso?” Peça para ela repetir várias vezes: “eu posso fazer isso, eu consigo fazer isso, vai dar tudo certo” com várias entonações de voz e até mesmo cantando, isso tornará a situação mais leve. Depois você pode dizer: “eu amo você e juntos nós formamos uma equipe incrível”. Também ajuda a dividir o problema em pequenas partes: “com o que precisamos nos preocupar primeiro? Com o que eu posso te ajudar?” Se a criança estiver com medo, pergunte do que, peça para ela desenhar, para ela falar sobre seu medo. Falar sobre o medo transforma-o em algo concreto e isso ajuda a eliminar a ansiedade.  Pergunte a ela: “me diga a pior coisa que pode acontecer” e então fale como vocês podem resolver o pior caso. Também ajuda quando você pergunta: “se o seu medo tivesse uma cor, qual seria?” Para distrair uma criança rapidamente, a melhor coisa é começar a contar, vocês podem contar objetos, pássaros, placas, pessoas... Se você estiver ocupado e a criança quiser sua atenção, de a ela um relógio e diga “quero que você me explique isso daqui a dois (três, quatro...) minutos.”   Se a criança começar a gritar, abrace-a com força por um minuto ou mais, e fale que só irá soltar depois que ela se acalmar, “enquanto isso vamos fechar os olhos e imaginar uma coisa bem legal, um elefante cor de rosa usando saia e dançando”. O contato físico fará com que a criança se sinta segura e que há um limite. Peça ajuda dela nas tarefas que ela consegue fazer, diga que todos na casa devem participar da limpeza, do cuidado com os animais, da arrumação... inclua-a em assuntos que ela pode participar, pergunte sua opinião, faça com que ela se sinta importante, assim ela terá uma autoestima mais elevada sem se sentir o centro do universo.

  • 13
    Jan

    Eu poderia te falar para colocar uma música animada para tocar, acordar cedo todos os dias e tomar um banho frio, falar frases positivas ao acordar, assistir palestras no TED, fazer exercícios físicos e ter uma alimentação saudável. Tudo isso iria animar seu corpo e te motivar sim, mas quero ir para a raiz da questão, falar de coisas que se você não tiver nada disso irá adiantar. Se você colocar em prática essas três coisas, acredito que irá sentir-se motivado: Tenha um propósito na vida Geralmente o seu propósito está ligado ao que você mais gosta de fazer na vida, não vale comer e dormir, pois assim você não saiu das necessidades básicas. É preciso querer se destacar dos 7 bilhões de pessoas que existem no planeta e realmente querer brilhar. As oportunidades até caem do céu as vezes, mas é preciso colocar a mão na massa e se dedicar para conquistar o sucesso em qualquer área que você desejar. Todos querem ser feliz, reconhecidos, admirados, mas poucos se dedicam para que isso aconteça. Acrescente valor á sua vida!!! Saia do papel de vítima e seja responsável pelo seu destino. Talvez existam coisas que você precisa passar para aprender algumas lições, eu acredito nisso, pois vejo esse planeta como uma escola. Se você aceitar e aprender com as coisas aparentemente ruins que acontecem na sua vida, você não precisará passar por elas novamente. Mas se você resistir, reclamar ou culpar os outros, provavelmente coisas parecidas se repetirão. Isso acontece quando criamos alguns padrões negativos de pensamento como “nada dá certo para mim”, ou “eu mereço”, ou ainda “só falta acontecer (algo pior)”. Percebe como seus pensamentos estão esperando algo ruim? Olhe para 2015 e perceba qual a sua porcentagem de responsabilidade de cada coisa negativa que te aconteceu. Não pense sobre culpa, pense sobre responsabilidade. Tudo o que fazemos tem nem que seja 1% de nossa responsabilidade. Perceba se você escolheu baseado no medo. O medo só existe no seu pensamento a respeito do futuro. Olhe para as coisas e veja a verdade que elas têm. Se não consegue ver coisas positivas de por que algo aconteceu, é por que ainda está no papel de vitima. Organize-se Uma das grandes desculpas das pessoas para não fazerem algo é porque não tem tempo ou não tem dinheiro. Esses argumentos não passam de mentiras, escolhemos através de nossas prioridades. Então organize-se. Saiba exatamente quanto tempo e dinheiro precisará para realizar algo e separe isso em dias. Tenha metas semanais, mensais e anuais. As vezes o caminho parece longo e que não vamos conseguir, mas se dividir em etapas com certeza conseguirá. Veja o exemplo de pessoas que fizeram o caminho de Santiago a pé. Seu destino é uma questão de escolha,escolha ser feliz. Se tiver difícil sozinho, peça ajuda!

  • 03
    Jan

    “Em todo adulto espreita uma criança – uma criança eterna, algo que está sempre vindo a ser, que nunca está completo, e que solicita, atenção e educação incessantes. Essa é a parte da personalidade humana que quer desenvolver-se e tornar-se completa” (Jung) Ontem, dia 03 de janeiro, iniciou a primeira temporada do programa The Voice Kids, e já começou em grande estilo, mostrando-se muito melhor do que a edição para adultos, pois além de cantores incrivelmente talentosos, ela conta com os ensinamentos de vida que crianças sempre passam naturalmente. O que mais chama atenção em Realitys com crianças são as reflexões que podemos fazer. É uma ótima oportunidade de nos perguntarmos: Quando foi que eu parei de me sentir o máximo? Podemos constatar no programa que as crianças sabem dos seus talentos, não tem dúvidas de que são boas, são autoconfiantes, autênticas, simpáticas, pois estão conectadas com a essência. Quando foi que nos desconectamos da nossa essência, do nosso verdadeiro Eu? Quando foi que perdemos a autenticidade, o entusiasmo, a alegria? Foi nesse momento que os adultos tornaram-se inseguros. “No estágio infantil da consciência, ainda não há problemas, nada depende do sujeito, porque a própria criança ainda depende inteiramente dos pais. É como se ainda não tivesse nascido inteiramente, mas se achasse mergulhada na atmosfera dos pais. O nascimento psíquico e, com ele, a diferenciação consciente em relação aos pais só ocorre na puberdade. Até este período, a vida psicológica do indivíduo é governada basicamente pelos instintos e por isto não conhece nenhum problema. Mesmo quando limitações externas se contrapõem aos impulsos subjetivos, estas restrições não provocam uma cisão interior do próprio indivíduo. Este se submete ou as evita, em total harmonia consigo próprio. Ele não conhece o estado de divisão interior, induzido pelos problemas.” (Jung) Crianças não pensam em problemas, e quando eles aparecem, elas resolvem instintivamente. É aí que está o motivo de adultos abafarem as qualidades que tinham na infância. Adultos pensam muito, acreditam que devem resolver tudo, e quando as coisas não acontecem como gostariam, ficam frustrados. É preciso aceitar os acontecimentos da vida e pensar que somos apenas Co-criadores da nossa vida. É preciso saber que nossos pensamentos têm um grande poder de influenciar nossa realidade. Existem pedras e presentes pelo caminho, qual você decide ver? As crianças confiam que tudo dará certo, isso é fé.    

  • 01
    Jan

    Mais um ano que termina, mais um ciclo que começa e com 2016 vem toda a esperança de que esse ano será diferente, será maravilhoso. Mas será que não é assim todos os anos? Temos a sensação de que há uma mágica no Ano Novo. Pulamos sete ondas com o pé direito, comemos lentilha pra dar sorte, também uva ou romã e guardamos as sementes na carteira junto com as folhas de louro. Tomamos banho de mar ou de sal grosso para limpar tudo de negativo do ano que passou, usamos calcinha branca ou vermelha para atrair o que mais desejamos. E torcemos muito para que tudo isso dê resultados. E se não der, sempre teremos um ano novo para ter esperança novamente. Porém, se em 2016 você realmente quiser ter sucesso, vai precisar de um pouco mais do que superstições. Não bastam planos, é preciso planejamento. Não bastam sonhos, é preciso metas e não basta esperar, é preciso agir.   REALIZE SEUS SONHOS EM 4 PASSOS:   1 – Saber quais mudanças você quer ter na sua vida. É preciso ter seus objetivos bem claros. Nesse primeiro momento não pense em como vai consegui-los, pois você corre o risco de se boicotar com suas crenças limitantes. Pense apenas no que realmente você quer conquistar. Pode ser uma casa, um carro, um trabalho dos sonhos, uma viagem. Se tudo fosse possível, o que você gostaria de conquistar? 2 – Se perguntar: “Para que eu quero isso?” Você precisa de um propósito, um motivo bem convincente de porque será bom ter o que você deseja. Isso ajudará seu inconsciente trabalhar a seu favor. 3 – Lidar com a realidade: Se você deseja ter uma casa própria, é importante você saber exatamente o que precisa para que isso aconteça. Muita gente tem esse sonho, mas acredita que é tão difícil que não se permite olhar para a realidade. Esse é o grande boicote. Saiba exatamente como seria a casa ideal para você, qual o tamanho, quais os bairros possíveis e o valor aproximadamente de uma casa assim. Depois descubra quais as possibilidades de um financiamento, consórcio ou empréstimo. E também seja sincero com você mesmo, onde está indo o seu dinheiro? Muitas vezes deixamos de comprar o que realmente queremos para comprar alguma coisa que está em promoção e que não precisamos. 4 – E finalmente começar um plano estratégico: Com todas essas informações na mão: O que eu quero, para que eu quero isso, quais as possibilidades de eu conseguir isso. É hora de bolar o plano e seguir: como eu vou fazer para conquistar isso que eu quero. Defina os passos, descubra formas de ganhar mais dinheiro caso esse seja o impedimento, e mãos a obra!!!!   FOCO, DEDICAÇÃO E DISCIPLINA É O QUE VOCÊ PRECISA PARA CONQUISTAR TUDO O QUE DESEJA! Quanto mais planejado e estruturado mais fácil de alcançar suas metas. Se estiver difícil de trilhar esse caminho sozinho, peça ajuda. Seu futuro é uma questão de escolha e só depende de você!  

  • 21
    Dec

      O choque – A pessoa terminou com você. De uma forma inesperada ou não, ninguém está realmente pronto para esse momento.  Seu coração dispara, você não sabe mais o que fazer da vida. A elaboração – Você só quer deitar e chorar. Todos os seus planos parecem sem importância. Os dias são mais longos e sem graça. Mas com todo esse sofrimento, essa fase é muito importante, então chore bastante. Isso pode durar uns dias ou algumas semanas, mas aos poucos tudo vai melhorando. Aprendendo com os erros. Todos que estão convivendo com você serão afetados e ficarão preocupadas até você melhorar. Mesmo que você saiba tudo que as pessoas podem falar, tente ouvir o que elas têm a te dizer. Alguns conselhos podem não ser bons e isso os acalmará, dará a sensação de que eles estão fazendo algo de bom por você. Não dramatize tanto – Por mais triste que você esteja, não se faça de vítima da situação. As vezes, isso foi o melhor que poderia ter te acontecido. Não é bom despertar pena nas pessoas. Quanto mais drama você fizer mais as pessoas sentirão pena de você. E quanto mais as pessoas sentirem pena de você, mais você se sentirá fracassada. Redes sociais jamais – Não sinta pena de você mesma, não poste frases de auto-ajuda, com pedidos de socorro. Isso é humilhante e terrível para a sua auto-estima. Também não olhe as redes sociais dele, a ultima coisa que você vai encontrar é uma frase dizendo “Que saudades da minha ex” e o mais provável que você encontre são fotos dele curtindo a vida adoidado. Isso também serve para o perfil dos amigos dele, pare de seguir eles, isso não fará bem, só vai causar crises de ansiedade. Autoconhecimento  – Agora é a hora de ser sua melhor companhia. Se você não se amar, porque alguém te amaria? Vá percebendo o que você gosta de fazer, de ouvir, de comer. Conheça seus gostos sem ele. Experimente um novo corte de cabelo, uma nova cor. Saia com alguns amigos, não beba, fique presente em cada momento, vá mudando sua rotina, experimentando novos caminhos, sabores, sensações. No seu ritmo, não tenha pressa de ficar bem logo, viva cada fase do luto. As coisas vão melhorar. Faça terapia – Isso vai ajudar você a superar, olhar as coisas com outro ponto de vista, se conhecer mais, saber porque isso aconteceu e principalmente se isso é um padrão que se repete. Espiritualize-se – Independente da sua religião, é bom você ter um caminho espiritual. Perceber que existe um algo mais na vida. Aprender sobre a existência, as leis da atração, do karma, da vida… Estude, aprenda, converse, tire dúvidas existenciais… Se abra  – Não crie crenças limitantes. Um pé na bunda é só isso, os homens não são todos iguais e isso não precisa se repetir. Conheça novas pessoas, tenha encontros, se divirta, não queira impressionar ninguém. Seja você mesma, mas só se você for legal, se você ainda estiver sentindo-se vítima, melhor repetir os passos acima antes de sair com alguém. Ria do que te aconteceu – Quando estamos sofrendo o motivo desse sofrimento não tem graça, mas depois que passa, a maioria dos pés na bunda são muito engraçados. Quando você conseguir rir de tudo o que aconteceu, quer dizer que já superou. No mínimo você se tornará uma pessoa boa para ajudar os outros que estão passando por isso.

  • 10
    Dec

    Nas ultimas semanas muito tem se falado de Dengue Chikungunya e Zika, que são as doenças causadas pelos mosquitos Aedes. Mas como de costume, nos preocupamos mais com o problema do que com a raiz do problema. Qual o problema? As doenças da Dengue Chikungunya e Zika. E o que causa esses problemas? A proliferação do mosquito Aedes. Como o mosquito se prolifera? Em os focos de acúmulo de água parada. E como a água se acumula e fica parada? Com o lixo que todas as pessoas guardam no quintal. E porque as pessoas guardam lixo no quintal? Bom, aí começamos a olhar realmente para a raiz do problema. E porque todas as pessoas fazem o que fazem? Porque elas querem ser feliz. A proliferação do mosquito só acontece por uma razão: o acumulo de coisas desnecessárias que não serão usadas, e que são apenas guardadas pelo medo de não ter no futuro. Vocês prestaram bem atenção nessa frase? Acumulo, inutilidade, medo… São palavras tão presentes na vida de todos, não é mesmo? O que faz nunca resolvermos esse problema é olhar apenas para fora e não para dentro. Quando é que eu estou acumulando coisas desnecessárias? Quando é que eu sinto medo de passar necessidades futuras e quero guardar tudo que tenho? Quando é que eu estou apegado a coisas e não consigo doar mesmo as que eu não uso? Quais lixos eu guardo dentro e fora de mim?  A maioria das pessoas tem essa necessidade de acumular lixo, e é por isso que não vamos combater a dengue, pois a dengue, a  chikungunya ou a zika não são o real problema. Definimos como lixo tudo aquilo que guardamos e que não nos tem utilidade alguma no momento. Precisamos aprender sobre as nossas reais necessidades. Para sermos felizes precisamos de pouco: ter saúde, ter comida, ter água, ter abrigo, ter afeto, ter uma função que nos faça sentir úteis e ter organização. Se tivermos isso estaremos felizes. O problema é que as vezes não temos afeto, nem amor próprio, ou não nos sentimos realmente úteis, reconhecidos, admirados, daí achamos que vamos suprir isso com coisas, então acumulamos coisas. Com o passar do tempo nós fomos criando necessidades ilusórias, até chegarmos ao ponto de nos vermos aprisionados a todas elas. Hoje podemos ter uma casa mobiliada e completa, mas com certeza, aqueles móveis e objetos não são responsáveis pela nossa felicidade. Se você pudesse fazer apenas uma escolha: ter saúde ou ter todos os seus bens materiais, qual escolheria? Compramos coisas para nos recompensar por frustrações da vida. Precisamos entender que ser feliz é estar onde você gostaria de estar, fazendo o que você gostaria de fazer, pois nesse momento ninguém vai se lembrar daquela poltrona, nem daquele quadro caro que enfeita nossa sala, muito menos daquela fritadeira que não usa óleo. Pode até sentir falta deles, mas não vai ficar mais triste por causa disso. Agora, faz sentido alguém guardar pneu velho, pote de margarina ou latas achando que um dia vai usar? Aceitar a realidade de que no futuro não terá dinheiro para comprar nenhuma dessas coisas e por isso deve guarda-las é plantar um futuro terrível para você mesmo. Ter uma renda limitada não justifica o acumulo de lixo na própria casa. Pobreza, às vezes não é uma escolha, mas consciência de miséria é.

  • 23
    Nov

    - Qual é o seu sonho? - É ter uma casa bonita e confortável, ter bastante dinheiro para viver tranquilamente e não precisar mais trabalhar. - Esses são seus objetivos, mas qual é seu verdadeiro sonho? - Como assim? - Pelo que você viveria se dinheiro não fosse um problema? - Ah, eu iria viajar. - E depois que tivesse viajado o mundo todo? Depois de passar 3 anos viajando, o que você faria? - Eu não sei. E é assim com a maioria das pessoas... Elas podem passar uma vida inteira na ilusão sem conseguir acessar sua verdadeira missão. Acreditam que precisam de coisas para ser feliz. Reclamam quando as coisas saem diferente do que planejaram. Passam os dias sem estarem realmente presentes no que estão fazendo. E também não fazem nada pare realizar seus objetivos. Se alimentam sem consciência, falam o que não gostariam, aceitam sem refletir. E julgam os outros. Todos somos assim. É preciso consciência e força para sair dessa roda inconsciente. Mas mesmo com toda essa inconsciência humana, mesmo que o mundo esteja da forma que está, mesmo que tudo pareça errado. Quando continuamos a conversa e insistimos no sonho das pessoas, lá está a luz que todos nós temos. Ainda brilha, cada um do seu jeito, mas todos brilhantes. É como achar um diamante em uma mina, é mágico, perfeito. Todos os seres humanos nasceram para brilhar. E então a maioria me responde: - Eu iria ajudar as pessoas. E é esse o motivo de um Ser Humano existir, ajudar aos demais a serem livres, felizes, plenos. Sem crenças limitantes e pensamentos negativos. Ajudar aos demais a se tornarem Seres integrais, sábios e iluminados para que todos brilhem. Apoiar outras pessoas a realizarem sonhos é um dos maiores prazeres que uma pessoa pode sentir. E nós sabemos disso, pois nos emocionamos quando vemos uma história de superação e realização, imagine poder fazer parte disso? Seres humanos são amorosos, e quando não demonstram isso é porque estão machucados, sofrendo, ou não receberam o amor que gostariam. O verdadeiro sonho de todos é apoiar os outros para que todos vivam mais felizes. O resto são objetivos que podem facilmente ser conquistados. Se você não está feliz, experimente fazer alguém feliz. Uma pessoa desconhecida. Faça algo sem querer nada em troca. Doe seu tempo, seu talento, seu conhecimento. E também realize seus objetivos, sem desculpas, sem medos. Brilhe e faça os outros brilharem.

  • 06
    Aug

    Todos nós sabemos o que é melhor para a gente. Sabemos se estamos nos alimentando de forma correta, sabemos se temos hábitos saudáveis, sabemos se estamos em um relacionamento saudável. Sabemos se somos amados, enganados, iludidos ou correspondidos. Sabemos também o que devemos fazer para alcançar nossos objetivos e a como ter sucesso. Sabemos como nos tornar pessoas melhores, e até a como resolver nossos problemas. Já teve a sensação de que poderia resolver os problemas de todos os seus amigos, mas os seus, você não consegue? E sabe por que parece tão difícil resolver nossas questões, sair de uma crise ou ser feliz? Porque estamos desconectados de nós mesmos. Não paramos para nos observar, nos ouvir. Ficamos presos em pensamentos do que não gostaríamos que acontecesse. Sentimos medo, ansiedade, não pensamos direito quando estamos assim. Ficamos com medo do que as pessoas vão pensar medo de sermos julgados. É preciso ter calma e assumir que na verdade sabemos todas as respostas dos dilemas que vivemos, mas fingimos que não. Pois assumir saber respostas implica em responsabilidade de fazer. E fazer implica em esforço e dedicação, mudanças, novos resultados. É preciso sair da zona de conforto. Então quando alguém diz que não sabe como resolver os próprios problemas... bom, essa pessoa só precisa ficar reclamando da vida, o que é muito mais fácil. Vamos pensar que não há certo e errado, existem apenas consequências dos nosso atos. Tenho certeza de que ninguém toma refrigerante achando que está fazendo algo saudável e que isso lhe trará benefícios à saúde. Ou quem namora alguém que a trata mal, ou se recusa a te ver com frequência, e pense que é amada. Ou ainda quem perde tempo dormindo mais que o necessário ou vendo horas de televisão e pense que terá sucesso profissional. Esses são só alguns exemplos de como sabemos sim o que nos faz bem e o que nos faz mal. Às vezes apenas nos recusamos a enxergar. “Quando você tiver alguma dúvida, não pense em consultar um manual de procedimentos, e sim em consultar seu coração, sua consciência, e saberá como agir pautado em suas crenças, em seus valores.” Lou Gestner Estamos o tempo todo criando nós mesmos, todo momento é um convite para alinhar o que está de errado. Viver de forma mais consciente. Acertar e ter bons resultados. Todo ser humano quer ser feliz. Mas tem uns que são orgulhosos demais para assumir isso, e mudar para eles é um grande esforço. O segredo de ter uma vida feliz e saudável é ver os problemas como oportunidades de aprendizado. É só na crise que mudanças acontecem, mas se você ficar ressentido, magoado e culpar os outros pelos seus problemas, eles jamais se resolverão. É preciso errar com consciência, assumir que sabe que está fazendo algo errado e estar disposto a lidar com os resultados. Depois passará a acertar com consciência, mudando seus comportamentos, seus hábitos até que isso se torne automático e então passará a acertar inconscientemente, e tudo deixará de ser um esforço.

  • 06
    Aug

    Nossa vida é feita de escolhas. É o que dizem, e realmente se pensarmos bem sobre isso, percebemos que fazemos muitas escolhas ao longo do dia. A que horas vou levantar? Posso dormir por mais cinco minutinhos? Será que tomo um banho agora, ou só lavo o rosto? O que vou tomar de café da manhã? Será que tomo café? Todos os dias quando abrimos os olhos, talvez um pouco antes, começamos a fazer escolhas, somos bombardeados por milhares de opções e informações. O que faz bem, o que faz mal. O que devemos fazer o que devemos evitar. Como devemos nos comportar para sermos aceitos e admirados ou para ter sucesso. Assim que saímos da cama somos jogados nessa loucura que é a vida. O tempo todo fazemos escolhas e fingimos que não, tentamos nos distrair com jogos de celular, objetos coloridos, um trabalho que poderia ser feito em menos tempo. A cada instante, a cada conversa, uma frase dita, uma mensagem enviada, cada passo lapidará o que estamos construindo, a nossa história. Nenhum pensamento sai impune, não há inocência, você é sempre culpado do seu destino, afinal, você estava lá, escolhendo, pensando no que seria melhor, nas opções, em continuar ou desistir. Não estava? Será que fiz a escolha certa? Não fez, ou fez, não importa. Sempre haverá consequências. Não existe certo ou errado, existem apenas consequências. Em meio a essa loucura toda, existem espaços divinos, milésimos de segundo em que conseguimos não pensar em nada, entre um respirar e outro, um momento de lucidez onde deixamos uma força maior guiar nossa vida, mas não estamos atentos, preferimos viver distraídos. Você não precisa perguntar para uma árvore se ela dará frutos, e isso não causará nenhuma preocupação à ela. Provavelmente a árvore te responderia: “Se for para dar frutos então eu os darei.” A vida nos leva, nos empurra para cima, ou para baixo. Se você não está gostando do rumo ao qual está indo, sinto muito, a vida não espera, o dia continuará nascendo, a terra continuará girando, você continuará envelhecendo, as pessoas continuarão em movimento. Siga em frente. Alimente-se de frases motivacionais, permaneça rodeado de pessoas positivas, elas te ajudarão a ser mais feliz, ou te impedirão de desanimar. Quando não souber mais o que fazer, lembre-se: sempre há uma saída! Você pode apagar todas as luzes e fingir que não há ninguém em casa, ninguém aí dentro, e dormir esperando seus problemas irem embora, desconfiados de que você não está mais lá para eles. Você também pode fingir que seus problemas não são seus, mudando a química do seu cérebro e consequentemente sua percepção. Com um pouco de sorte, mas com alguns efeitos colaterais, seus problemas estarão resolvidos. Há também quem prefira os jogos, ou programas da televisão aberta, ou se preocupar com os problemas dos outros. Falar mal da vida alheia pode render momentos de grande satisfação, isso nos faz perceber que não estamos sozinhos. Eu sei que você é capaz de resolver os problemas de todas as pessoas que você conhece, mas isso não te torna um bom “resolvedor” de problemas, apenas um solitário com problemas sem solução. Você também pode respirar pausadamente, olhando para tudo o que te incomoda e aceitar cada uma daquelas coisas. Agradecer por elas existirem e saber que você está em processo de transformação, pois é na crise que as soluções e as grandes ideias aparecem. Mas se nada disso der certo, você sempre poderá pegar o seu cartão de crédito e comprar um sapato em doze vezes sem juros.

  • 30
    Jun

    A pessoa que mais sofre é a pessoa que tem muitas percepções incorretas, e a maioria das nossas percepções são errôneas. É preciso olhar a verdade das coisas, e para conseguir isso, pergunte-se: tenho certeza absoluta de que isso é verdade? Todos nós temos um jeito de olhar o mundo, nossas crenças e experiências influenciam nossa percepção. Por isso pessoas diferentes têm opiniões diferentes. Você tem que saber quais percepções erradas lhe causam sofrimento. Você perde tempo criando histórias hipotéticas com finais tristes? Discussões imaginárias? Sente medos que podem nunca acontecer? Muitas das vezes sofremos porque queremos. Sentimos pena de nós mesmos e assim não precisamos mudar ou agir, o outro é o culpado nós somos vítimas. Esse pensamento é muito confortável e daria certo se nós não envelhecêssemos, se o tempo não nos cobrasse. Mas essa atitude não dá bons resultados, pois não pode nos levar a nenhum lugar. Até quem tenta nos ajudar se cansa de nós.  Ficamos sozinhos sentindo pena de nós mesmos, só que um pouco mais velhos. Outro motivo de por que sofremos é porque queremos controlar nosso futuro e quando as coisas acontecem de uma forma que não esperávamos ficamos frustrados e então sofremos. Nós somos co-criadores da nossa vida, devemos saber onde queremos chegar, devemos decidir com propósitos, devemos ter as rédeas da nossa vida, mas devemos também ser flexíveis para as surpresas que o caminho reserva. Não sabemos o que é melhor para a gente então, às vezes o que nos acontece é o melhor que poderia ter acontecido. Mas têm coisas que dependem das nossas escolhas, por isso a vida tem que ter propósito, cada escolha deve ser pensada. Decisões implicam em consequências. Não existe certo e errado, existem consequências. O futuro é consequência das escolhas que fazemos hoje. Quais são os motivos por trás das suas escolhas? Você decide para gradar aos outros, para se sentir parte de um grupo, por pressões sociais, para impressionar alguém, ou porque você verdadeiramente quer?

  • 30
    Jun

    A maioria de nós ouve, mas não escuta. Você já percebeu isso? Você já teve a sensação de que ninguém consegue entender o que você está sentindo por mais que você explique? E já percebeu se você faz isso? Será que estamos apenas ouvindo ou realmente escutando o que nos é dito. Nós discutimos, defendemos nosso ponto de vista, aceitamos ouvir opiniões contrárias, nos sentimos maduros por isso, mas não escutamos realmente o que os outros nos dizem. Não escutamos o que nossa intuição, o que o nosso corpo nos diz. Escutar significa esperar um momento a mais e reconhecer que a outra pessoa tem a sua própria forma de fazer as coisas, de pensar, de refletir, de se defender e se sentir protegido. É saber que se tivéssemos trilhado o mesmo caminho que ela, passado pelas mesmas experiências, se estivéssemos nas mesmas circunstâncias, pensaríamos exatamente como ela. Percebam que a empatia é a verdadeira natureza de escutar. Entender que todo ser humano age como age baseado nas experiências que teve no passado. Nós estamos acostumados a ser seletivos quando nos interessa. Ouvimos e pensamos apenas o que interessa. Por isso temos tanta dificuldade em entender as verdades da vida e de escutar nosso corpo. Sabemos sim o que nos faz bem e o que nos faz mal, mas muitas vezes optamos pelo gostoso do que pelo saudável, nos recusando a ouvir sobre as verdades da indústria alimentícia. Outras vezes estamos presos em um problema que sabemos a saída, mas nos recusamos a escutar o que nossa intuição está nos dizendo. Há tanto barulho à nossa volta e tão pouco silencio dentro de nós que fica difícil escutar o que verdadeiramente precisamos. É preciso silêncio para poder perceber. Aprenda a aquietar-se e então escute. Nós sempre sabemos o que é bom e certo para nós, para os outros e para o planeta, mas é mais fácil e confortável fingir que não. A nossa função não é julgar as ações dos outros, a nossa função é escutar além das palavras.

  • 30
    Jun

    Ainda em clima de Dia dos Namorados, vale a pena refletirmos sobre o amor… É tão bom ter um amor, amar e ser amada com verdade, intensidade. Melhor ainda quando é amor próprio que não nos permite viver a ilusão de um amor falso ou mal correspondido. O amor torna-se real e se fortalece quando passa por dificuldades, quando a vida complica. De momentos agradáveis qualquer um desfruta. O amor prova ser verdadeiro quando há dificuldades. A complexidade do dia a dia, da intimidade e da convivência, da imaturidade do outro. É difícil porque o outro é um “outro” que tem um passado anterior a nós, carrega pesos, medos, sofrimentos e experiências. Ele pensa e age de forma distinta, assim como nós. É complicado entender, assimilar e aceitar as diferenças, mas é isso que nos torna seres únicos. Os conflitos, apesar de naturais e muitas vezes benéficos, devem ser evitados se não houver um propósito para que existam. Toda crise é uma oportunidade de melhoria, mas, quando as brigas tornam-se recorrentes com assuntos semelhantes, não se busca uma solução, só ataques e tentativas de um magoar o outro. O amor verdadeiro nos faz crescer, amadurecer, e não o contrário. Quando é verdadeiro é sempre positivo. As brigas são para melhorar e os conflitos para fortalecer. Não se engane em querer ficar em um relacionamento ruim por medo de ficar só. Por mais que existam dificuldades, o respeito, a admiração e o companheirismo sempre estão presentes. Há conflitos quando julgamos o outro partindo do nosso ponto de vista. Empatia é a capacidade de se colocar na perspectiva do outro para compreendê-lo através de seu universo de significados. Não apenas nos colocarmos no lugar do outro com a nossa visão. Somente quando enxergamos através dos olhos do outro é possível compreendê-lo sem julgá-lo. Quando estamos em um relacionamento amoroso, devemos evitar a vontade de julgar o outro. O amor é compreensivo, é paciente e espera o outro se entender com seus conflitos internos, medos, rejeições alimentadas durante toda uma vida e tantas outras coisas tão íntimas que mal conseguimos perceber racionalmente. Mas o amor sabe e está lá apoiandomesmo que em silêncio. Quando é verdadeiro há entrega, dedicação e compreensão. Atravessa desafios de mãos dadas e não solta. É difícil amar quando somos julgados, contrariados, desafiados, corrigidos. Quando isso acontece, sentimos medo, insegurança, vergonha. Nosso orgulho é atingido e nossa primeira reação é atacar, falar sobre as sombras do outro. Assim os conflitos sempre estarão em círculos, sem soluções. É preciso ter cuidado para avaliar se o que julgamos no outro é dele realmente ou é uma parte nossa projetada, uma fantasia ou um medo irreal. Isso se torna possível a partir do momento em que eu me conheço bem o suficiente para perceber que quem julga é meu Ego, minha parte humana que sofre, que tem medo e que cria fantasias. Quando vejo e julgo o outro com meus olhos, a partir do meu ponto de vista, acabo sobrecarregando-o com as minhas suposições, fantasias e projeções da minha própria realidade. É necessário desapegar dos meus próprios referenciais para entender o outro. A intolerância humana com seus semelhantes acontece pela falta de amor. O amor não é fácil e as pessoas estão desistindo umas das outras com muita facilidade. É preciso entender que o amor se consolida nas dificuldades quando há tolerância, parceria e cumplicidade. Um relacionamento pode não ser sempre fácil nem agradável, mas, quando conhecemos as sombras e as debilidades do outro, seus medos, suas manias, suas peculiaridades e ainda assim queremos estar com essa pessoa, aí então o amor foi encontrado, mas tem que ser recíproco. É preciso querer estar em um relacionamento. É preciso querer e estar disposto a olhar para si e buscar melhorar sempre. Os problemas sempre existirão e é preciso resistir à tentação, quando as coisas vão mal, de pensar que em outro relacionamento estaria melhor. Com certeza você não teria esses problemas, mas certamente teria outros. Lembre-se, o amor próprio é o que primeiro tem que existir. Dedique-se ao amor que vale a pena, que é reciproco, que tem futuro. Quando não é assim, não é amor.

  • 08
    Jun

    O uso excessivo da internet, principalmente em redes sociais, pode ser um convite para encararmos nossas Sombras. “A sombra é nosso lado obscuro. Nela contém todos aqueles desejos e emoções que são incompatíveis com os padrões sociais ou com a nossa personalidade ideal, a que gostaríamos de ter. Tudo aquilo de que nos envergonhamos ou que não queremos saber sobre nós mesmos”. A internet nos conecta aos outros e ao mundo de uma maneira muito rápida e intensa. O que tem muitas vantagens, mas as desvantagens também são inúmeras e muito perigosas. Estar constantemente online nas redes sociais faz com que as pessoas desenvolvam cada vez mais sentimentos como: inveja, insegurança, curiosidade excessiva com a vida alheia, vitimização, autopiedade, insatisfação constante, sentimento de inadequação. E também facilita o desenvolvimento de transtornos psicológicos graves como depressão, ansiedade, transtorno de personalidade Narcisista. Postagens sobre férias incríveis, novas casas e carros ou relacionamentos felizes podem causar sentimentos de inveja e desencadear comparações. Mas vemos o que julgamos e não o que realmente é. A comparação afeta a autoestima e pode causar tristeza, raiva, revolta. A ideia de ter um perfil em uma rede social seria para aproximar pessoas, fazer network, facilitar a comunicação entre amigos. E não para comparar a sua vida com a dos outros, pois pode ter certeza de que terá muita gente, aparentemente, melhor do que você, assim como terá gente pior do que você, mas essas não vão postar nada sobre isso a não ser que estejam em um padrão de vitimização, carência ou autopiedade. Cada um de nós tem uma vida, uma possibilidade de habitar esse planeta e fazer o melhor para nós mesmos, para os outros e para o mundo. Viver em irmandade, com empatia, seria o melhor jeito de se viver. Mas infelizmente vemos o contrário. Ao invés de usar seu tempo acompanhando e comparando a sua vida com a dos outros, seria melhor desenvolver o autoconhecimento, descobrir quais são seus dons e talentos, para que assim tenha uma vida brilhante sem a necessidade de compará-la com a de ninguém. O sentimento de inveja é denso e não leva a nada, melhor seria muda-lo para admiração e assim projetar seu futuro inspirado no de alguém. Outro perigo das redes sociais é um fenômeno que acontece em espiral: alguém inveja a foto do outro, sente a necessidade de tirar uma foto na qual aparente estar mais feliz, e então alguém vê, sente inveja e a competição se prolonga. As pessoas passam muito tempo montando uma imagem bonita e escolhendo o melhor filtro, para serem admiradas, ou invejadas, que não percebem o tempo investido na rede e perdido na vida real.

  • 06
    Jun

    Emoções mal resolvidas tendem a causar problemas para o corpo, pois quando acumuladas podem transformar-se em doenças. A síndrome do pânico, por exemplo, é um transtorno de ansiedade grave que desencadeia crises crônicas de medo frente a diversas situações corriqueiras ou mesmo sem causa aparente. Geralmente o paciente sente que algo de muito ruim acontecerá a ele ou a alguém muito próximo, uma tragédia e até mesmo a morte. As causas podem ser genéticas, ou altos níveis de estresse. As crises acontecem repentinamente independente do contexto em que a pessoa esteja ou também podem ser desencadeadas por um pensamento de medo, uma preocupação de que algo ruim poderá acontecer. Os sintomas característicos são tremores, sudorese, taquicardia, formigamento ou dormência, falta de ar, hiperventilação, sensação de perigo e medo da morte. Em casos graves a pessoa pode sentir dores, tontura e até desmaiar. Uma crise tem duração de 10 a 30 minutos. É importante pensar que um ser humano é o resultado de um corpo, uma mente e um espírito; quando há algum desequilíbrio, alguma coisa está errada. A saída desse problema e de todos os outros é buscar a saúde no equilíbrio e no autoconhecimento. Quando falo em autoconhecimento quero dizer qualquer coisa que você saiba sobre você mesmo. Quanto mais souber, melhor será sua vida, seus relacionamentos, suas escolhas. Então devemos nos dedicar a descobrir como funciona nosso corpo e quando temos alguma doença, saber o motivo real de por que ele está tendo uma resposta diferente da qual deveria ter. Nascemos para ser saudáveis, e se isso não acontece é porque estamos fazendo algo errado. Tudo começa nos nossos hábitos. Você sabe o que você come? Sabia que nossa alimentação tem um impacto direto sobre o nosso corpo e influencia nossa vida de uma forma geral? Alguns alimentos afetam o sistema nervoso e podem gerar ainda mais ansiedade ou nos acalmar. Quando há algo de errado com o nosso corpo e não sabemos a causa, comece a pensar sobre sua alimentação, a ter uma rotina mais equilibrada. Um grande problema é que muitas pessoas têm expectativas de soluções rápidas para tudo, desde uma simples tristeza até para quadros graves de transtornos mentais. É fundamental entender quais fatores levaram a tal problema. São questões multifatoriais somadas às questões ambientais e genéticas e que demoraram muito tempo para se manifestarem, gerando uma síndrome. Portanto, não é do dia para a noite que tudo se resolverá. Assim como a causa, o tratamento também deve ser multifatorial, demandando mudança no estilo de vida, com hábitos e alimentação saudáveis, terapia, exercícios físicos. Não só tratamentos psiquiátricos, já que esses só devem ser usados em casos extremos, dependendo do nível em que está instalada a doença e se as diversas alternativas de tratamento não deram certo. Exercite a sua mente todos os dias, positivando a sua fala e o seu pensamento. A cura da ansiedade está em como pensamos e respiramos. Ansiedade é medo do futuro, e medo é todo pensamento negativo que temos em relação ao futuro. Não é real. É uma fantasia de algo que pode ou não acontecer. Nossos pensamentos são capazes de nos fazer sentir prazer, dor, tristeza, medo, raiva, qualquer sentimento, é só uma simulação, então você escolhe o que quer sentir.

  • 02
    Jun

    Manifestação provocada pela falta de confiança no sentimento do outro. Medo de perder a pessoa amada. Se há medo de perder não há certeza de que se é bom o suficiente para que alguém sinta amor e queira ficar apenas com você. E estar em um relacionamento em que não se tem certeza de que se é amado e admirado não faz sentido. Para que existe o casamento? Para que duas pessoas que se amam e que se importam uma com a outra possam dividir a vida se apoiando mutuamente e crescendo juntas. Assim os dois tornam-se pessoas melhores. Não é para que uma seja obrigada a amar a outra e fazer o que a outra pessoa quer. A base do relacionamento amoroso saudável é admiração, respeito e confiança. Dividir a vida com alguém é, ou deveria ser, parceria e não cobrança. Fidelidade é compromisso com aquilo que se assume. É uma característica de quem é leal, honesto e verdadeiro. Se no casamento foi acordado de que haveria fidelidade e que ninguém poderia manter relações sexuais com outra pessoa, ou que ninguém roubaria o dinheiro do outro, assim é. Não precisa duvidar, apenas precisa resolver o problema caso isso aconteça. A partir do momento que você sente ciúmes, está julgando o outro como desonesto. Ninguém gosta de ser julgado de algo que não é ou não fez. Ciúme não é garantia de fidelidade. A fidelidade tem que ser espontânea e não obrigatória. Se você está em um relacionamento em que tem que se preocupar e controlar o que o outro faz, com quem o outro fala, ou para quem ele olha. Você não está em um relacionamento, você está em uma coerção. Ou se você está em um relacionamento em que é controlado pelo outro isso é coerção. Isso é medo. Coerção: o ato de induzir, pressionar ou compelir alguém a fazer algo pela força, intimidação ou ameaça. (wikipédia) Saber que o outro está ao seu lado e se comportando como você deseja porque está com medo, definitivamente não é um relacionamento saudável. A vida fica mais fácil em dupla, mas só quando há respeito e confiança, e para haver isso, primeiro tem que ter admiração. Ao invés de sentir ciúmes, porque você não se dedica a ser uma pessoa admirável? A pessoa que todos gostariam de ter por perto. Imponha respeito e não obrigue ao outro te respeitar. Ciúmes, como todo o medo, não passa de uma fantasia que não existe. É apenas medo da dor que você sentiria se descobrisse que a pessoa que está ao seu lado está mais feliz estando com outra pessoa do que com você. E quando isso acontece o sentimento que surge é raiva, ou tristeza, ou mágoa e não ciúmes. Mas se você ama alguém, você quer o melhor para essa pessoa não é? Quer ver ela feliz? E se o melhor pra ela não for ficar ao seu lado? O ciúme não tem nada a ver com o amor. O ciúme é a falta de amor próprio. Todos nós estamos aptos a errar. Se houver em algum momento uma decepção com a pessoa amada, se houver mentiras, daí então é o momento de resolver o que vai fazer. Para que ficar sofrendo com suposições? Ciúmes é mais terrível para um relacionamento do que um amante.

  • 25
    May

    “Passei os melhores anos da minha vida proporcionando os mais verdadeiros prazeres ao povo, ajudando-o a divertir-se, e tudo que consegui com esse meu gesto foram insultos e a existência de um homem caçado” (Al Capone) Seres humanos erram. Isso é tão fácil de perceber, olhe a sua volta, quantos problemas existem porque seres humanos existem? Mas mesmo assim as pessoas sentem raiva uma das outras julgando-se melhores. Se você não comete o mesmo erro que julga, comete outros erros que alguém também está julgando. Ou seja, todo mundo erra e continuará errando até que haja mais consciência. Mas se ainda há quem tenha hábitos nocivos, sabendo que está estragando o próprio corpo, sabendo que o corpo é a única possibilidade de habitar esse planeta. Como é que vamos esperar consciência um pouco mais elevada e sutil? Se ainda tem gente que comete erros tão básicos, que não consegue ser consciente do óbvio. O que dizer de erros com relação ao planeta ou a vida? Poucas pessoas assumem erros ou consideram-se culpadas de alguma coisa. Tanto um criminoso, quanto pessoas normais sentem muita dificuldade em assumir que estão erradas, justificam-se e explicam por que agem assim. Por isso as críticas são pouco eficientes, colocam as pessoas na defensiva e fazem com que elas se esforcem para justificar-se. Fere o orgulho delas, pega direto no ego, abala seu senso de importância e causa ressentimento. Skinner, considerado pai da Psicologia Comportamental, demonstrou que um animal recompensado por bom comportamento aprenderá com maior rapidez do que um animal castigado por mau comportamento. O mesmo é aplicado aos humanos. Então criticas além de causarem mágoas e ressentimentos não causam mudanças duradouras de comportamento. Não melhora em nada a situação. A única forma lícita de fazer com que alguém faça algo é fazer com que a pessoa queira fazer. A coerção não traz bons resultados e causa efeitos indesejados. Então para convencer alguém de fazer algo é simples, dê a ela o que ela quer. E o que todo ser humano quer? Sentir-se importante, ser reconhecido. Da mesma forma que desejamos ser amados, aceitos e reconhecidos, tememos ser condenados e criticados. Lembrem-se, seres humanos são as criaturas mais sensíveis que existe no planeta. Para lidar com eles é preciso amor e delicadeza, se não tornam-se agressivos e rebeldes. Logo percebemos que a raiz da maldade do mundo é o medo. Então quando tivermos que lidar com pessoas, devemos lembrar de que pessoas não são criaturas de lógica, são emocionais, guiadas pelo Ego.

  • 03
    May

    Vamos resumir: nascemos, vivemos e morremos. Mas entre o nascer e o morrer há um breve espaço de tempo, que achamos ser uma eternidade. Na verdade não pensamos muito sobre isso, pois se pensássemos que podemos morrer a qualquer momento, não estaríamos tão ligados a picuinhas e tentaríamos ser nossa melhor versão. Nossa vida é basicamente fugir do sofrimento e buscar o prazer. A maioria das pessoas sente prazer em comer, beber, fazer sexo, comprar, ostentar, causar inveja nas outras pessoas, usar drogas, ganhar dinheiro para comprar mais coisas, ter amigos, sentir pertencente a alguma pessoa, grupo, coisa, ajudar pessoas para que elas se sintam agradecidas, ter algum tipo de poder, influência ou algo para sentir-se mais do que os outros, ser amado... Bom, espero que essa não seja sua vida, mas se for o caso, saiba que perceber que há algo errado é o primeiro passo para uma bela mudança. Quando paramos e olhamos para nós, vemos um padrão de comportamento. Evitar o sofrimento. Sofremos quando sentimos apego, não compreendemos que a vida é como um rio que flui e nos leva sem que tenhamos muito controle sobre o que acontece. Sofremos por ignorância, por desconhecer nossa verdadeira natureza. Sofremos por termos velhas crenças, crenças muitas vezes que são colocadas em nós, crenças de outras pessoas, de nossos pais, amigos, cultura. E principalmente, sofremos pelo nosso passado que julgamos incorreto e pelo medo do nosso futuro. O medo é todo o pensamento negativo que temos em relação ao futuro. Apenas isso. É uma fantasia de algo que pode ou não acontecer. O sentimento é real porque está no presente, seus pensamentos são capazes de te fazer sentir prazer ou dor, ansiedade, desespero, e você escolhe, pois é só uma simulação. O que te causa medo sempre estará no futuro, por isso o medo não existe. Quando sentimos medo, estamos nos dando muita importância, como se fossemos capazes de prever nosso futuro ou cria-lo e isso não é possível, somos apenas co-criadores da nossa vida. Há infinitas possibilidades para cada coisa em nosso caminho. Independente de religião, já deu para perceber que há uma força maior que guia nossa vida, chamada de acaso, destino ou Deus. A única coisa que podemos fazer é observar e ter consciência do que está acontecendo conosco a cada instante e procurar viver com propósitos, objetivos, metas e buscar sempre ser alguém melhor, mais sábio e mais digno. A felicidade está em reconhecer que tudo está perfeito da forma que está agora, porque não tem como ser diferente nesse momento. Em ser grato a tudo que possuímos, em compreender que a vida flui e que é impermanente. Há felicidade quando estamos no momento presente, sem lamentações pelo passado e sem medo do futuro, apenas sentindo o que está acontecendo agora, porque essa é a única coisa real que possuímos, o agora. A mudança é constante e evidente e sempre será assim.

  • 25
    Apr

    Todos os dias, milhares de mulheres vão a clínicas especializadas em cirurgia plástica buscando se adequar aos padrões atuais de beleza. Mas as medidas consideradas ideais para o corpo feminino mudam constantemente. O que significa que são apenas fantasia de perfeição e o que realmente importa não está sendo valorizado. A busca pela perfeição é geral, mas difere de acordo com a cultura. Todo ser humano tem necessidade de ser amado e admirado, por isso percebemos que todas as pessoas, uns mais explícitos do que outros, buscam se adequar aos padrões impostos da época. Todos nós, de formas diferentes, sentimos culpa quando não somos perfeitos. Algumas pessoas são mais influenciadas do que outras, mas ninguém escapa. A perfeição, no contexto da beleza física, é a busca pela simetria, que até certo ponto é natural, preferimos formas simétricas. Mas quando há uma necessidade em sentir que somos perfeitos, estamos escondendo ou compensando feridas mais profundas, não reconhecendo nossas qualidades e acreditando que nossas outras partes não são boas o suficiente. A publicidade controla nossos pensamentos e reforça os padrões através de imagens repetidas. Quando vemos algo repedidas vezes começamos a acreditar que é a realidade, mesmo que não seja. Naturalmente queremos fazer parte desse mundo aparentemente maravilhoso, então sentimos que estamos fora do padrão, que devemos mudar para ser aceito. O problema é que essa perfeição não existe, foi construída. Todos os seres humanos têm defeitos, a perfeição não existe mesmo que algumas mulheres cheguem perto dos padrões expostos, ainda assim, para vender felicidade, elas precisam ser tratadas com photoshop. Sem falar na vida pessoal delas, o nível de felicidade e autoestima não é proporcional à quão bonita uma pessoa é, têm vários outros fatores envolvidos, e aparência física é apenas um deles. Quando falamos em beleza, automaticamente pensamos em corpo físico. Nos esquecemos de que somos seres espirituais tendo uma experiência física. Não poderíamos habitar esse planeta sem um corpo material, e devemos sim cuidar o melhor possível dessa carcaça, mas a beleza de um Ser vai muito além de seu corpo físico. Quando não há o reconhecimento de qualidades além da aparência, a pessoa passa a sentir-se inadequada, não se sente boa o suficiente e passa a não reconhecer beleza nas tantas outras características que possui.  E isso é muito grave. A maioria das pessoas não estão felizes consigo mesmas, principalmente com seu corpo e sofrem por isso. Características físicas são fáceis de serem vistas, além de que recebemos feedbacks constantemente, sabemos se somos magras, gordas, altas ou baixas. Porém características emocionais não são muito expostas e por isso podemos não reconhece-las ou não acreditar nelas. “Quem você é”, é bem diferente de “que aparência você tem”. O mais curioso de tudo isso, é que não se trata de como as pessoas realmente são, mas sim de como elas pensam que são. Uma história que prova isso, é que se alguém nos falar que estamos com uma mancha azul na nossa testa, vamos até o banheiro, olhamos no espelho e avaliamos se temos realmente ou não uma mancha azul na nossa testa. Se não vemos nenhuma mancha, pensamos que tem algo de errado com quem nos falou isso. Mas se alguém nos fala que somos incompetentes ou feios, acreditamos nisso e nos ofendemos, ficamos magoados, porque concordamos. Isso acontece porque falta autoconhecimento para a maioria das pessoas. Ter autoconhecimento é ter conhecimento, externo e interno, sobre si mesmo. E com isso melhorar a autoestima. Quando paramos de amar nossa aparência? Quando perdemos nosso poder pessoal? Toda criança sente-se o máximo e elas estão felizes com a aparência que possuem, na verdade nem pensam muito sobre isso. Até que em algum momento, a opinião dos outros sobre a nossa aparência passa a ser importante. Olhar e julgar alguém apenas pelo seu corpo é uma maneira ínfima de ver um ser humano. É por acreditar no julgamento de pessoas superficiais que as pessoas sofrem. De ambos os lados, quem julga e quem sofre pelo julgamento, a forma como pensam é limitada e pouco evoluída, é preciso adquirir um olhar mais profundo e consciente sobre o que somos. Quando se percebe a imensidão que é um Ser humano, a aparência torna-se apenas um detalhe.

  • 17
    Apr

    Você já parou para pensar no que é realmente o consumo? E se precisamos mesmo daquilo que compramos? Nós compramos por dois motivos, porque precisamos realmente de algo, ou para mostrar para os outros que temos algo. Quando compramos pelo segundo motivo, estamos buscando na verdade, reconhecimento, aceitação, admiração, amor. Queremos uma boa posição no grupo ao qual pertencemos, e como para a nossa sociedade vale mais o que temos do que o que somos, nos tornamos marionetes de grandes empresas e pessoas muito espertas, porém mal intencionadas. A ideia básica é tirar seu dinheiro sem você perceber. É mais ou menos assim: você compra uma coisa que não quer, ou não precisa, com o dinheiro que você não tem, pra mostrar para pessoas que você não gosta uma aparência de ser uma pessoa que você não é. Isso realmente não faz o menor sentido. Mas tem uma explicação. As pessoas vivem de uma forma inconsciente, se baseiam em desejos, fantasias e não na verdade. Então surgiu a psicologia do consumo que estuda padrões de comportamento dos consumidores para usar essa característica humana para gerar lucro. Acredito que o consumo deliberado começou mais ou menos em 1955, depois da segunda guerra mundial o economista Victor Lebow publicou uma recomendação: a nossa economia precisa que o consumo se torne o elemento central do nosso estilo de vida. Precisamos converter o ato de comprar em rituais, o uso de um produto deve ser um ritual que usamos para a nossa satisfação pessoal e espiritual. Devemos satisfazer o nosso ego pelo consumo. Como medir o status social de alguém? Como medir o nível de aceitabilidade de uma pessoa pela sociedade? Como definir o prestígio de um sujeito? Pelo padrão de consumo. O significado de nossa vida deve ser entendido a partir dos padrões de consumo. Precisamos de uma maior pressão em cima das pessoas para se adequarem às novas regras de aceitação social, elas devem expressar sua individualidade a partir das coisas que possuem. Devem consumir, queimar, substituir e descartar em uma velocidade muito rápida. E isso funciona porque a maioria das pessoas não tem controle sobre o próprio ego. A obsolescência planejada ou programada faz com que algo não funcione mais tão bem com o passar do tempo para que seja descartado rapidamente e comprado um modelo mais novo, sem causar revolta nas pessoas para que elas continuem comprando sem reclamar. E a obsolescência perceptiva é sobre a aparência do objeto. Sentimos vergonha de ter algo velho, nos sentimos infelizes com o que temos, então jogamos fora coisas que funcionam bem porque não estão mais na moda. Vamos pensar como realmente funciona o consumo. Primeiro é feita a extração, que é a exploração de recursos naturais do planeta que não são repostos, são apenas usados como o petróleo, metais e até mesmo a água. Depois vem a etapa da produção, que é a transformação da matéria prima bruta em produto de consumo. A maioria dos produtos que consumimos são tóxicos, ou feitos de uma maneira tóxica que nos prejudica, ou pela poluição do ar, através das chaminés das fábricas, ou através do nosso contato direto com o produto final. Ninguém realmente quer consumir coisas tóxicas, mas fazemos isso porque não pensamos sobre isso. Depois vem a fase da distribuição que é vender os produtos o mais rápido possível. Mas você já percebeu que a maior parte de toda a produção vira lixo em menos de seis meses? Utilizamos menos de 10%, conseguimos ter uma ideia disso observando o tanto de lixo que produzimos em uma semana. E esse lixo ou é colocado em um aterro, ou é incinerado. Mas a nossa parte é apenas leva-lo até a rua para que o lixeiro leve embora e ele desapareça. As duas formas de acabar com o lixo poluem o ar, a água, alteram o clima. Não existe jogar fora o lixo do ponto de vista do planeta. A reciclagem, que seria uma forma positiva de resolver essa questão, não dará conta se o ritmo continuar assim. Resumindo, utilizamos todo o recurso do planeta, contaminamos o ar, a água, as pessoas que trabalham nas fábricas e as que consomem. Para produzir lixo e poluir cada vez mais o planeta. E tudo isso para que poucas pessoas ganhem muito dinheiro. E acontece isso por quê? Apenas porque ainda existem pessoas inconscientes e incoerentes que não pensam nesse processo. A necessidade das pessoas atualmente é ser feliz. Por isso há um grande comércio por trás dessa ideia. “Abra a felicidade”, “Vem ser feliz”, “Lugar de gente feliz”, entre outras. Por que é nessa época que as pessoas estão mais infelizes do que nunca. E a publicidade se aproveita disso. Nossa felicidade está declinando. Temos mais coisas, porém menos tempo para o que realmente nos faz felizes. Estamos trabalhando mais do que nunca, e no pouco tempo livre que temos, vemos televisão, onde ouvimos que estamos inadequados, e que precisamos comprar coisas. Ou então estamos bisbilhotamos a vida dos outros nas redes sociais e vendo o que eles possuem. E então fazemos compras para nos sentirmos melhor. O ciclo é trabalhar, ver, comprar. Para acabar com isso é só parar. Mas felicidade está relacionada a verdades. As pessoas não se sentem felizes, pois não estão vivendo a verdade. Acreditam em uma ilusão, pois temem o sofrimento. Acreditar em fantasias leva a viver uma ilusão e a não ver a realidade. Quando pensamos que o consumo pode chegar a extremos, de fazer com que uma pessoa que se veja completamente endividada seja capaz de tirar a própria vida, percebemos que realmente há algo de muito errado em viver dessa forma. ASSISTA AQUI AO FILME: AMOR POR CONTRATO

  • 09
    Mar

    O desejo de todos nós é ser amado, aceito e reconhecido,  e constantemente tentamos ser o que achamos que devemos ser. Ironicamente,a vulnerabilidade que tentamos desesperadamente esconder pode ser a chave para relacionamentos bem sucedidos.           Vulnerabilidade não significa ser fraco ou submisso. Pelo contrário, é preciso ter coragem para assumir ser você mesmo, ser autêntico e não o que acha que os outros desejam.            Temos medo de ser vulneráveis e autênticos, por que temos medo de que, se alguém descobrir quem realmente somos, nos rejeite. Embora possamos tentar parecer perfeitos, fortes e inteligentes, a fim de sermos aceitos e admirados pelas pessoas, isso, muitas vezes, tem o efeito contrário. Percebemos quando o outro não é autentico, sentimos que há algo errado.  Por outro lado, quando as pessoas são verdadeiras, não só o bem-estar aumenta, mas também seus relacionamentos melhoram. Expressar verbalmente nossos sentimentos podem ajudar-nos a superar as emoções mais rápido. Quando nos permitimos ser completamente abertos e vulneráveis, nós nos beneficiamos. Somos atraídos por pessoas reais e verdadeiras. Mas quem é assim?  Crianças! A maioria das pessoas ama crianças porque elas são autênticas, verdadeiras. Somos atraídos por pessoas que vivem sem máscaras, e agem como realmente são, pois sentimos um conforto intrínseco na presença de autenticidade, mais ainda quando alguém que é real e vulnerável nos dá espaço e permissão para sermos assim também.

  • 09
    Jul

    É fácil reclamar do mundo, da sociedade, de Deus. Mas você já parou para pensar de onde vem o caos? Onde estão as raízes da insanidade humana? O problema existe porque os indivíduos estão vivendo um caos internamente. O caos total não é nada além de um fenômeno combinado: todos nós contribuímos com a nossa parcela de caos. O mundo é um lugar perfeito. A abundância da natureza é perfeita. O planeta é o paraíso. O problema está na humanidade. As pessoas causam todo o sofrimento de que reclamam: o relacionamento de umas com as outras e delas com elas mesmas. Estamos todos conectados, tudo tem conexão. O início do problema está com você: você é o "problema do mundo". Portanto, não evite a realidade do seu mundo interior, essa é a primeira parte. Você é o problema, e a menos que você seja bem resolvido, qualquer coisa que você faça irá tornar as coisas mais complicadas. Primeiro coloque sua vida em ordem. Entenda o propósito de cada coisa que você faz e pare de viver inconscientemente como se nada tivesse consequências. Quando você percebe os problemas da humanidade e reclama, você está vendo apenas os sintomas. A pobreza não é a raiz, a raiz é a ambição. A pobreza é o resultado. Você continua lutando contra a pobreza e nada vai acontecer. A raiz é a ambição e a ambição tem de ser extirpada. Quando você é ambicioso? Você usa todas as roupas que têm no seu guarda roupas? Você têm coisas paradas e sem uso que outras pessoas poderiam estar usando? Você é o problema do mundo. A guerra não é o problema, o problema é a agressividade individual, a guerra é apenas a acumulação da agressividade individual. Você continua participando de passeatas de protesto, e a guerra não vai acabar por isso. Isso não faz nenhuma diferença. Você sabe lidar bem com a sua agressividade? A raiva que você sente de alguém é apenas um espelho que reflete algum assunto mal resolvido dentro de você. As pessoas não estão em paz consigo mesmas, por isso a guerra existe, do contrário, essas pessoas vão enlouquecer. A cada década, uma grande guerra é necessária para descarregar a humanidade de suas neuroses. O problema não é a guerra; o problema é a neurose individual. Aqueles que se tornaram iluminados buscaram as causas profundas das coisas: Cristo, Buda, Khrisna... Eles examinaram as raízes e tentaram nos dizer: Mude a raiz. É necessária uma transformação radical, as reformas comuns não vão funcionar. Mas você pode não entender, pode não ver a relação, não percebe como a meditação está relacionada com a guerra. Se pelo menos um por cento da humanidade se tornar meditativo, as guerras vão desaparecer. E não há outra maneira de pôr fim às guerras. É meditando que você encontra sua essência, entende seus sentimentos, sente paz.  A ambição será menor e, naturalmente, a pobreza será menor. A pobreza não está aí porque as coisas são escassas, a pobreza está aí porque as pessoas estão acumulando, porque as pessoas são ambiciosas, elas sentem um vazio interior e acham que com objetos acumulados esse sentimento irá desaparecer. O mundo é um reflexo do que você é. “O mundo não é nada além de um fenômeno projetado da alma individual”. OSHO Adaptado por Luiza Franco

  • 17
    Nov

    Na maior parte do tempo estamos tomando decisões. Ficamos entre o que satisfaz nossas preferências e o que satisfaz nossas necessidades. A percepção dessas duas, às vezes, se camuflam, se confundem e estão diretamente ligadas ao conceito de felicidade e alegria. Quando optamos por satisfazer apenas nossos desejos, que muita vezes são supérfluos temos a sensação que isso trará felicidade, um celular novo, roupas novas, carro novo. Podemos viver sem essas coisas que desejamos, mas temos a nítida sensação de que a ausência disso tornará os dias mais tristes. Estamos em busca do que pode trazer sensações prazerosas, mesmo que a um preço alto, seja financeiro ou sacrifícios emocionais. Não raro, encontramos quem trabalha de mais para juntar dinheiro e bens materiais. Isso faz com que sacrifiquem a vida só por desejarem possuir algo que na maioria das vezes não é essencial. Deixam a saúde de lado, a qualidade dos relacionamentos e assim a vida passa. As pessoas permanecem infelizes a fim de buscar pequenos momentos de alegria. Tudo que desejamos e que não é fundamental para a nossa vida, principalmente coisas ligadas ao consumo sem equilíbrio, são apenas momentos de alegria, não uma felicidade plena tão necessária para ter uma vida realizada. Momentos de alegria são ótimos, mas é preciso saber diferenciar alegria e felicidade. A felicidade é um conjunto formado pelas necessidades, físicas e mentais, e realizações bem atendidas. Por isso ter momentos de diversão é tão importante quanto tomar água ou se alimentar. E por mais simples que isso seja, há muitas pessoas deixando suas necessidades de lado em busca de coisas materiais. Não é necessário ter uma vida completamente regrada, apenas é preciso ter equilíbrio, saber quais são suas necessidades e prioridades, e a diferença entre elas. Para ajudar, pergunte-se sempre se algo é realmente necessário para sua satisfação ou se a alegria que isso trará, será passageira. Cada indivíduo tem necessidades específicas, o que impossibilita comparações entre o que é necessário para um e para outro. Por isso, é importante investir no autoconhecimento (um jeito de alcançar isso é através da terapia), que trará as respostas certas nos momentos em que tiver que fazer escolhas. Felicidade não é apenas um estado de espírito e não dura por muito tempo. Estamos em constante transformação, nossas necessidades também. E o bom da vida é saber viver os momentos ruins como aprendizagem para alcançar novamente bons momentos. Somente quando temos bem claro quais são nossas preferências e necessidades é que teremos condições de criar estratégias para concretizá-las de maneira simultânea e responsável.   Por Luiza Franco

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